Lixo

Foram instaurados, no Porto, 166 processos de contraordenação por infrações ao Regulamento de Fiscalização dos Serviços de Gestão de Resíduos Urbanos e Limpeza do Espaço Público, em 2019, ano em que entrou em vigor o regulamento.

São consideradas infrações: não separar o lixo, colocar resíduos fora dos contentores e óleos em águas residuais ou não recolher dejetos de animais, e dão, no Porto, direito a coimas entre 75 e 5000 euros. Leia as outras infrações do regulamento aqui.

A empresa municipal Porto Ambiente explicou que privilegia "a sensibilização e a comunicação em detrimento da punição, que apenas ocorre quando se verifica uma reincidência do comportamento infrator".

Estas multas já renderam cerca de 42 500 euros.
O JN deu o exemplo de um dono de uma pastelaria no Porto, que foi multado em 1000 euros por não ter separado o lixo.

Lisboa e o Funchal também têm previstas coimas para quem não fizer a separação dos resíduos.
Menina chinesa

“Chamaram-me contagiosa”, disse uma menina chinesa que vive na Inglaterra.

Os chineses que vivem na Europa estão a ser vítimas de bullying por causa do coranavírus, o que está a provocar ansiedade às crianças que têm de lidar com esta situação na escola.

Em Portugal, por desconhecimento de como se transmite a doença, há pessoas que já evitam lojas, cafés e restaurantes chineses e nas escolas as crianças chinesas são discriminadas e chamadas de “coronavírus” pelos colegas.

Bio-Reserva Senhora da Alegria

A MilVoz é uma Associação que tem como objetivo a promoção e preservação do património natural da região de Coimbra e é responsável pela criação da Bio-Reserva Senhora da Alegria.

O UniPlanet falou com Manuel Malva, Presidente da Associação MilVoz, que nos deu a conhecer este projeto.


UniPlanet (UP): Como nasceu a MilVoz?

A MilVoz nasceu da junção de um grupo de amigos que partilhavam as mesmas preocupações ambientais e sentiam um vazio de movimentos de cidadania em prol da conservação da natureza em toda a região. A troca de ideias e a sintonia total em relação aos principais problemas ambientais que assolam a região levou-nos desde cedo a estabelecer as vertentes em que queríamos intervir, que por sua vez traçaram as linhas de intervenção que seguimos hoje enquanto associação.


UP: Que área compreende a Bio-Reserva Senhora da Alegria?

A Bio-Reserva Senhora da Alegria, localizada numa encosta íngreme virada a norte, entre Almalaguês e Rio de Galinhas, tem neste momento cerca de um hectare, tendo num futuro próximo em vista a sua gradual expansão. Localizada a 15 minutos de automóvel da cidade de Coimbra, esta encosta suporta uma floresta ainda bem conservada no contexto da região, em que abundam mares de eucaliptal desordenado e estéril em vida.


Bio-Reserva Senhora da Alegria


UP: Que espécies habitam a reserva?

A nossa encosta é composta por três tipos de habitats, que se estratificam em função da altitude da encosta. Na parte superior, mais exposta, seca e degradada, o estrato arbóreo é dominado pelo eucaliptal, sendo o sub-bosque abundante em matagal mediterrânico, destacando-se a abundância de medronheiros e sobreiros. No patamar intermédio, mais húmido e protegido pelo declive, surge um bosque mediterrânico bem conservado, onde despontam espécies como o loureiro, o folhado e o aderno. No patamar inferior, a joia da nossa reserva é o bosque de folhosas, em que dominam o carvalho-alvarinho e o castanheiro, partilhando o espaço com um leque extremamente diverso de outras espécies vegetais, como seja o olmo, o ulmeiro ou a aveleira.

Ao nível da fauna, este espaço é igualmente extremamente biodiverso, com destaque para as aves, mamíferos e anfíbios. Temos neste espaço inventariadas mais de 70 espécies de aves, entre residentes e migratórias, sendo um espaço de excelência para a observação de aves florestais. Destaque para o dom-fafe, um ícone da nossa reserva, que aqui nidifica e cuja nidificação é dada como muito rara em toda a região Centro. No grupo dos mamíferos, abundam ungulados e mesocarnívoros, sendo frequentemente a encosta percorrida por veados, corços e javalis, bem como por raposas, texugos, saca-rabos, ginetas e fuinhas. Durante as nossas atividades não é raro avistar-se o esquilo-vermelho, percorrendo o bosque de folhosas. Ao nível dos anfíbios, este espaço reveste-se de grande valor conservacionista para endemismos da Península Ibérica, como a salamandra-lusitânica, a rã-ibérica e o tritão-de-ventre-laranja.



