Horta

Paris inaugurou a maior horta urbana do mundo, sobre os telhados do Parque de Exposições de Versalhes, no sul da capital. A Nature Urbaine vai ocupar um total de 14 mil metros quadrados.

Utiliza a aquaponia e aeroponia que não necessitam de terra, tornando a estrutura mais leve e mais adequada para um telhado.

Na Nature Urbaine, as plantas crescem em colunas verticais de PVC e bambu. Por enquanto, já estão plantados quatro mil metros quadrados com 20 espécies diferentes que são regadas e adubadas automaticamente sem o uso de pesticidas, sendo que 90% da água utilizada é reciclada.

“Aqui nesta coluna, por exemplo, vemos acelgas a crescer, mas também temos flores, como as capuchinhas, que colocamos para atrair polinizadores”, conta Sophie Hardy, coordenadora da iniciativa. “Uma coisa que nos surpreendeu quando chegamos é que não havia nenhum inseto. Nada. Ficamos até um pouco preocupados, no início. Percebemos que, alguns meses depois de nos instalarmos aqui, que já temos abelhas, joaninhas, borboletas.”

“Temos computadores que gerem tudo. Recebemos alertas pelo telefone quando há algum problema. Tudo é eletrónico”, informa Kahlia Gauthier, técnica agrónoma. “Ganhamos muito tempo ao não trabalhar diretamente a terra. Não temos ervas daninhas, por exemplo.”

Uma parte do telhado conta também com jardins partilhados que são alugados a chefs, hotéis e a moradores da zona, que podem plantar e participar em cursos de agricultura.

As frutas e legumes são consumidos no recém inaugurado bar e restaurante Le Perchoir e o restante é vendido em mercados de bairro.

“Os legumes não estão poluídos. A poluição entra nas plantas pelas raízes, e no nosso caso, as raízes ficam protegidas dentro das colunas”, explica a coordenadora. “Além disso, estamos num telhado a 15 metros de altura. Os metais pesados não chegam a esta altura. Quanto às partículas finas expelidas pelos carros, basta lavar as frutas e legumes normalmente para os podermos consumir.”

O objetivo é que, em dois anos, todo o telhado do pavilhão 6 do Parque de Exposições esteja ocupado com hortas.

Gaivota com máscara descartável

As máscaras e as luvas descartáveis estão a contribuir para a poluição marinha.
Nesta foto, uma gaivota apanhou uma máscara descartável no porto de Dover, Inglaterra.

Foto: Peter Nicholls | REUTERS
Estufas

O Movimento "Juntos Pelo Sudoeste" lançou um vídeo e uma campanha de crowdfunding no 32º aniversário do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (PNSACV), como Área Protegida (Decreto-Lei 241/88, de 7 de julho).

O vídeo dá a conhecer o “avanço galopante e descontrolado da indústria agrícola, nomeadamente as culturas cobertas por quilómetros de plástico” e “o claro incumprimento do objetivo de preservar os valores naturais existentes e regular e fiscalizar a ocupação do solo de uma das zonas costeiras mais valiosas na Europa”.

Fotografias de satélite mostraram grandes áreas cobertas por estufas nesta área protegida. Uma área equivalente a cerca de 1600 campos de futebol, que pode triplicar até 4800, segundo o movimento.

A campanha de crowdfunding pretende “financiar uma abordagem judicial a este problema, uma vez que não têm surtido efeito até à data os apelos que têm sido feitos às entidades envolvidas para que se estabeleça um diálogo sério e equilibrado sobre o presente e o futuro deste território”.


Beatas de cigarro

A partir de 3 de setembro de 2020 acaba o período de transição e quem atirar beatas de cigarro (bitucas no Brasil) para o espaço público pode apanhar uma coima entre €25 e €250.

A lei n.º 88/2019 foi publicada a 3 de setembro de 2019 em Diário da República e tem como objetivo a "redução do impacto das pontas de cigarros, charutos ou outros cigarros no meio ambiente".

Os cafés e os restaurantes que não colocarem cinzeiros à disposição dos clientes podem ter coimas entre 250€ e €1500. As empresas de transportes públicos são obrigadas a colocar cinzeiros em todas as paragens e zonas de embarque para evitarem que as beata dos cigarros se acumulem no chão.

A fiscalização fica a cargo da ASAE, a GNR, a PSP e a Polícia Marítima.
Comida descartada

Hugo Breda e João Relógio, da produtora Swag On, denunciaram num vídeo a colocação de comida em boas condições no lixo de um dos supermercados Pingo Doce de Lisboa.

