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O governador do estado de Nova Iorque, Andrew Cuomo, promulgou, em abril, uma lei que prevê que os estudantes que frequentem as universidades públicas do estado possam estudar de forma gratuita, o que torna Nova Iorque o primeiro estado norte-americano a oferecer as propinas durante a totalidade dos quatro anos dos cursos universitários.

“Estamos a recuperar a promessa do Sonho Americano para a próxima geração e a consolidar um caminho arrojado de acesso e oportunidade para o resto do país seguir”, declarou o governador. “Sendo que o ensino superior é agora uma necessidade para se ser bem-sucedido na economia atual, orgulho-me de promulgar esta legislação inédita no país, que tornará o ensino superior acessível.”

O dinheiro da bolsa estará disponível exclusivamente para as despesas diretamente ligadas à educação, o que significa que os estudantes terão de procurar outras formas de pagar o alojamento, a alimentação e outras despesas indiretas. À semelhança do que acontece noutros estados, os estudantes só receberão subsídios destinados à educação para cobrir os custos que não sejam pagos por outras bolsas de estudos, conta a PBS.

Para que os estudantes sejam elegíveis para a bolsa, o valor auferido pelos seus agregados familiares tem de ser inferior a 100 000 dólares (93 000 euros) por ano – um valor que subirá até aos 125 000 dólares em dois anos. Os estudantes terão de viver e trabalhar no estado durante o mesmo número de anos em que receberam o apoio. Caso isto não se verifique, a bolsa converter-se-á num empréstimo.

Também terão de estar inscritos em regime de tempo integral, embora cerca de um terço dos alunos das universidades públicas de Nova Iorque estejam inscritos em regime de tempo parcial, e de completar 30 créditos por ano para continuarem a ser elegíveis. Regra geral, 30 créditos equivalem, nos EUA, a um ano completo, com todas as disciplinas aprovadas.

Estas restrições estão a ser criticadas por vários professores universitários, mas há quem as veja com bons olhos e considere o programa um exemplo a ser seguido por outros estados que queiram promover o ensino superior.

“O requisito de 30 créditos do programa – que tem sido criticado por alguns – é uma estratégia provada para subir a pontuação média de desempenho académico, aumentar as taxas de continuação dos estudos e, em última análise, incentivar a conclusão do ensino superior no estado”, defendeu Tom Sugar, presidente da organização Complete College America.


Escova de dentes com cabeças substituíveis da Yaweco


O melhor:
Não ser preciso substituir toda a escova de dentes, basta substituir a cabeça;
Não ter HAP, ftalatos ou bisfenol;
Permitir uma boa lavagem dos dentes.

O pior:
Ser feita de plástico.


Preço: 2,29€ (escova de dentes) e 3,29€ (4 cabeças para a escova) - Celeiro







Segundo um estudo da Universidade de Vigo, as plantações de eucaliptos reduzem a diversidade de macroinvertebrados em pequenos ribeiros florestais. Os investigadores descobriram também que os ribeiros cujas bacias hidrográficas estão maioritariamente cobertas por eucaliptais apresentam uma maior probabilidade de secar completamente no Verão.

O estudo, publicado na revista científica Animal Biodiversity and Conservation, analisou os efeitos das alterações do uso do solo e, em particular, das plantações de eucaliptos nos ecossistemas fluviais de 16 afluentes do rio Lérez (em Pontevedra, Espanha).

A equipa de investigadores contou os macroinvertebrados e identificou-os até ao nível da família. Estes animais invertebrados, tais como moluscos, crustáceos, insetos e anelídeos, habitam principalmente sistemas de água doce e são indicadores da qualidade da água, para além de serem fundamentais para toda a cadeia trófica dos ecossistemas fluviais.

O uso do solo foi classificado, utilizando fotografias aéreas, em cinco categorias diferentes: bosque autóctone, zona agrícola, matagal e zona urbana.

Os cientistas descobriram que a diversidade de macroinvertebrados aumentava com o tamanho da bacia hidrográfica e com a proporção de superfície da bacia coberta por bosque autóctone. Por outro lado, a riqueza de macroinvertebrados, assim como a sua diversidade, diminuía à medida que aumentava o solo ocupado por eucaliptos.