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Texugo (Meles meles) Apesar de ser dos animais mais presente na cultura popular, os hábitos noturnos do texugo fazem com que poucas pessoas tenham a sorte de o avistar. A sua presença é mais facilmente detetada através das pegadas, onde a marca das garras é bem visível em frente à impressão dos cinco dedos, e das latrinas, escavadas perto da toca e usadas por todo o grupo familiar. A sua fisionomia é robusta e fortemente adaptada à escavação, sendo as patas notavelmente curtas, o focinho alongado e o pescoço muito forte. A característica mais marcante do texugo é a cabeça triangular branca, onde sobressaem duas linhas grossas que partem longitudinalmente das orelhas até ao focinho. O resto do corpo é marcado por tons acinzentados, exceto as patas pretas e a cauda branca. Apesar de ser um mamífero pertencente à ordem dos carnívoros, e podendo alimentar-se de um vasto leque de invertebrados e vertebrados, a sua ementa é baseada sobretudo em frutos, raízes e bolbos. Além de generalista no que toca ao alimento, o texugo ocupa também uma enorme diversidade de habitats por todo o país, embora prefira paisagens onde bosques e florestas com alguma humidade coexistem com prados e terrenos cultivados, como é o caso da Bio-Reserva Senhora da Alegria. Fotografia da autoria de Manuel Malva

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UP: Como podemos ajudar este projeto?

Qualquer cidadão pode ajudar a MilVoz, seja envolvendo-se na gestão do espaço da Bio-Reserva, seja doando material para a sua gestão ou fundos para a sua expansão, seja fazendo-se sócio. A identificação de proprietários noutras zonas, que estejam dispostos a ceder ou acordar a preservação de espaços em condições que possam ser comportadas pela MilVoz, é também algo que poderá ser uma ajuda preciosa a médio prazo, já que ambicionamos criar outras Bio-Reservas na região, que nos permitam preservar também outras espécies e habitats.


UP: Onde podemos encontrar mais informação sobre a MilVoz?

Podem seguir as atividades e projetos da MilVoz no Facebook e Instagram, e em breve no nosso website, que está neste momento em construção.


Bio-Reserva Senhora da Alegria
Artigos de limpeza

A Fapil, uma empresa familiar da Malveira, apresentou a primeira gama de artigos de limpeza e arrumação fabricados a partir de lixo marítimo reciclado. A nova gama ‘Ocean’, feita com 20% de resíduos marítimos reciclados, vai chegar aos consumidores em março com escovas, esfregonas, vassouras, baldes e caixas de arrumação.

O objetivo é que no futuro estes artigos sejam feitos com 100% deste tipo de plástico.

"Vamos ser os primeiros no mercado a fazer o aproveitamento de redes e cordas de pesca, todo o material que resulta da indústria piscatória, que não tinham encaminhamento, para fabricar produtos para a casa", contou Fernando Teixeira, presidente executivo da Fapil.

Os resíduos marítimos, "iam para incineração ou para aterros e a Fapil está a dar uma segunda vida a estes produtos em artigos que todos temos em casa para utilizar", disse.

A Fapil foi fundada há 45 anos, tem sede na Malveira, concelho de Mafra e distrito de Lisboa, e desde há 20 anos que começou a fabricar produtos com plástico reciclado, preocupando-se com a sustentabilidade ambiental e com o "despertar de consciências" para o reaproveitamento de resíduos.

A empresa já investiu na substituição de equipamentos fabris mais eficientes e numa central fotovoltaica, e usa os seus desperdícios fabris no processo de produção de novos artigos.

Estima-se que, a cada 20 segundos, são deixados, nos oceanos, cerca de 20 mil quilogramas de materiais fruto das artes de pesca.
Aterro

Na última semana, Portugal recusou a entrada nos seus aterros de “48 mil toneladas de resíduos” provenientes de países estrangeiros, anunciou o Ministério do Ambiente e da Ação Climática (MAAC).