"Ficamos ofendidos por não haver respeito pela situação que o país passa e decidimos expor a situação", contou Hugo Breda, ao Dinheiro Vivo.
No caixote do lixo do Pingo Doce encontraram 40 quilos de pão embalado, vários quilos de legumes e fruta.

"Chegamos a casa limpamos tudo, nem ligamos muito, fizemos sumos de fruta, um brinde ao lixo, mas aquilo começou a fazer-nos comichão: "Espera lá, isto não é suposto estar no lixo. Nós tomamos o pequeno-almoço, almoçamos e jantamos com comida que estava no lixo". Isto alimentou-nos o dia inteiro", explicou.

Decidiram regressar ao mesmo caixote de lixo. "Fomos ao mesmo sítio, e quando saí do carro fiquei boquiaberto. O caixote nem estava fechado tal era a quantidade gigante de pão, embalado, intocado. Pegamos em 40 quilos de pão e debaixo estava mais 20 ou 30 quilos de alimento. E nós nem trouxemos tudo. Ficamos chocados. Dá vontade de chorar, tirar do lixo 40 quilos de pão, e tanta fruta e produtos embalados de coisas que ainda não tinham expirado o prazo de validade", queixou-se Hugo Breda.

"Recebemos mensagens muito complicadas: mães desempregadas com filhos que não têm comida, dezenas de mensagens de pessoas: 'digam-me onde é'; um miúdo, com o pai desemprego que vão ser desalojados de casa a perguntar onde era para ir buscar; emigrantes brasileiros desempregados", disse.

Para Hunter Halder, fundador da Refood, não adianta "dar pancada nos supermercados, que fizeram progressos" – é o Governo que deve criar uma lei. Porque é possível “ninguém ficar com fome em Portugal”.



Casa das Palmeiras

A Casa das Palmeiras fica em Gandufe, uma quinta no sopé da Serra da Estrela, na região vitivinícola do Dão, entre Mangualde e Nelas. Aqui existem três Casas e uma Suite: a Casa do Celeiro, Casa do Carvalho, Casa dos Aromas e Quarto do Mocho. A envolvência da Serra da Estrela, dos olivais, das aveleiras e dos animais da quinta promovem o descanso e dias tranquilos.

O UniPlanet falou com Joana Travessas, a criadora da Casa das Palmeiras que nos apresentou este projeto.


UniPlanet (UP): Como nasceu a Casa das Palmeiras?

A Casa das Palmeiras nasceu do sonho de transformar a quinta do meu bisavô num projeto com futuro. Com quase 100 anos esta quinta de lavoura foi-se construindo ao longo dos anos pelas mãos dos meus pais e mais tarde com as minhas. Acreditei que era possível e assim surgiu a Casa das Palmeiras - Nature Houses & Pedagogic Farm em 2015.


UP: Tens um forte compromisso com a sustentabilidade. Que medidas adotaste para tornar este projeto mais amigo do ambiente e da natureza?

Todos os dias trabalhamos para a sustentabilidade da nossa região conjugando as expectativas dos nossos hóspedes com o bem-estar da nossa comunidade, valorizando o património ambiental, social e cultural.
Acreditamos no caminho da sustentabilidade como uma responsabilidade universal e por isso construímos a Casa das Palmeiras assentes nesse pilar, obtendo a certificação da GreenKey e Biosphere para o turismo sustentável e responsável e do turismo acessível da Accessible Portugal.

Todos os pormenores da quinta apelam à sustentabilidade e ao respeito pela natureza com experiências gratificantes para pais e filhos de observação e exploração da fauna e flora. Diminuição do desperdício através da recolha das sobras das refeições para dar aos animais, reutilização de materiais para decoração, disponibilização de amenities de produção nacional e de ingredientes naturais, observação de animais selvagens como o ouriço cacheiro, são alguns exemplos do que fazemos para promover a melhoria contínua no desempenho ambiental e sustentável do nosso espaço de alojamento em espaço rural.



Casa das Palmeiras


UP: Que serviços ofereces?

Sendo o nosso cliente alvo as famílias com filhos, direcionamos os nosso serviços nesse sentido. Apesar de não termos restaurante disponibilizamos o serviço de entrega de refeições aos nossos hóspedes através de parcerias que fazemos com restaurantes locais.
Aquando da reserva é possível reservar o Kit Bebé gratuito que oferece aos pais a comodidade de um berço, cadeira para as refeições, banheira, adaptador e banquinho.

