Lince ibérico

Com a aproximação do incêndio que começou em Moguer, no sul de Espanha, e com o fumo a tornar-se cada vez mais asfixiante, os responsáveis do Centro de Reprodução de Linces Ibéricos de El Acebuche puseram em andamento o seu plano de evacuação.

Os pares reprodutores e as crias de lince – cinco crias e nove adultos – começaram a ser transferidos para outros centros na vizinhança.

Os restantes 11 animais, criados em jaulas e em regime de semiliberdade, linces doentes, velhos ou sem capacidade reprodutora, foram libertados. Os seus cuidadores abriram as portas das jaulas para que pudessem escapar do fogo, ficando assim entregues à sua sorte.

Urso caminha numa corda bamba

A cidade de Nova Iorque aprovou, no dia 21 de junho, a proibição dos espetáculos com animais selvagens nos circos, com 43 votos a favor e 6 contra. O decreto aguarda agora a promulgação pelo presidente da Câmara de Nova Iorque, Bill de Blasio, que já manifestou o seu apoio à medida.

“Sabemos, hoje em dia, mais sobre o tratamento adequado dos animais selvagens e exóticos do que antigamente. O entretenimento, por si só, não justifica que estes animais sejam submetidos a mais do que alguma vez deveriam ter de suportar”, defendeu Corey Johnson, membro do Conselho, que votou a favor da medida.

Ao longo dos últimos anos, a opinião pública sobre o uso de animais selvagens – como tigres, leões, elefantes e ursos – em circos tem vindo a mudar, algo para o qual as investigações de inúmeras organizações de defesa dos direitos dos animais têm contribuído, revelando o lado oculto destes espetáculos.

“Os legisladores e o público aperceberam-se de que estes animais são vítimas e não participantes de livre vontade”, disse Wayne Pacelle, presidente da organização Humane Society.

“Esta legislação garantirá que os animais estarão no seu estado natural e não confinados em [jaulas] e/ou tratados de outras formas desumanas. Igualmente importante: os seres humanos estarão a salvo de animais que poderão agir ferozmente”, declarou Rosie Mendez, membro do Conselho que durante 11 anos lutou por este desfecho.

Nos Estados Unidos, quatro estados e 125 localidades em 34 estados já proibiram ou restringiram o uso de animais selvagens em circos e espetáculos itinerantes. Há cada vez mais países e cidades a decretar proibições semelhantes, sendo a Roménia um dos mais recentes a juntar-se a esta lista em rápido crescimento.

Foto: Animals Asia




Vídeos: Algumas das técnicas de treino usadas nos circos.
Desenho de um bombeiro

Os estereótipos de género aparecem cedo, algo que se verificou quando os alunos de uma escola no Reino Unido, com idades compreendidas entre os 5 e os 7 anos, desenharam três profissões: bombeiro, cirurgião e piloto da Força Aérea.

O resultado?

Quase todos os desenhos representavam homens com nomes como Gary ou Simon e uma criança explicou que no desenho estava um homem grande e forte.
No final, quando as crianças conheceram pessoalmente três destes profissionais, ficaram admiradas, pois não correspondiam à imagem que tinham nas suas mentes.

O vídeo foi feito pela associação “Inspiring the Future”, que procura levar às escolas profissionais do sexo feminino para falarem das suas carreiras, de forma a acabarem com muitos destes estereótipos.


Gomas vegans

Gomas vegans – Biobon (100g)


Ingredientes: Xarope de glicose*, açúcar*, agente gelificante (pectina), ácido cítrico, aromas naturais, sumo concentrado de frutas* (groselhas pretas*, framboesas*, mirtilos*, airelas*, morangos*, cenoura preta*)
* Agricultura biológica certificada.


O melhor:
São biológicas;
Não têm corantes nem aromas artificiais;
Uma alternativa 100% vegetal às gomas à venda nos supermercados (aptas para vegetarianos e vegans).

O pior:
Serem adoçadas com açúcar e e xarope de glicose;
Não especificarem os aromas naturais nos ingredientes.