Constatou-se assim que, quantos mais eucaliptos havia numa bacia, menor era a diversidade e riqueza de espécies lá, conta o jornal Galicia Confidencial.


Regato de Maneses | Foto: Universidade de Vigo

Outra descoberta feita no estudo, dirigido por Adolfo Cordero Rivera, diretor do Laboratório de Ecologia Evolutiva e de Conservação da Faculdade de Engenharia Florestal da Universidade de Vigo, foi a de que os regatos cujas bacias de drenagem estão cobertas principalmente por eucaliptais apresentam uma maior probabilidade de secar completamente no Verão.

Os cientistas notaram que a temperatura média das águas dos ribeiros subia quando o número de eucaliptos aumentava, já que, por um lado, os ribeiros que passam por eucaliptais têm menos caudal e, por outro, são menos sombreados por estas árvores. Isto faz aumentar a temperatura da água e a evaporação.

De facto, dos 16 ribeiros estudados, os que se localizavam em zonas exclusivamente dominadas por eucaliptais secaram completamente no Verão. O mesmo não se verificou no caso dos que se localizavam em zonas de bosque autóctone.

As descobertas deste estudo juntam-se às de trabalhos anteriores, os quais concluíram que as plantações de árvores de crescimento rápido afetam os recursos hídricos.
Para minimizar os efeitos da silvicultura industrial, os autores sugerem que a manutenção ou recuperação de bosques ribeirinhos poderia mitigar as repercussões das monoculturas intensivas de eucaliptos.


O Fashion Revolution é um movimento global que nos desafia a olhar para as etiquetas e a perguntar: quem fez a nossa roupa?
O UniPlanet falou com Salomé Areias, coordenadora do Fashion Revolution em Portugal, para ficar a conhecer melhor esta iniciativa.


UniPlanet (UP): Como nasceu o movimento Fashion Revolution?

O movimento Fashion Revolution começou no Reino Unido, pelas mãos da Carry Somers e Orsola de Castro que, tal como milhares de pessoas em todo o mundo, assistiram a 24 de abril de 2013 ao ruir do Rana Plaza em Dhaka, Bangladesh, que provocou mais de mil mortes e 2500 feridos - um evento trágico sem precedentes causado pela grande pressão do ocidente em produzir muita roupa, a baixo preço, sob fracas condições, tão rápido quanto possível. Assim surgiu a necessidade de criar elos fortes de ligação na indústria da moda, entre os seus consumidores, criadores, operários e organizações comerciais e políticas em prol da transparência, sustentabilidade e justiça no sector, a fim de evitar que um evento desta natureza jamais voltaria a acontecer.



UP: Qual é a sua opinião sobre a indústria da moda hoje em dia? Porque é importante sabermos quem fez a nossa roupa?

A moda é amplamente subestimada e entendida como algo fútil, supérfluo, mas extasiante. Em grande parte, é com base neste estigma (alimentado pelos media e pela necessidade de acelerar as tendências de moda e aumentar as vendas) que surge uma falta de respeito pela roupa que usamos, cada vez mais descartável e de baixa qualidade. Na verdade, o adorno responde a necessidades básicas humanas, tal como a auto-estima, proteção, sentido de pertença – tudo fatores vitais para a construção social.

Hoje em dia a pressão para gerar lucro infinitamente, num contexto em que os recursos materiais são finitos e a mão-de-obra tem limites, obriga as marcas de moda a explorar ininterruptamente ou a morrer, num mercado cada vez mais competitivo. Por outro lado, em poucas décadas neste formato económico, o consumidor perdeu a sua liberdade sem se dar conta, assistindo à extinção do artesanato e à supressão da oferta de produtos sustentáveis, inebriados pela oferta barata.