Todo o espaço da quinta pedagógica apela aos 5 sentidos e à livre exploração, com espaços para descobrir na companhia constante dos animais da quinta. Ao fim do dia a hora da alimentação leva miúdos e graúdos a ajudar na alimentação dos animais, na caça aos ovos, na limpeza dos espaços e até a dar banho à porquinha Pêpa.

Há pouco tempo lançámos os nossos cestos de piquenique em parceria com um artesão local, de forma a proporcionar esta experiência a quem queira apenas visitar a quinta e usufruir do espaço. No final a cesta é oferecida e as sobras vão para casa com o cliente evitando-se o desperdício!
Além dos percursos que podem ser feitos na quinta a pé ou nas nossas bicicletas, ao redor da aldeia também estão assinalados percursos que permitem conhecer mais sobre a história e origem da aldeia onde nos inserimos, seja através da Rota dos Monumentos Milenares ou dos lugares romanceados n' "O Retrato de Ricardina" que Camilo Castelo Branco escreveu na nossa freguesia.

As experiências gastronómicas da região não deixam ninguém indiferente e por isso estamos a desenvolver programas ligados à gastronomia da região – Azeite, o Queijo da Serra e o Vinho do Dão – que realizamos em parceria com produtores locais.



Casa das Palmeiras


UP: Que animais vivem na Quinta Pedagógica?

Além dos animais domésticos, três cães Bia, Nero e Freita e dos seis gatos Riscas & Riscas (são gémeos), Sky, Kika, Mika e Blackie temos vários animais de quinta. As cabritas doidas Ritinha, Mikas, Murça, CafécomLeite, Nesquick, Becky, a porquinha Pêpa, a galinha Mimi, os coelhos Ramon e Pinky, porquinhos da índia, patos, o Gang dos Gansos e Fracas. Durante a noite temos a visita de alguns animais selvagens como a raposa ou os simpáticos ouriços cacheiros!


UP: Como surgiu a ideia de criares uma piscina biológica?

A ideia surgiu da minha mãe que descobriu este tipo de piscinas quando andávamos à procura de soluções ambientalmente sustentáveis. Sempre idealizámos a quinta como um espaço sustentável que pudesse integrar-se na paisagem de forma natural e permitisse aos animais que aqui habitam um local para beberem água durante os meses mais quentes. A sinfonia das rãs ao luar é um momento maravilhoso para se aproveitar as noites quentes de Verão!





UP: O que produzes na quinta?

Temos uma produção familiar com várias árvores de fruta a partir das quais produzimos as compotas para o pequeno almoço, reaproveitando o que não consumimos. Em cada estação temos os legumes da época, proporcionando aos hóspedes a colheita das necessidades que tenham para as suas refeições. As oliveiras que nos dão o azeite produzido sem recorrer a fitofarmacêuticos e que também disponibilizamos em cada alojamento para quem queira cozinhar e as avelãs que em setembro podem ser recolhidas por quem as quiser apanhar!


UP: Os pequenos-almoços são vegan friendly?

Sim, temos essa opção. Enviamos antes da chegada um formulário que pode ser preenchido pelos hóspedes, com as necessidades e escolhas de cada um, evitando-se também o desperdício alimentar com esta escolha antecipada.


Casa das Palmeiras


UP: Para terminar, onde está localizada e onde podemos encontrar mais informações sobre a Casa das Palmeiras?

A Casa das Palmeiras, Casas de Campo & Quinta Pedagógica está localizada na aldeia de Gandufe, entre Mangualde e Nelas, na região vinícola do Dão, próxima de Viseu e da Serra da Estrela.
Mais informações podem ser encontradas no nosso site, Instagram, Facebook, Tripadvisor ou Linkedin.
Painéis solares na ilha da Berlenga

A ilha da Berlenga está agora mais sustentável graças ao projeto “Berlenga Sustentável” da EDP Distribuição que instalou painéis fotovoltaicos numa zona rochosa, bem como um sistema de armazenamento da energia e equipamentos que permitirão o controlo e a monitorização remotos. Todo este sistema, localizado por cima do Bairro dos Pescadores, foi pensado e implementado segundo critérios de integração paisagística e ambiental.

A inauguração decorreu no dia 29 de julho e contou com a presença do Secretário de Estado da Conservação da Natureza, das Florestas e do Ordenamento do Território, João Catarino, e do Secretário de Estado Adjunto e da Energia, João Galamba.

