Cartaz

Cascais lançou a campanha “O Mar Começa Aqui” com o objetivo de sensibilizar a população para não atirar resíduos de qualquer natureza para as sarjetas, uma vez que o lixo ali colocado acaba no mar.

É o caso das beatas, papéis e águas de diversos tipos de lavagens, contendo detergentes e até resíduos provenientes de obras, como tintas e solventes que acabarão a poluir o mar. O correto será deitar os resíduos nos locais apropriados como esgoto (águas de lavagens) e caixotes de lixo, reciclando sempre que possível os papéis, garrafas, embalagens de plástico, tampas, beatas, etc.

Na manhã do dia 22 de março, as equipas da Câmara Municipal de Cascais e Cascais Ambiente estiveram a pintar, junto de cada sarjeta ou sumidouro, frases de sensibilização para esta problemática.

“Percebemos que as pessoas não sabem que estas grelhas, que são as sarjetas e os sumidouros, servem apenas para a água das chuvas. Acham que é esgoto, então há a tendência de atirar todo o tipo de lixo”, disse Soraia Carvalho, diretora do Departamento de Ambiente da Câmara Municipal de Cascais, explicando que o maior problema “é que as sarjetas têm ligação direta ao mar, portanto achamos que devíamos informar e de uma forma criativa estamos a pintar frases que alertam", como por exemplo: "O Mar Começa Aqui, Não Despeje, Não Polua".



O Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente (GEOTA) lançou uma campanha contra a construção da barragem de Fridão, perto de Amarante.

A barragem, localizada no rio Tâmega, faz parte do Plano Nacional delineado em 2007. A construção encontra-se suspensa até 18 de abril de 2019, sendo essa a data limite para que o Governo decidir se vai avançar ou não com o projeto.

A barragem de Fridão vai produzir apenas 0,6% da energia elétrica do país.

A atriz Cecília Henriques, o cartoonista Hugo van der Ding, a cantora Joana Espadinha, o ator Manel Moreira, a cantora e atriz Mariana Norton, o professor Joanaz de Melo e a coordenadora do Rios Livres Ana Brazão dão a cara a esta campanha.

Visite o site da Campanha e assine a petição aqui.

Lontra

São boas notícias para os carnívoros selvagens da Grã-Bretanha: as populações de texugos, lontras, martas, toirões, doninhas e arminhos cresceram “de forma acentuada” desde os anos 60, revelou um novo estudo.

As lontras recolonizaram quase completamente a ilha britânica e as populações de texugos praticamente duplicaram desde os anos 80. Por sua vez, os toirões alargaram a sua área de distribuição ao longo do sul da ilha e as martas expandiram-se a partir das Terras Altas da Escócia.

A caça, a armadilhagem, os programas de controlo, o uso de substâncias químicas tóxicas e a destruição de habitats contribuíram para o declínio da maioria dos mamíferos predadores nos séc. XIX e XX.

“Os carnívoros recuperaram de uma forma que pareceria incrivelmente improvável nos anos 70, quando a extinção de algumas espécies se afigurava uma verdadeira possibilidade”, disse Katie Sainsbury, principal autora do estudo e investigadora da Universidade de Exeter.

As espécies recuperaram, essencialmente, por elas próprias, assim que as pressões dos programas de controlo de predadores e dos poluentes diminuíram, e [esta recuperação] levou tempo.”

Doninha
Doninha (Mustela nivalis) | Foto: big-ashb/Flickr

Embora as populações destes animais estejam a ver melhores dias, os cientistas lembram que a maioria ainda está reduzida a mínimos históricos, havendo muito espaço para a sua recuperação, tanto a nível de distribuição como de densidade.

Como explica o jornal britânico The Guardian, as razões por trás da recuperação de cada carnívoro são diferentes. As lontras, por exemplo, voltaram a todos os condados ingleses depois da proibição dos pesticidas organoclorados e de a sua caça ter sido tornada ilegal em 1978. Estima-se que existam agora 11 mil destes animais na Grã-Bretanha.