Pouco lhe resta senão corroborar com a cultura do consumo rápido, que lhe ensinou a ter muito pagando muito pouco, relativizando o estrago ambiental, o sofrimento de quem faz a roupa, e a estagnação das ideias para novos produtos, que não se multiplicam neste formato estéril.‘Longe da vista, longe do coração’: só quando conhecermos a história das nossas roupas e só quando reflectirmos sobre o seu destino, é que vamos reconhecer o nosso peso na equação quando as compramos, quando as desenhamos, quando as criamos, quando as distribuímos, quando as publicitamos.
O movimento #WhoMadeMyClothes é a arma que o Fashion Revolution usa para lutar pela transparência. Acreditamos que as pessoas que fazem as nossas roupas têm de sair do anonimato, as técnicas devem ser valorizadas, a atividade económica estimulada, os ecossistemas e tempo de produção respeitados.




UP: Vai decorrer, de 24 a 30 de abril, a Fashion Revolution Week. Quer falar-nos um pouco sobre o programa?

Nesta edição, para além de repetirmos alguns eventos de sucesso como o Swap Market, conferência sobre “Como consumir sustentável e justo em Portugal”, e workshops vários no fim de semana de 29 e 30 de abril, juntámo-nos à Montra e criámos o Mercado Justo e Sustentável, que vai ter lugar no Mercado de Arroios nos mesmos dias. Devido a várias sinergias que surgiram com escolas em Lisboa, foi possível criar também um programa riquíssimo de palestras e workshops ao longo da semana de 24 a 28 de abril a acontecer na Faculdade de Arquitectura de Lisboa, E. S. José Gomes Ferreira, E. S. Leal da Câmara e E. S. António Arroio. Juntem-se também a nós no dia 25 de abril, na Gulbenkian, no Dialogue Café para falar sobre moda sustentável e sobre como devemos repensar o sistema de moda.





UP: O que podemos fazer para que as nossas compras de roupa sejam mais éticas e sustentáveis?

Perante a necessidade em adquirir roupa, se o consumidor já descartou a hipótese de reutilizar ou reformar a roupa que já tem ou de trocar de roupa com familiares e amigos, a decisão de compra pode ainda passar por produtos em segunda mão. A compra é uma mensagem poderosíssima que o consumidor envia às marcas, um sinal verde para produzirem mais e mais, dentro dos valores que as próprias marcam advogam.

Por isso é tão importante questionar esses valores. A compra em segunda mão tem um impacto importante na medida em que, por um lado estamos a prolongar a vida de algo que já foi produzido, e por outro estamos a optar por um produto que geralmente tem maior durabilidade (regra geral, quanto mais antiga a roupa é, melhor a qualidade de confecção e material, devido à evolução da obsolescência planeada que se verificou ao longo do último século). No caso da compra de um novo produto, a estimulação da economia local é profícua para toda a comunidade, incluindo designers, makers, produtores da matéria-prima e consumidores.

O consumidor pode questionar sobre a origem dos produtos e perceber o impacto que está a criar no ambiente e no desenvolvimento económico das comunidades envolvidas e perceber se está de acordo com esse sistema. Existem marcas de moda sustentável um pouco por todo o mundo, e é possível comprar estes produtos online. Este tipo de comportamento de consumo requer mais tempo e um olhar mais analítico sobre o mercado, mas no fim compensa pela qualidade, pelo respeito à arte e pelo designer, pela durabilidade, e pela ligação emocional.




UP: Como podemos saber se um produto se enquadra nestas duas categorias?

Não é possível saber com toda a certeza enquanto não testemunharmos todo o processo, nem haverá um produto totalmente sustentável. É importante em primeiro lugar aceitar esta verdade, para que possamos começar a caminhada com um primeiro passo. É importante tentar e começar por algum lado. No momento da compra, o vendedor é a primeira pessoa que nos pode ajudar, e só o facto de questionarmos sobre a origem do produto a cada compra, já é um passo impactante.

Se puder conhecer o produtor ou artesão e saber que o seu trabalho é justamente remunerado e se lhe oferece todas as condições para evoluir e sustentar a sua comunidade, essa compra abrirá portas para o desenvolvimento económico, social e ambiental. Uma rápida pesquisa no site oficial das marcas, ou em fóruns com reviews pode esclarecer algumas dúvidas em segundos.