“Com este investimento realizado pela EDP Distribuição em articulação com a autarquia, a DGEG, o ICNF, a ERSE e outros organismos, a Berlenga passa a ter acesso a energia renovável e a ser mais um exemplo de que a democratização da energia é um pilar fundamental da descarbonização da economia e da transição energética, e um direito de todos. Este investimento substitui combustível fóssil por uma fonte de energia renovável, garantindo maior e melhor qualidade de vida aos habitantes da ilha, tornando-a uma referência nacional e europeia. Berlenga passa a ser uma ilha 100% sustentável e 100% autossustentável”, afirmou João Galamba, Secretário de Estado Adjunto e da Energia.

Até agora, o fornecimento de eletricidade na ilha, situada a cerca de 10 km da costa, era de algumas horas e condicionado ao consumo, sendo realizado com recurso a geradores alimentados a diesel. Por via deste sistema, foi possível substituir o combustível por fontes de energia renovável, garantindo a qualidade e continuidade de serviço, a redução das emissões de dióxido de carbono (cerca de 40 toneladas por ano) e a preservação do património natural.

“Este projeto permitiu encontrar uma solução mais eficiente e sustentável a longo prazo, tornando a ilha da Berlenga uma referência”, disse João Marques da Cruz, administrador executivo da EDP com o pelouro da distribuição.

Espera-se que as mais-valias ambientais e económicas associadas a este projeto, sejam determinantes no processo de reavaliação do estatuto de Reserva Mundial da Biosfera.

“A recente instalação na ilha da Berlenga de um parque de painéis fotovoltaicos permitiu‑nos ultrapassar mais uma etapa na consolidação do estatuto de Reserva Mundial da Biosfera da UNESCO, bem como dotar aquele território de equipamentos, infraestruturas e serviços que permitirão entendê-lo no futuro próximo como autossuficiente, mais sustentável e protegido”, assegurou Henrique Bertino, presidente da Câmara Municipal de Peniche.


Caixa Zer0% Desperdício no Continente

O Continente lançou as Caixas Zer0% Desperdício com frutas e legumes que estão próximos de ultrapassar o ponto ótimo de consumo. Estas caixas com 5 kg estão à venda na zona dos frescos por 50 cêntimos/quilo.

A iniciativa presente em 29 lojas do Continente vai ser alargada a outras lojas da Sonae e pretende evitar o desperdício de 25 toneladas de alimentos por ano.

De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), mais de metade das frutas e legumes colocados à venda são desperdiçados.

Lojas com as Caixas Zer0% Desperdício:
  • Continente Amadora
  • Continente Antas
  • Continente Arrábida
  • Continente Barreiro
  • Continente Colombo
  • Continente CoimbraShopping
  • Continente Covilhã
  • Continente Évora
  • Continente Fórum Coimbra
  • Continente GaiaShopping
  • Continente LoureShopping
  • Continente Maia Jardim
  • Continente Matosinhos
  • Continente Montijo
  • Continente Oeiras
  • Continente Ovar
  • Continente Santarém
  • Continente Santo António De Cavaleiros
  • Continente Seixal
  • Continente Telheiras
  • Continente Torres Novas
  • Continente Modelo P. Varzim
  • Continente Modelo S. Félix Marinha
  • Continente Modelo Tapada das Mercês
  • Continente Bom Dia Alfornelos
  • Continente Bom Dia Algés
  • Continente Bom Dia Monte Caparica
  • Continente Bom Dia Moura
  • Continente Bom Dia Póvoa Stª Iria
Areias do Seixo

Um lugar mágico a menos de uma hora de Lisboa, Areias do Seixo respira a Natureza a plenos pulmões, sem pressa num espaço em que sentir é o verbo principal.

O UniPlanet falou com Marta Fonseca e Gonçalo Alves que nos apresentaram este projeto.


UniPlanet (UP): Como nasceu o Areias do Seixo?

O Hotel Areias do Seixo nasceu de um sonho. Era muito forte o desejo de criarmos um lugar único onde pudéssemos receber pessoas dos vários cantos do mundo num ambiente mágico e ao mesmo tempo familiar. Desde o sonho à construção deste espaço muitos obstáculos foram ultrapassados. Resultado? Um lugar onde todos os ingredientes que o compõem foram escolhidos a pensar na originalidade, no conforto… um sítio onde simplesmente apetece estar e viver cada momento… rodeado de mar, dunas e pinhal.