Preço: 2,21€ (Continente)

Aprenda a fazer gomas 100% vegetais em casa aqui.
Veja também: Depois deste vídeo ainda vai querer comer gomas?
Pessoas a cozinhar

O Centro Vegetariano, uma associação Ambiental para a Promoção do Vegetarianismo, está a preparar um estudo para ficar a conhecer quantos vegetarianos existem em Portugal.

O UniPlanet falou com esta associação para conhecer melhor este projeto.


UniPlanet (UP): O Centro Vegetariano realizou em 2007 um estudo para determinar o número de vegetarianos em Portugal. Agora, dez anos depois, vão realizar um novo estudo. Que perguntas vão fazer aos portugueses?

A intenção é repetir as mesmas perguntas de há dez anos. Ou seja, vamos perguntar com que frequência comem carne, peixe, ovos e laticínios, sendo as opções de resposta "Nunca", "Ocasionalmente" e "Frequentemente".

Escolhemos essas quatro perguntas principalmente por uma questão de rigor. Seria mais óbvio perguntar simplesmente "Qual o tipo de dieta que segue?" Mas o problema com essa pergunta é que há diferentes tipos de entendimento quanto ao que é ser vegetariano ou vegano. Ora neste caso o objetivo é apenas determinar o número de pessoas que segue uma dieta vegetal, eventualmente incluindo ou não ovos e laticínios. Portanto, ao perguntarmos com que frequência consomem determinado tipo de alimentos podemos obter mais dados e de melhor qualidade, com apenas quatro perguntas muito claras e rápidas de responder.



UP: Relativamente aos resultados da análise realizada em 2007, que diferenças estão à espera de encontrar em 2017?

Isso é para nós uma grande incógnita. Parece-nos óbvio que há agora muito mais informação sobre alimentação saudável, maior facilidade em encontrar produtos diversificados, muito maior oferta de refeições vegetarianas nos restaurantes e cantinas, além até de um enquadramento legislativo que reconhece o direito à alimentação vegetariana nas cantinas. Mas permanece a dúvida se há um aumento proporcional no número de pessoas que optam exclusivamente pela alimentação vegetariana ou vegana, ou se esse aumento é inferior ou superior. No fundo é isso que queremos saber ao certo. Mas do estudo vamos retirar bastante mais dados, tal como há dez anos atrás.
Logo do Centro Vegetariano

UP: Quais são os custos associados a este estudo?

O custo depende essencialmente da qualidade e dimensão da amostra, bem como da forma de realização do questionário. Temos neste momento várias opções, com custos desde pouco mais de dois mil euros até mais de quinze mil. As opções mais baratas correspondem a amostras mais pequenas ou de menor qualidade estatística, as mais caras a amostras melhores e de maior dimensão. Naturalmente, quanto maior e melhor a amostra mais reduzida será a margem de erro e melhor confiança podemos ter no resultado. O estudo de 2007 foi feito pela AC Nielsen, com 2000 inquéritos presenciais, sendo esperada uma margem de erro de 2,2 % para um intervalo de confiança de 95% no resultado. Este ano queríamos fazer pelo menos com a mesma qualidade. Mas a decisão final vai depender dos apoios que conseguirmos reunir, se tivéssemos de decidir neste momento teríamos de tomar uma opção mais económica.


UP: De que forma podemos ajudar na realização deste estudo?

A forma mais fácil será através de donativo para o IBAN PT50 0035 0567 00037625930 06 (conta da CGD). Em jeito de reconhecimento o Centro Vegetariano vai depois manter um agradecimento público a todos os apoiantes que não prefiram permanecer anónimos. Quem pretender apoiar pode contactar diretamente para observatorio@centrovegetariano.org.
Cartaz do Festival

O ObservArribas – Festival Ibérico de Natureza das Arribas do Douro vai apresentar, de 23 a 25 de junho, cerca de 50 atividades, como caminhadas para ver grifos, águias e outras aves de rapina, passeios de canoa no meio do Douro ou ver as Arribas do Douro numa subida de balão de ar quente.