Por outro lado, os toirões começaram a recuperar com a redução do controlo de predadores durante o início do séc. XX, a proibição das armadilhas de mandíbulas em 1958 e a recuperação das populações de coelhos. As estimativas mais recentes apontam para a existência de 83 mil destes mustelídeos na ilha.

Toirões
Toirões (Mustela putorius) | Foto: Peter Trimming

“A maioria destes animais sofreu declínios no séc. XIX, mas está agora a regressar graças à proteção jurídica, aos esforços de conservação, à remoção de poluentes e à restauração dos habitats”, contou Robbie McDonald, professor da Universidade de Exeter.

“As reintroduções também desempenharam um papel importante. Cinquenta e uma martas foram recentemente reintroduzidas no País de Gales, vindas da Escócia, e estão a reproduzir-se com sucesso no país. As reintroduções de lontras ajudaram a restabelecer a espécie no leste da Inglaterra.”

Algumas das ameaças que estes predadores continuam a enfrentar são o uso excessivo de rodenticidas e as novas doenças que afetam as suas presas.

Embora o número de raposas também tenha crescido desde os anos 60, verificou-se um declínio da espécie entre 1996 e 2016, que se pensa estar ligado a um decréscimo no número de coelhos, causado pela doença hemorrágica viral do coelho tipo 2.

Gato-bravo
Gato-bravo (Felis silvestris) | Foto: big-ashb/Flickr

Das oito espécies de carnívoros analisadas pelos cientistas, o gato-bravo é o que tem menos razões para celebrar. Algumas estimativas sugerem que só restarão cerca de 200 espécimes na ilha. O seu declínio tem sido causado, em grande medida, pelo cruzamento com gatos domésticos, que tem levado à perda de genes.

Os cientistas avisam que é necessária uma reflexão sobre a forma como as populações em crescimento destes animais irão interagir com os humanos, sendo fundamental o trabalho no sentido de encontrar formas de prevenir conflitos e permitir a coexistência a longo prazo.

O estudo foi publicado na revista científica Mammal Review.
1ª foto: Lontra-europeia, Lutra lutra (Airwolfhound/Flickr)
Balões

Em 1979, Manuela Bravo levou ao Festival da Canção a música "Sobe, sobe, balão sobe". 40 anos depois, Carla Lourenço, do projeto Straw Patrol, adaptou-a para dar a conhecer o que acontece depois de largarmos um balão.

“Sobe sobe, balão sobe
Vais rebentar e cair
E uma ave marinha vai-te engolir.
Ela irá panicar
Ela irá sufocar
Uma em cada cinco irá morrer.”

Em 1979 Manuela Bravo levou ao RTP - Festival da Canção a música "Sobe sobe, balão sobe". 40 anos depois, adaptamo-la aos dias que se vivem no nosso planeta. #BalãoNão #Festivaldacanção

Publicado por Lourenço et al. em Terça-feira, 19 de março de 2019
Ervas daninhas

A cidade de Miami aprovou uma resolução que proíbe os vários departamentos da cidade, assim como os seus adjudicatários, de usarem herbicidas que contenham glifosato – incluindo o Roundup da Monsanto. A proibição entrou imediatamente em vigor e é movida por preocupações ambientais e de saúde pública.

“A interdição do uso de glifosato é um primeiro passo significativo para melhorarmos a qualidade da água. Também é importante para a saúde pública, visto que, desta forma, os cidadãos não ficarão expostos a produtos químicos prejudiciais”, declarou o grupo ambientalista Miami Waterkeeper.

Os herbicidas e fertilizantes são frequentemente aplicados em excesso nos relvados e nas paisagens e podem (...) degradar a qualidade da água dos ribeiros, rios, canais, lagos e águas costeiras”, explicou o grupo. “Também podem contribuir para a criação de episódios de proliferação de algas nocivas e para a destruição de habitats de crítica importância, como as pradarias de ervas-marinhas e os recifes de coral.”