Areias do Seixo


UP: Têm um forte compromisso com a sustentabilidade. Que medidas adotaram para tornar este projeto mais amigo do ambiente e da natureza?

Deixamos alguns do que consideramos serem os melhores exemplos:
Na construção…
Reutilização dos escombros e ruínas do antigo aviário que existia no terreno onde foi implantado o Hotel, os quais foram previamente britados e aplicados nas bases de pavimentação. Foi escolhida para este serviço uma empresa de britagem local;

Na climatização…
Utilização da Geotermia, sistema ecológico que permite utilizar de forma eficiente a temperatura existente no interior da terra, para posterior climatização do edifício e aquecimento das águas;

Na gestão de água…
Conceção e implementação de sistema de captação, reutilização e encaminhamento de águas pluviais, excedentárias da rega, poço e nascentes para abastecimento à unidade hoteleira;

No jardim…
Grande parte da zona ajardinada exterior contém espécies autóctones (locais) que, por isso, não necessitam de rega.



Areias do Seixo


UP: Querem falar-nos um bocadinho sobre a vossa horta?

Uma horta feita à mão e com muito Amor! Inspirados pelos princípios de Permacultura e Agrofloresta, criamos um ambiente harmonioso que tenta equilibrar todas as forças da Natureza. Um jardim comestível que seja também um Lugar para Acolher pessoas (e, claro, bichinhos!) … um Lugar para se Estar, para se Sentir, para se Respirar … para se Viver … Tentamos imitar a Natureza para que ao longo dos anos este sistema se torne autossustentável, necessitando de um menor consumo de energia e trazendo um maior retorno.


Areias do Seixo


UP: Que serviços oferecem?

Para além do Restaurante, SPA, Piscina, temos também oferta de várias Experiências & Atividades que poderão ser usufruídas ao longo da estadia, proporcionado momentos inesquecíveis aos nossos hóspedes.


Areias do Seixo


UP: Uma das mensagens que passam é a de desligarmos e de nos conectarmos com a natureza. De que forma promovem este desligar?

Pela localização privilegiada de Santa Cruz… Crua, selvagem, intocada, imensa, impetuosa e arrebatadora. Com as suas praias largas, longas, ímpares e desertas. E é entre as arribas, pinheiros, dunas e rochedos, que brotam as Areias do Seixo. Um Refúgio, Paraíso, Sonho, Retiro, Um Lugar Mágico…

Mas, também, através das experiências que proporcionamos. Por exemplo, o ‘Círculo do Fogo’, onde no aconchego de uma fogueira, saboreamos um Copo de Vinho ao som da doce música das cordas de uma guitarra… inspiramos o aroma da lenha, observamos as estrelas, absorvemos as mais quentes cores do pôr do sol… e brindamos à VIDA! Ou, ‘Da Terra ao Prato’, uma visita guiada pela nossa horta, onde cheiramos, provamos e colhemos legumes, frutas, flores e ervas aromáticas, que serão utilizados na confeção de um almoço delicioso, com a ajuda do nosso Chef. Ou ainda um ‘Jantar no Abrigo do Lago’, num cenário ímpar, acolhedor, rodeado de Natureza, ao som do coaxar das rãs, da brisa que corre no canavial e do bater das ondas, ao fundo.



Areias do Seixo


UP: As refeições são vegan friendly?

Sim, temos uma carta Vegan, construída em parceria com a chef Miss Saigon. Contudo, e devido às nossas medidas Stop Covid-19, fizemos algumas alterações que estarão em vigor temporariamente. Por exemplo, o Menu de Jantar é atualizado diariamente e está disponível apenas no restaurante.

Sobre a nossa cozinha/ restaurante…
Cozinhamos com o que a terra nos dá. Usamos e abusamos das flores, bolbos, legumes e aromáticas da nossa horta; e utilizamos os produtos de acordo com a sua sazonalidade que, na sua maioria, são portugueses e, muitos deles, locais. Com uma ligação muito forte com a TERRA, a vida da cozinha começa todos os dias na Horta. Com uma cesta de vime na mão e o sol a brilhar, o Chef passeia pela horta para colher os ingredientes que vão da terra para o prato. Assim, pratos vegetarianos e vegans estão, naturalmente, presentes nas nossas cartas.



Areias do Seixo


UP: Para terminar, onde está localizado e onde podemos encontrar mais informações sobre o Areias do Seixo?

Na belíssima costa de prata… Santa Cruz, concelho de Torres Vedras. Mais informações disponíveis no nosso website.


Areias do Seixo


Areias do Seixo