A SPEA e os vários parceiros prepararam várias atividades de observação e identificação de cantos de aves, passeios ornitológicos e botânicos, anilhagem científica de aves, birdwatching em caiaque ou um cruzeiro pelas Arribas do Douro, para dar a conhecer a biodiversidade e beleza únicas do Parque Naturais do Douro Internacional e dos Arribes del Duero, área de ação do projeto Life Rupis.

O Life Rupis é um projeto para a proteção e conservação do britango e da águia-perdigueira nas Arribas do Douro, coordenado pela SPEA.
Durante o ObservArribas poderá também conhecer algumas das ações a decorrer no terreno, como as visitas aos pombais tradicionais recuperados, assistir a uma sessão de alimentação suplementar de abutres, conhecer a brigada canina essencial na luta contra os venenos ilegais ou participar num seminário de turismo nas Arribas do Douro.

Conheça a flora das Arribas do Douro, aprenda técnicas de recuperação de aves selvagens ou aumente a sua capacidade de identificação de cantos de aves. São muitos os motivos para visitar o Douro Internacional.

ObservArribas
23 e 25 de junho
Miranda do Douro
Parque Natural do Douro Internacional

esquilo-voador

Investigadores norte-americanos descobriram uma nova espécie de esquilo-voador – a terceira da América do Norte e a 45ª do mundo. A nova espécie, designada de esquilo-voador-de-Humboldt ou Glaucomys oregonensis, foi descrita na revista científica Journal of Mammalogy.

“Durante 200 anos assumimos que só tínhamos uma espécie de esquilo-voador no noroeste – até que analisámos, pela primeira vez, o genoma nuclear, para além do ADN mitocondrial”, conta Jim Kenagy, coautor do estudo e professor da Universidade de Washington.

“Foi uma descoberta surpreendente”, comenta.

O esquilo-voador-de-Humboldt vive na costa do Pacífico da América do Norte, distribuindo-se por uma região que vai desde o sul da Colúmbia Britânica até às montanhas do sul da Califórnia.

Antes de Brian Arbogast, autor do estudo, ter decidido analisar a genética dos espécimes que se encontravam nas coleções do Museu de Burke de História Natural e Cultura, os biólogos acreditavam que estes esquilos pertenciam à espécie Glaucomys sabrinus ou esquilo-voador-do-norte.

Isto faz com que o esquilo-voador-de-Humboldt seja uma "espécie críptica" – uma espécie que costumava ser classificada como outra, devido ao facto de ambas serem morfologicamente semelhantes.

O novo estudo revelou ainda que o esquilo-voador-do-norte e o de Humboldt partilham algumas partes do seu território, o que, segundo os autores, abre a hipótese de que se venham a descobrir indícios de hibridação entre as duas espécies, em estudos futuros.

Os agora três esquilos-voadores da América Central e do Norte são animais noturnos, que vivem em habitats de floresta. Estes pequenos mamíferos planam de árvore em árvore, estendendo as suas membranas de pele cobertas de pelo, que vão desde o pulso do pata da frente ao tornozelo da pata traseira. A sua cauda ajuda-os a elevarem-se e a mudarem de direção.

As proezas de "voo" destes animais são impressionantes: são capazes de planar ao longo de uma distância de até 100 metros e de mudar de direção no ar, usando a sua cauda como leme e movendo os seus membros de forma a manipularem a forma e tensão das suas membranas.

Foto: Nick Kerhoulas


Vídeo: Como os esquilos-voadores planam
Energia eólica

Em 2016, a energia eólica pesou 20% no total de eletricidade produzida em Portugal. Segundo os dados divulgados pelo Eurostat, no dia 19 de junho, Portugal ocupa a quarta posição na União Europeia na produção de energia eólica, depois da Dinamarca (43%), Lituânia (27%) e da Irlanda (21%). Os últimos lugares são ocupados por Malta, Eslovénia, Eslováquia e a República Checa com produções inferiores a 1%, conta o Jornal de Negócios.

