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Hummus

Hummus, homus ou húmus é um prato típico do Médio Oriente feito a partir de grão-de-bico cozido, tahine, azeite, sumo de limão, sal e alho. Com estas 13 receitas fáceis e deliciosas aprenda a fazer hummus de beterraba, abacate, curgete, cenoura, espinafre, pimento, kale, jalapeño e de batata-doce.
Experimente!

Hummus de grão do Canal Presunto Vegetariano



Hummus de abacate do canal Made by Choices



Hummus cru de curgete e açafrão do canal Cozinha Viva Samanta Bullock



Hummus de beterraba

*Para tornar a receita vegan use um iogurte vegetal natural


Hummus de curgete (vídeo em inglês)



Hummus de pimento (vídeo em inglês)



Hummus de abóbora (vídeo em inglês)



Hummus de espinafre (vídeo em inglês)



Hummus de batata-doce (vídeo em inglês)



Hummus picante de cenoura (vídeo em inglês)



Hummus de jalapeño (vídeo em inglês)



Hummus de kale (vídeo em inglês)



Sanduíche de hummus (vídeo em inglês)



Existe uma lacuna que permite aos pescadores que capturam “acidentalmente” baleias vendê-las legalmente – o que permite à indústria prosperar em algumas cidades da Coreia do Sul.

A caça à baleia está proibida na Coreia do Sul, mas a carne de baleia continua a ser uma iguaria popular em algumas cidades do litoral do país.
Em maio, dias antes do Festival da Baleia na cidade de Ulsan, as autoridades invadiram uma unidade de armazenamento a frio e descobriram mais de 27 toneladas de carne de baleia – o correspondente a 40 destes animais –, com um valor estimado de 3 milhões de euros. A carne era de baleias-anãs, que podem atingir cerca de 10 metros de comprimento, conta a National Geographic.

Embora a Noruega, a Islândia e, especialmente, o Japão sejam os países mais associados às práticas de caça à baleia, os conservacionistas dizem que a Coreia do Sul também realiza estas práticas controversas – os pescadores aproveitam-se de uma lacuna que lhes permite vender legalmente a carne de cetáceos capturados acidentalmente nas suas redes de pesca.

Todos os anos, o país apresenta uma média de 80 a 100 baleias capturadas acidentalmente à Comissão Internacional de Caça à Baleia, a entidade que regula a caça e a conservação destes animais. "Essas capturas acessórias são cerca de 10 vezes mais elevadas do que as de outros países", com a exceção do Japão, afirma Astrid Fuchs da organização Whale and Dolphin Conservation, que acredita que estes valores não correspondem à realidade e que diz que os peritos e as ONGs do país estimam que haja, pelo menos, o dobro das capturas acessórias relatadas.

Ulsan, onde decorre o Festival da Baleia, uma cidade com mais de um milhão de habitantes “é o lugar certo para quem deseja comer um prato de carne de baleia”, lê-se num artigo de 2011 do Korea Times, que menciona a existência de mais de 100 restaurantes que serviam baleia.
Quando uma baleia é capturada “acidentalmente”, os pescadores têm de o declarar à Guarda Costeira. O corpo do animal é então inspecionado para garantir que não existem marcas de arpão e é emitida uma licença, que permite que a baleia seja leiloada.

Carne de baleia
Foto: Nicole Mclachlan/ National Geographic

Um pescador pode receber cerca de 75 500€ por cada baleia-anã capturada, explica o jornal coreano Hankyoreh. Os restaurantes podem vendê-la por um lucro ainda maior. “Durante as nossas entrevistas a pescadores locais e a proprietários de restaurantes, tornou-se evidente que alguns pescadores estavam a fornecer carne de baleia-anã fresca aos restaurantes a preços premium – mas as capturas acessórias raramente são frescas”, explica Douglas MacMillan, da Universidade de Kent, à National Geographic. Juntamente com Jeonghee Han, atualmente na Greenpeace, o investigador descobriu que os pescadores não estavam a declarar as baleias capturadas à Guarda Costeira e que os que estavam com dificuldades financeiras se tinham dedicado a caçar estes animais à noite.

A caça ilegal também é um problema na Coreia do Sul. Segundo MacMillan e Han, o preço da carne de baleia está em queda, embora a procura esteja a aumentar e os números oficias das capturas acessórias não tenham mudado, o que sugere que existe um fornecimento adicional de origem ilegal.
Em 2012, o país propôs iniciar um programa “científico” de caça à baleia, à semelhança do Japão, mas acabou por desistir graças à pressão por parte da comunidade internacional.
Livro

Aveline Gregoire, diretora de uma escola primária da Bélgica, criou um jogo para as pessoas caçarem livros em vez de monstros virtuais. A brincadeira começou com os estudantes, mas em poucas semanas a iniciativa já atraiu mais de 50 mil “caçadores” em todo o país.

Aveline conta que a ideia surgiu quando estava a arrumar uma estante e viu que não tinha espaço para guardar todos os livros. “Tive a ideia de libertar os livros na natureza, contou Aveline.