Ken Russell, Comissário de Miami, começou a investigar a utilização de pesticidas por parte da cidade, depois da maré vermelha (proliferação de algas tóxicas) que invadiu a costa do estado norte-americano da Florida no ano passado.

“Pedimos aos cidadãos que modifiquem os seus hábitos e que estejam conscientes do que põem nos seus jardins, mas, quando me apercebi de que a cidade utilizava [18 mil litros de herbicidas com glifosato por ano], tivemos de mudar os nossos hábitos”, contou ao jornal Miami New Times.

Miami junta-se assim a outras cidades da Florida que já tinham proibido o controverso herbicida, incluindo Stuart e Miami Beach. A Alemanha, a França e a Bélgica são alguns dos países que têm vindo a reduzir ou proibir o uso deste produto.

Em 2015, a Agência Internacional para a Investigação do Cancro da Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou o glifosato como “provavelmente cancerígeno”. Recentemente, um estudo concluiu que as pessoas que estão altamente expostas a herbicidas à base de glifosato têm um risco acrescido de 41% de contrair linfoma não-Hodgkin.

Alface-do-mar

A alface-do-mar pode ser a solução para se limparem águas contaminadas pela indústria e pelo consumo doméstico. Uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro (UA) descobriu que esta alga tem uma grande capacidade para remover elementos potencialmente tóxicos da água, a maior parte deles perigosos para a saúde humana e para o ambiente.

A remoção alcançada com a alga que temos testado para remover da água, entre outros elementos, arsénio, mercúrio, cádmio e chumbo, é muito elevada”, congratula-se Bruno Henriques, o investigador do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM) e do Departamento de Química (DQ) da Academia de Aveiro, que garante que, comparativamente a outros materiais, naturais ou sintéticos, usados hoje correntemente para o mesmo efeito, a taxa de sucesso da alface-do-mar “é superior”.

Por isso, o investigador considera que “estas algas são uma alternativa eficiente, pois removem percentagens elevadas de contaminantes num período curto de tempo, a metodologia é económica e mais ecológica do que os métodos ‘clássicos’ para a remoção destes elementos, que são menos eficazes e, muitas vezes, mais caros, o que se traduz em baixo custo-benefício”.

O estudo da UA indica que cada grama de alga consegue remover em simultâneo 120 microgramas de mercúrio, 160 microgramas de cádmio, 980 microgramas de chumbo, 480 microgramas de crómio, 660 microgramas de níquel, 550 microgramas de arsénio, 370 microgramas de cobre e 2000 microgramas de manganês.

Estes elementos químicos, explica o investigador, apesar de se denominarem de ‘clássicos’ continuam a ser atualmente “muito usados por várias indústrias e a sua presença no ambiente causa impactos negativos, tais como toxicidade, observada mesmo para concentrações muito baixas”. Outros problemas associados a estes elementos “estão relacionados com o seu carater persistente no ambiente e facilidade em se bioacumularem nos tecidos dos organismos”.

Algas cultivadas em locais contaminados

O segredo da grande capacidade de ‘limpeza’ pela alga explica-se através da sorção, processo através do qual a alface-do-mar consegue incorporar nos seus tecidos os contaminantes. O rápido crescimento destas algas, congratula-se Bruno Henriques, “contribui para que se consigam remover os contaminantes em cada vez maior quantidade, pois o crescimento da alga aumenta o número de locais de superfície aos quais estes elementos tóxicos se podem ligar”.

Assim, explica o investigador, “as algas poderão ser utilizadas para diminuir a contaminação de locais muito afetados por descargas destes elementos, através da introdução da alga no local a descontaminar se as condições forem adequadas ao seu crescimento ou cultivando algas num outro local e transportando estas para os locais a serem descontaminados”.

Além da remoção dos elementos tóxicos, os investigadores da UA asseguram que as alfaces-do-mar permitem reduzir também o teor de fosfatos e nitratos em águas e ao usarem dióxido de carbono como fonte de carbono, permitem reduzir a pegada de carbono.