Na União Europeia, em 2016, a energia eólica correspondeu a 10% da produção de eletricidade (quarta maior fonte elétrica) por oposição a 2005, em que correspondia a 2%.

Entre 7 de maio e 11 de maio de 2016, Portugal funcionou apenas com a energia da chuva e do vento.
Plásticos encontrados numa praia
Plástico encontrado numa praia

As garrafas, sacos e embalagens de plástico que usamos durante apenas alguns minutos são feitos de um material que foi concebido para durar uma eternidade.
Até 2050, haverá mais plástico no mar do que peixes (por peso) e 99% das aves marinhas terão pedaços deste material no seu aparelho digestivo.

Hoje em dia, o plástico está em todo o lado. “Só precisamos de olhar à nossa volta para o que nos rodeia – os nossos computadores têm plástico, os nossos sacos e os nossos copos também. Todas estas coisas podem vir a acabar no oceano”, explica a cientista Lucy Woodall.

O plástico não invadiu só os oceanos. Vários estudos têm revelado a sua presença em rios, lagos, solos agrícolas e na nossa comida. Os cientistas também admitem a possibilidade de estarmos a respirar microplásticos.
plásticos descartáveis

O desafio "julho sem plástico"

A iniciativa Plastic Free July (“julho sem plástico”) criou um desafio que tem como objetivo sensibilizar as pessoas para o problema da poluição de plástico no mar e encorajá-las a mudarem os seus hábitos de consumo, enquanto exploram alternativas mais sustentáveis.

O desafio é simples: durante o mês de julho, diga não aos plásticos descartáveis, como os sacos de compras, copos, talheres, palhas e embalagens de plástico. Resumindo, todos os produtos que tenham sido criados para serem utilizados uma vez e depois descartados.

Pode participar durante um dia, uma semana ou todo o mês. Se o desafio parecer demasiado difícil, experimente recusar apenas o top 4: sacos, garrafas, palhas e copos descartáveis de plástico.

Junte-se a mais de 60 000 pessoas, escolas e organizações de 130 países que já participaram e não se esqueça de convidar os seus amigos.

Plastic Free July

Porque deve participar

Todas as peças de plástico criadas, com exceção de uma pequena quantidade que foi incinerada, ainda existem algures no nosso planeta. Nos primeiros 10 anos deste século produziu-se mais plástico do que durante todo o último século.

O plástico que usamos “escapa” dos contentores e camiões de lixo, dos aterros e das ruas e, pela ação do vento e da chuva, vai parar às zonas costeiras e ao mar.

Segundo as Nações Unidas, cerca de um milhão de aves e cem mil mamíferos marinhos perdem as suas vidas, todos os anos, vítimas do plástico. Estes animais ficam presos ou ingerem os detritos, morrendo estrangulados, com lesões ou de fome.

Como reduzir o plástico que usa no seu dia-a-dia

Faça compras a granel ou avulso e leve os seus próprios sacos de tecido para as lojas. Pode pesar os legumes ou frutas em sacos de rede. Dê preferência aos produtos com embalagens de cartão ou vidro.

Diga não aos plásticos descartáveis, incluindo palhas, talheres, sacos, e pratos de plástico, entre outros. Substitua-os por artigos reutilizáveis, como sacos de tecido, garrafas reutilizáveis, pratos de bambu e palhas de vidro ou inox.

Não deite cotonetes na sanita e não compre produtos de limpeza ou cosméticos – como esfoliantes – que contenham micropartículas de plástico. Se quiser, também pode ler o nosso artigo sobre como reduzir a quantidade de microfibras de plástico que a sua roupa liberta, durante a lavagem, para o mar.
vegetais

Segundo um estudo encomendado pelo Parlamento Europeu, os resíduos de pesticidas nos alimentos que comemos podem causar danos no nosso cérebro. Os investigadores avisam que os atuais níveis de exposição aos pesticidas têm “custos muito elevados”, particularmente para as crianças e mulheres grávidas.