É importante que a marca respeite por um lado a sustentabilidade da extracção da matéria-prima, protegendo os ecossistemas, e por outro a ética no local de trabalho que permitirá aos artesãos/designers desenvolverem-se pessoal e profissionalmente, contribuindo para a inovação e desenvolvimento económico local. Toda a gente pode seguir o movimento online do Fashion Revolution e perguntar às marcas das suas roupas #WhoMadeMyClothes. As respostas que as marcas dão a estes pedidos não são tão raras quanto as pessoas pensam. Experimentem!




UP: O que esperam que as pessoas aprendam durante a Fashion Revolution Week?

Esperamos que as pessoas tentem entender o seu próprio comportamento de consumo, identifiquem as dificuldades em obter o que procuram, ganhem uma maior perspectiva sobre a vida do produto e sobre a energia que é investida para que o produto chegue às suas mãos, e sobretudo que pensem em soluções que respeitem todos os processos da sua produção. Nos eventos do Fashion Revolution Week em Portugal, os participantes vão poder aprender a fazer/reformar a sua própria roupa de forma criativa e a trocar roupa com outras pessoas (e assim acrescentar duas alternativa que pode preceder a decisão de compra), conhecer artesãos e designers nacionais e promover a economia local no Mercado Justo e Sustentável, e estabelecer novos contactos que podem ser profícuos para a produção sustentável, entre designers, consumidores e makers. Queremos que, acima de tudo, todos sintamos que temos uma quota parte de responsabilidade, e que todos temos uma voz para sugerir novas ideias.


UP: Onde podemos encontrar mais informação sobre o Fashion Revolution Portugal?

Podem saber tudo sobre a semana do Fashion Revolution Portugal na nossa página do Facebook e também seguir-nos no Instagram e Twitter.




A Nova Zelândia juntou-se ao Canadá, EUA e Reino Unido, ao decidir proibir a utilização de micropartículas de plástico em cosméticos e produtos de cuidado pessoal. A proibição entrará em vigor no dia 1 de julho de 2018 e, em caso de incumprimento, as empresas serão penalizadas com multas que podem ultrapassar os 65 mil euros.

As micropartículas de plástico são minúsculas peças deste material, normalmente de polietileno ou de polipropileno, usadas numa grande variedade de produtos de cuidado pessoal, como esfoliantes, gel de duche, máscaras faciais, sabonetes, batons e pasta de dentes.

Um só banho pode originar a entrada de 100 mil destes microplásticos no oceano, já que, devido às suas dimensões reduzidas, eles passam facilmente através dos filtros das ETAR (estações de tratamento de águas residuais). Acabam, deste modo, por chegar aos rios e ao mar, onde são ingeridos pela fauna aquática, que os confunde com comida.

A nova legislação foi anunciada pelo ministro do Ambiente da Nova Zelândia, que, durante uma conferência de imprensa, expressou o seu desagrado pela lentidão com que a indústria caminha em direção a uma proibição destas micropartículas.

“Algumas empresas já anunciaram que têm a intenção de as eliminar progressivamente. Apesar destes compromissos, fiquei surpreendido, hoje, ao ver uma variedade tão grande de dezenas e dezenas de produtos, tudo, desde champôs, gel de limpeza facial, creme de barbear, protetor solar e pasta de dentes, com estas micropartículas”, disse.

A Greenpeace relembra que também é necessário garantir que a proibição não deixe de fora outros produtos, como detergentes para a limpeza da casa, que também podem conter micropartículas de plástico. “Vimos outros países, como os Estados Unidos, usarem definições restritas que permitem que imensos produtos desagradáveis permaneçam nas prateleiras. Não podemos deixar que isso aconteça na Nova Zelândia”, declarou a organização.

Foto: Instituto Real de Tecnologia de Melbourne


Vídeo: A História das Coisas – Micropartículas de plástico


Vai decorrer, até ao dia 22 de abril, a “Semana Pergunte pelo Bio”, com eventos em Lisboa, Cascais, Mafra, Moita, Loures, Ourém, Rio Maior, Leiria, Gouveia, Alter do Chão, Lagos, Aljezur, Loulé, Vila Real, Porto, Braga, Bragança e Mirandela.

Esta semana, promovida pela Agrobio numa coprodução com a Quercus, pretende divulgar o consumo sustentável não só na área das hortofrutícolas como também da roupa e dos cosméticos.