O trabalho foi desenvolvido por uma equipa multidisciplinar da UA constituída por Bruno Henriques, Ana Teixeira, Paula Figueira, Joana Almeida e Eduarda Pereira (investigadores do DQ, do CESAM, do CICECO - Instituto de Materiais de Aveiro e do Laboratório Central de Análises), e com a cooperação da Universidade do Porto e do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge.

Investigadores
Cantina

As escolas públicas da cidade de Nova Iorque vão aderir ao movimento “Segundas sem Carne”, num esforço para reduzir a pegada ambiental da cidade e melhorar a saúde pública, anunciou o mayor nova-iorquino, Bill de Blasio.

“Estamos a levar as Segundas sem Carne a todas as escolas públicas para manter o nosso almoço e o planeta verde para as gerações futuras”, declarou o autarca.

A partir do outono, às segundas-feiras, os pequenos-almoços e os almoços servidos aos 1,1 milhões de estudantes destas escolas serão totalmente vegetarianos.

Quem estiver reticente em participar poderá continuar a levar para a escola a marmita com uma refeição com carne, lembra Bill de Blasio.

A iniciativa tinha sido testada em 15 escolas do distrito nova-iorquino de Brooklyn, no ano passado, e a decisão de a estender a todas as instituições públicas de ensino da cidade foi tomada devido aos resultados positivos do projeto-piloto e ao feedback favorável recebido.

“Percorremos um longo caminho. Passamos de 15 escolas em Brooklyn para todas as escolas de Nova Iorque”, disse Eric Adams, presidente do distrito de Brooklyn.

No princípio do ano, os onze hospitais públicos de Nova Iorque também adotaram as 2as sem Carne.

“A redução do nosso apetite por carne é uma das principais formas como podemos, individualmente, reduzir o nosso impacto ambiental no planeta”, disse Mark Chambers, diretor do Gabinete de Sustentabilidade do mayor de Nova Iorque. “As Segundas sem Carne apresentarão centenas de milhares de jovens nova-iorquinos à ideia de que pequenas mudanças nas suas dietas podem originar mudanças maiores na sua saúde e na saúde do nosso planeta.”
Foto: Joseph Molieri/Bread for the World

Plástico encontrado dentro da baleia

Foi encontrada uma baleia morta, na costa sudeste das Filipinas, com 40 kg de plástico no estômago.

Entre os objetos de plástico encontrados dentro da baleia-bicuda-de-cuvier estão 16 sacos de arroz, quatro lonas plástica usada em plantações de banana e vários sacos de plástico, de acordo com o Departamento de Pesca e Recursos Aquáticos da província.

Esta foi "a maior quantidade de plástico alguma vez encontrada numa baleia", afirmaram os biólogos do D'Bone Collector Museum (museu de história natural das Filipinas) que realizaram a autópsia.

Ave morta por ingestão de um balão

São coloridos e alegres e fazem-nos lembrar festas e momentos de diversão. Mas o que acontece aos balões que largamos, sem querer ou de propósito, e que desaparecem no céu? A verdade é que podem ter consequências devastadoras para os animais selvagens.

Uma equipa de investigadores australianos estudou os efeitos da ingestão de plástico por parte das aves marinhas, analisando o conteúdo intestinal de espécimes mortos, e descobriu que os plásticos maleáveis – como os balões – são os mais letais para estes animais.

“Embora os plásticos maleáveis tenham representado apenas 5% dos itens ingeridos, foram responsáveis por mais de 40% das mortes”, disse Lauren Roman, investigadora que liderou o estudo. “Os balões ou os seus fragmentos foram o detrito marinho mais suscetível de causar mortalidade, matando quase uma em cada cinco das aves marinhas que os ingeriram.”

“Entre as aves que estudamos, a principal causa de morte foi a obstrução do trato gastrointestinal, seguida por infeções e outras complicações provocadas por obstruções gastrointestinais”, contou a investigadora da Universidade da Tasmânia e da Organização para a Investigação Industrial e Científica da Commonwealth da Austrália (CSIRO).

“Os balões são feitos de um polímero que persistirá no ambiente durante muito tempo”, lembrou Mark Hamann, biólogo da Universidade de James Cook.