O relatório é uma análise de vários estudos e dados científicos sobre o impacto da alimentação biológica na saúde humana e a potencial contribuição das práticas de gestão biológicas para o desenvolvimento de sistemas alimentares saudáveis.

De acordo com o relatório, há cada vez mais indícios de que os resíduos de inseticidas estão a ter efeitos adversos no cérebro e a reduzir o quociente de inteligência (QI) da população. O relatório também suscita preocupações quanto à possibilidade destes químicos causarem cancro e danos ao sistema reprodutor.

Um estudo norte-americano citado no trabalho descobriu que as crianças cujas mães apresentavam vestígios de organofosfatos na urina, durante a gravidez, possuíam uma maior probabilidade de ter um “desenvolvimento mental desfavorável aos dois anos de idade, problemas de atenção aos três anos e meio assim como aos cinco anos e um desenvolvimento intelectual inferior por volta dos sete anos”.


Foto: Peggy e Marco Lachmann-Anke

Embora os pesticidas sejam produtos fortemente regulamentados na Europa, o relatório argumenta que a sua regulamentação tem sido insuficiente, conta o Daily Telegraph. Apesar de os produtos fitofarmacêuticos serem submetidos a “uma avaliação de riscos exaustiva antes de serem lançados no mercado (…) continuam a existir grandes lacunas”, dizem os investigadores.

Pelo menos 100 pesticidas diferentes são conhecidos por causarem efeitos neurológicos adversos e, por conseguinte, deve-se suspeitar de que todas estas substâncias também sejam capazes de causar danos nos cérebros em desenvolvimento”, diz o relatório, realizado pela Unidade de Estudos Científicos Prospetivos do parlamento, dirigida pela Universidade de Cientistas Agrícolas da Suécia.

“É possível que estes efeitos nocivos sejam duradouros e uns dos principais resultados serão os défices cognitivos, frequentemente manifestados em termos de perdas de pontos de QI. O conjunto de provas e indícios sugere que os custos das atuais exposições a certos pesticidas na UE elevam-se a um mínimo de 125 mil milhões de euros por ano, calculados a partir das perdas de rendimento vitalício devido à diminuição dos quocientes de inteligência, associada à exposição pré-natal.”

Os investigadores acreditam que este valor é “quase de certeza um cálculo abaixo da realidade”, já que não tem em consideração a possível contribuição dos pesticidas para doenças como a de Parkinson, diabetes e alguns tipos de cancro.



Os cientistas recomendam que a exposição a frutas e vegetais não biológicos seja limitada, particularmente no caso de crianças e mulheres grávidas.

“Os dados analisados neste relatório mostram que é desejável uma menor exposição da população geral [aos pesticidas] (...), face às descobertas dos estudos epidemiológicos que indicam que os atuais níveis de exposição têm custos muito elevados, conclui o trabalho de investigação.

“Diversas práticas na agricultura biológica, em particular a escassa utilização de pesticidas e antibióticos, trazem benefícios para a saúde humana”, escreveu Axel Mie, investigador que liderou o estudo.

“Existem indícios de que as culturas biológicas possuem um teor de cádmio inferior ao das culturas convencionais, devido às diferenças de utilização de fertilizantes e da matéria orgânica do solo, uma questão que é muito relevante para a saúde humana”, disse Ewa Rembiałkowska, professora da Universidade de Varsóvia.

“Consideramos que as pessoas que preferem comida biológica também têm preferências dietéticas mais saudáveis, de um modo geral, incluindo mais vegetais, frutas e produtos integrais e menos carne. Estes padrões também são favoráveis, numa óptica de sustentabilidade ambiental”, disse Johannes Kahl, professor.

O relatório sugere ainda que existe uma ligação entre o consumo de alimentos biológicos e um menor risco de doenças alérgicas, assim como possíveis benefícios para as pessoas que sofrem de obesidade.