O tema desta 2ª edição será “A Importância da Certificação”.
“O consumidor, não podendo estar presente no processo de produção, necessita de um mecanismo que salvaguarde que o produto é de facto biológico. Quem compra bio é muitas vezes movido por uma vontade altruísta e precisa de comprovativos de que esses ensejos são correspondidos”, explica a Agrobio.

Nos diferentes pontos do país serão projetados filmes do festival Cine Eco de Seia, um dos parceiros da iniciativa.

Veja o Programa completo aqui



E se proteger a natureza fosse tão simples como dizer aos seus filhos para irem lá para fora brincar? Isto é o que sugere um novo estudo da Universidade de British Columbia (UBC). É provável, diz a sua autora, Catherine Broom, que as crianças que brincam ao ar livre se preocupem mais com a natureza em adultos do que as que não passam tempo no exterior.

Para o estudo, foram entrevistados estudantes universitários com idades compreendidas entre os 18 e os 25 anos. 87% dos estudantes que tinham brincado ao ar livre enquanto crianças afirmaram que continuavam a nutrir afeto pela natureza depois de terem crescido. Destes, 84% disseram que cuidar do ambiente era uma prioridade.

“O desenvolvimento de experiências positivas na natureza, desde a infância, pode influenciar as nossas atitudes e comportamento em relação à natureza em adultos”, explica Catherine Broom, professora assistente na UBC. “O que descobrimos nesta investigação sugere que proporcionar experiências da infância positivas na natureza, como programas escolares ao ar livre, pode ajudar a desenvolver a preocupação para com o ambiente em adultos.”



"Amnésia ambiental geracional"

Peter Kahn, psicólogo da Universidade de Washington, vê com preocupação a ausência extrema de contacto com a natureza que se verifica nas vidas das crianças das grandes metrópoles, o que, na sua opinião, está a favorecer uma “amnésia ambiental geracional”.
“Se uma pessoa cresce habituada à sociedade de asfalto e ainda por cima herda um mundo com uma natureza muito mais degradada do que a da qual desfrutaram os seus antepassados, e mais inacessível, considera que isso é normal”, contou ao El Mundo. “É difícil preocupar-se em salvar a natureza quando não se interage com ela”, concluiu.

Catherine Broom acredita que as escolas e as atividades escolares deveriam unir experiências positivas na natureza à aprendizagem e à reflexão, que motivarão os alunos a participar na proteção do ambiente, por exemplo, ao reciclar, apagar as luzes e através do desenvolvimento de hábitos de consumo mais sustentáveis.

“Os alunos precisam de aprender e compreender conscientemente que as decisões que tomamos todos os dias, como o sítio onde compramos a nossa comida e a forma como usamos os recursos naturais da Terra, podem influenciar o nosso ambiente”, disse a investigadora.



Hoje, dia 18 de abril, foi transmitido em direto a opinião legal dos juízes do Tribunal Monsanto, em Haia, na Holanda.

O Tribunal Monsanto é uma iniciativa internacional da sociedade civil com o objetivo de responsabilizar a Monsanto por violações dos direitos humanos, por crimes contra a humanidade e por ecocídio. Juízes eminentes ouviram depoimentos de vítimas e proferiram um parecer consultivo, seguindo os procedimentos do Tribunal Internacional de Justiça.

Veja as suas conclusões no vídeo em baixo.



Luís Correia, presidente do Conselho de Administração dos Serviços Municipalizados de Castelo Branco (SMAS), afirmou que os serviços adquiriram um equipamento de monda térmica para reduzir a utilização de herbicidas no concelho.

“Os SMAS adquiriram equipamento de monda térmica cujo objetivo se insere no caminho que estamos a fazer para a redução da utilização de herbicidas no concelho de Castelo Branco”, explicou. “Queremos ir ao encontro das boas práticas ambientais disponíveis e reduzir a utilização de herbicidas”.

“Castelo Branco tem agora uma solução mista, com monda térmica e uso de um herbicida biológico que é inócuo, abandonando o glifosato que já foi provado ser cancerígeno”, afirmou Samuel Infante da Quercus.

Fonte: Jornal do Fundão
Foto: Reconquista