O “Chasseurs de livres” (Caçadores de livros) consiste num grupo no Facebook, onde os participantes publicam fotos e dão dicas sobre onde se pode encontrar o livro, que são de vários estilos, desde infantis a obras de terror de Stephen King. Os livros estão escondidos em várias cidades belgas e normalmente estão embrulhados em plásticos para os proteger da chuva.

Fonte: Reuters
Pardal

Um novo estudo publicado na Biology Letters descobriu que os pássaros que vivem em áreas mais habitadas pelo homem – cidades e subúrbios – são mais agressivos do que os que vivem em zonas rurais.

”Uma possível explicação para isto deve-se ao facto de estes pássaros terem menos espaço mas melhores recursos para defender”, explicou Scott Davies, do departamento de Ciências Biológicas da Universidade Virginia Tech. “Viver com os humanos dá-lhes melhor comida e abrigo, mas também significa que há mais competição por estes recursos limitados.”

A equipa de investigação mediu os níveis de agressão territorial de 38 pardais-americanos (Melospiza melodia) machos no campo e de 35 destes pássaros em zonas populosas – neste caso nas cidades universitárias da Virginia Tech e da Universidade de Radford –, conta o Motherboard.

Os investigadores simularam, com gravações de outros pardais machos, uma intrusão no território destes pássaros para medir o nível de agressividade dos mesmos. Os pássaros que viviam nos campus universitários reagiram com um comportamento mais agressivo, como bater vigorosamente as asas, manter-se perto da fonte do som, cantar mais alto e emitir um “canto suave” – um sinal de agressividade nos pássaros que indica, muitas vezes, um ataque iminente. A equipa notou que, embora as aves do campo também tenham exibido este comportamento, fizeram-no com menos veemência.

Outros estudos recentes têm notado os diferentes níveis de agressividade entre os pássaros de zonas rurais e de zonas urbanas e, do mesmo modo, o têm atribuído à necessidade de defesa dos territórios ricos em recursos.

”Prever o impacto que o crescimento da população humana terá na vida selvagem requer o estudo das espécies que se ajustam e persistem em habitats modificados pelos seres humanos”, declarou Kendra Sewall, professora associada de biologia na Virginia Tech. “A expansão das zonas suburbanas é uma das principais formas de alteração de habitats por parte dos seres humanos e, embora muitas espécies sejam capazes de sobreviver nos nossos quintais, os seus comportamentos e fisiologia podem sofrer alterações para fazer face às mudanças nos recursos e a novos distúrbios.”
Oprah

Depois de entrevistar o Presidente da Humane Society dos EUA, Wayne Pacelle, Oprah prometeu aderir às Segundas sem carne e pediu aos seus 33, 5 milhões de seguidores do Twitter para fazerem o mesmo.

Durante o programa da Oprah “Super Soul Sunday”, Wayne Pacelle falou da nossa relação com os animais, dizendo que gostamos deles, mas que continuamos a explorá-los para a moda, alimentação e entretenimento.


Foto: Variety

O UniPlanet dá-lhe, todas as segundas-feiras, ideias de pratos vegetarianos para que possa aderir também às segundas sem carne.
Gelado 100% vegetal do Pingo Doce

Gelado de ervilha 100% vegetal com aroma de baunilha do Pingo Doce, sem lactose (500 ml/ 250g).

Ingredientes: água, açúcar, matérias gordas vegetais (coco), maltodextrina, xarope de glucose-frutose, proteína de ervilha (2%), emulsionantes (mono e diglicéridos de ácidos gordos, ésteres de propilenoglicol de ácidos gordos), espessantes (goma guar, farinha de sementes de alfarroba), aroma de baunilha, corante (beta-caroteno). Pode conter vestígios de soja.

O melhor:
Bom sabor;
Textura semelhante a um gelado de leite;
Ser 100% vegetal (apto para vegetarianos e vegans);
Não ter lactose;
Levar proteína de ervilha e não ser à base de soja (para quem é alérgico);
Bom preço.

O pior:
O sabor podia ser menos doce;
Ser adoçado com açúcar (o 2º principal ingrediente), maltodextrina e xarope de glucose-frutose.

Preço: 1,99€ (Pingo Doce)

Aprenda a fazer gelados 100% vegetais aqui.

Gelado 100% vegetal do Pingo Doce
Embalagens de plástico

Será que a família Seelos da Alemanha consegue viver sem plástico?

Esta família realizou a experiência de viver sem plástico. Para tal teve de mudar alguns dos seus hábitos e objetos em casa. Nas compras evitavam embalagens de plástico e davam preferência ao cartão ou vidro, compraram pratos e talheres de bambu e começaram a fazer o próprio sabonete líquido e a pasta de dentes.
Descobriram que o desafio era mais difícil do que parece.