Ave morta por ingestão de um balão
Albatroz-de-cabeça-cinzenta junto a um fragmento de balão removido do seu aparelho digestivo | Foto: Lauren Roman

Embora a maioria dos balões retirados das aves estudadas estivessem degradados e não ostentassem logotipos ou mensagens, Lauren Roman acredita que se tratavam de balões de festa.

“Já removi um balão [de um pássaro] que tinha ‘feliz aniversário’ escrito nele”, disse. “Descobrimos um balão no qual se via a marca de uma empresa e conseguimos associá-lo a um evento em Sunnybank. Tratava-se, muito provavelmente, de um balão que uma criança tinha soltado.”

O estudo concluiu que a probabilidade de a ingestão de um balão conduzir à morte de uma ave é 32 vezes superior à da ingestão de um item de plástico rígido.

“Como estudos semelhantes sobre a ingestão de plástico por parte de tartarugas marinhas descobriram, parece que, ao passo que os fragmentos de plástico rígido podem passar rapidamente pelo intestino, os plásticos moles têm mais probabilidade de se comprimirem e de causarem obstruções fatais”, explicou a investigadora.

Ave morta por ingestão de um balão
Albatroz-de-sobrancelha morto, à deriva no mar, preso à fita de um balão | Foto: Todd Burrows

Para o estudo, os investigadores compararam mais de 1700 aves da ordem Procellariiformes, que inclui, por exemplo, pardelas e albatrozes.

A equipa levantou a hipótese de as aves serem atraídas pelos fragmentos de balão a flutuar perto da superfície por estes se assemelharem a lulas. Estudos anteriores tinham revelado que as aves marinhas também são atraídas pelo plástico a flutuar no mar por este emitir o cheiro de um composto de enxofre do qual diversas espécies se servem para encontrar alimento.

Embora o novo trabalho de investigação mostre que os itens maleáveis, como os balões, são mais perigosos, Lauren Roman lembra que todos os plásticos representam uma ameaça para as aves marinhas.

“Embora seja menos provável que os plásticos rígidos matem do que os maleáveis, os primeiros foram, mesmo assim, responsáveis por mais de metade das mortes de aves marinhas identificadas no nosso estudo.”

“A ingestão de plástico eleva o risco de mortalidade das aves marinhas e uma única peça pode ser fatal”, explicou a investigadora. “A evidência é clara de que, se queremos que não haja mais aves marinhas a morrer devido à ingestão de plástico, precisamos de reduzir ou remover o lixo marinho do seu ambiente, particularmente os balões.”

Várias cidades e vilas têm vindo a proibir o lançamento de balões. Em maio do ano passado, algumas cidades norueguesas interditaram a venda de balões de hélio durante as festividades do Dia da Constituição da Noruega. A vila de New Shoreham, nos EUA, também proibiu a venda e utilização de balões em 2018.

Se está a organizar um evento, casamento ou festa, conheça 15 alternativas aos balões de hélio.
Jardinagem

Em agosto do ano passado, o UniPlanet começou a criar uma horta biológica coletiva ou comunitária na zona de Coimbra.
O terreno fica a cerca de 12 minutos de carro do centro de Coimbra e tem vista privilegiada para o rio Mondego, que corre ao seu lado.

Como funciona?

Cada membro recebe o seu próprio talhão (com cerca de 30 metros quadrados), do qual deverá cuidar e no qual pode plantar o que quiser, desde que não use pesticidas sintéticos nem sementes tratadas. As hortas são gratuitas, mas partilhamos os custos de idas de um trator ao terreno, da compra de ferramentas, sementes e do que for preciso para criarmos a nossa horta coletiva.

Recentemente, foi-nos cedido o terreno ao lado do nosso para podermos alargar a nossa horta e criar mais talhões.

Se quiser juntar-se à nossa horta, preencha este formulário.

Se quiser doar sementes ou ferramentas à nossa horta entre em contacto connosco aqui.

Horta

Horta

Horta

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