Fonte: DW
Economia circular

A economia circular desafia o modelo linear de produção de bens, em que as matérias-primas são extraídas, os produtos são produzidos, vendidos, usados e descartados como resíduos. No modelo circular, os materiais e produtos condenados ao lixo voltam ao ciclo produtivo, onde são reutilizados, recuperados ou reciclados, ganhando uma segunda vida. Trata-se de um círculo contínuo que traz benefícios para o ambiente, através da diminuição do recurso às matérias-primas, poupança para os consumidores e vantagens socioeconómicas, uma vez que representa um estímulo à criatividade na redução de custos, fomenta a criação de emprego, assim como a possibilidade de melhorar e prolongar as relações com os diferentes parceiros.

O atual modelo linear de negócios providencia produtos em larga escala, a custos cada vez mais reduzidos, favorecendo as economias desenvolvidas, através da utilização insustentável de recursos naturais. Em 2012, a Comissão Europeia (CE) publicou um documento intitulado “Manifesto para uma Europa Eficiente de Recursos”, onde defendia que “num mundo com crescentes pressões sobre os recursos e o ambiente, a UE não tem escolha a não ser ir para a transição para uma economia circular eficiente dos recursos e, finalmente, regenerativa”.

Segundo a CE, a economia circular poderá ajudar a gerar uma poupança de cerca de 600 mil milhões de euros nos negócios, para além de contribuir para a redução nas emissões de CO2 e para a poupança de água e energia. De facto, até 2020, para cumprir os objetivos da agenda da Estratégia Europa 2020, pretende-se que a reciclagem de resíduos chegue aos 50%. O plano inclui, ainda, uma nova proposta legislativa para os resíduos e prevê que a economia circular crie 2 milhões de postos de emprego na Europa e um aumento de 30% na produtividade dos recursos, até 2030.

Fontes: Expresso e Lipor
Bebé a beber coca-cola

Quase 1/3 das crianças (32,3%) com menos de 2 anos bebe refrigerantes ou sumos artificiais no Brasil, concluiu a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A percentagem aumenta nas regiões com maiores rendimentos do país, no Sul (38,5%), Centro-Oeste (37,4%) e Sudeste (34,2%).

Eduardo da Silva Vaz, presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria, explica que os refrigerantes e os sumos artificiais são ricos em açúcares e não são indicados principalmente para crianças nesta faixa etária. A obesidade infantil é um problema mundial e o excesso de consumo destes produtos pode levar a diabetes na adolescência e na fase adulta. Além do problema do açúcar, estes produtos também podem levar à sobrecarga nos rins, devido à presença dos conservantes, muitas vezes com sódio.

Eduardo da Silva Vaz alerta que nem mesmo os sumos naturais são indicados em grande quantidade, uma vez que contêm altos teores de frutose, o açúcar natural das frutas. "A questão é que, para fazer um sumo de laranja, precisa de 5 laranjas. É melhor dar uma fruta para a criança comer que tem a fibra que rebate o açúcar. Não é totalmente contraindicado, mas não deve passar de 200 ml de sumo por dia".

A Pesquisa Nacional de Saúde foi feita em 64 mil domicílios em 1600 municípios do Brasil entre agosto de 2013 e fevereiro de 2014.

Fontes: Folha de S. Paulo e Portal Saúde
Y Combinator

A influente incubadora de startups de Silicon Valley, Y Combinator, vai lançar um projeto-piloto, em Oakland, para testar o rendimento básico incondicional (RBI). Participarão no estudo cerca de 100 famílias desta cidade da Califórnia, escolhida pela sua “diversidade social e económica”.

“A motivação por trás do projeto é que se comecem a explorar alternativas ao atual sistema de segurança social”, contou, ao Quartz, Elizabeth Rhodes, diretora de investigação do projeto. “Se a tecnologia eliminar os empregos ou estes continuarem a tornar-se mais precários, um número crescente de pessoas terá dificuldade em fazer face às despesas com os rendimentos do trabalho. O rendimento básico é uma forma de garantir que elas são capazes de atender às suas necessidades básicas. Não sabemos ao certo como funcionaria ou se é a melhor solução e é por isso que queremos realizar este estudo.”

O programa piloto inicial, anunciado em janeiro de 2016, terá a duração de 6 meses a 1 ano. Entre os candidatos selecionados, contar-se-ão pessoas de diferentes contextos socioeconómicas, tanto desempregados como com emprego. Cada pessoa receberá entre $1000 (885€) e $2000 (1770€), por mês, para gastar como entender, sem quaisquer condições. O Y Combinator espera recolher dados importantes com este estudo, que pretende, também, testar como o RBI afetará a felicidade, bem-estar, saúde financeira dos participantes, assim como o modo “como as pessoas gastam o seu tempo”.

Os dados recolhidos serão utilizados num estudo maior, de 5 anos. O YC Research, o “braço social” do Y Combinator, disponibilizará todos os dados, assim como os seus métodos de investigação e de análise de dados, aos investigadores, no final do estudo.

“Estou bastante confiante de que, em algum momento no futuro, (…) vamos ter uma versão [de um rendimento básico] a nível nacional”, declarou o presidente do Y Combinator, Sam Altman, na opinião de quem, a segurança económica proporcionada por um RBI poderia “dar às pessoas a liberdade para prosseguir os seus estudos ou formação, descobrir ou criar um emprego melhor e planear o seu futuro”.