A Taxa de Gestão de Resíduos (TGR) para os aterros em Portugal vai duplicar no próximo verão de 11 para 22 euros por tonelada, de forma a “desincentivar o encaminhamento de resíduos nacionais e de outros países para o aterro”, informou o MAAC.

Desde 2017 se tem vindo a assistir a um “aumento” da entrada de resíduos vindos de países estrangeiros, com os dados provisórios de 2019 a “registarem as 230 mil toneladas”.

“Esta constatação levou a que muitas individualidades se referissem à TGR de 11 euros/tonelada em 2020 como uma das causas para esta evolução (…), embora outras causas possam ser apontadas, tais como as restrições da China à importação de resíduos em 2018”, explicou o ministério.

São quatro os países da Europa que recebem 90% dos resíduos importados para eliminação (que inclui aterro, incineração e outras operações de eliminação): a Alemanha com 62%, a França com 14%, a Bélgica com 9% e a Áustria com cerca de 5%. Portugal é responsável por 1,61% dos resíduos importados para eliminação, segundo o MAAC.
Bancos revestidos com cortiça

O Metro de Lisboa anunciou que vai proceder, em 2020, à substituição dos bancos de toda a sua frota circulante por bancos novos revestidos com cortiça de origem nacional, um material de “custo inferior, mais fácil de manter e amigo do ambiente”.

Os bancos vão ter uma durabilidade de cerca de 15 anos, maior do que a atual com revestimento em tecido, e vão ser “de fácil limpeza”.

A iniciativa coincide com a iniciativa “2020 - Lisboa Capital Verde da União Europeia”.
Desde 2013, já havia seis carruagens com cerca de 200 bancos de cortiça, “a título experimental”.
Capa do livro

O livro “Desafio Zero: Guia Prático de redução de desperdício dentro e fora de casa” é um relato, na primeira pessoa, de uma jornada rumo à redução do desperdício. Eunice Maia, fundadora da Maria Granel, a primeira zero waste store e mercearia biológica a granel em Portugal, apresenta-nos um guia prático que é um verdadeiro convite a uma pequena revolução, inspirado pelo seu próprio percurso e pelas experiências que tem vivido.

Durante muito tempo, a sua vida foi pautada por um consumo excessivo e irresponsável, apagado de qualquer consciência ambiental e totalmente desvinculado de uma preocupação com a sustentabilidade do planeta. Agora, a autora acompanha-nos nesta caminhada, que também foi a sua, mostrando as melhores estratégias e dicas para organizar a casa, divisão a divisão, incluindo espaços como a despensa, o frigorífico ou o roupeiro, passando pela casa de banho e o escritório.

O desafio começa dentro de casa mas parte, depois, para a escala coletiva, fora de casa, para contagiar a comunidade. Assim, estão aqui reunidas as melhores formas de reduzir o desperdício nas idas às compras, no cuidado com os animais de estimação e até na organização de eventos, como casamentos, festas de aniversário ou os festejos natalícios.

Este guia é um ponto de partida, um convite à reflexão e, depois, um impulso para a ação.

Aceitam o desafio?

Parte das receitas do livro reverte para Ocean Alive.org e Reflorestar Portugal.

Desafio Zero: Guia Prático de redução de desperdício dentro e fora de casa
Eunice Maia
Prefácio de Bea Johnson e Ana Pêgo
Editora: Manuscrito Editora

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Já temos o nosso “Desafio Zero” escrito pela Eunice Maia, criadora da @mariagranel.lx 💛💛 Um guia prático, que inclui dicas, receitas, sugestões, com vários tutoriais “passo a passo” (com ilustrações e fotos maravilhosas). Vão encontrar dicas para: cozinha, casa de banho, quarto e roupeiro, escritório, animais de companhia, para a ida às compras, eventos, Natal, casamento e para as escolas. Um livro a não perder! Parte da receita do livro reverte para: @reflorestarportugal e @ocean_alive_org. #mariagranel #desafiozero #lixozero #lixozeroportugal #sustainableliving #sustainability #sustentabilidade #lowwaste #eco #ecology #ecologia #ecoology #ecoologia

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coruja-buraqueira a dormir no solo

A coruja-buraqueira da Florida, que deve o seu nome ao facto de viver em buracos cavados no solo, foi classificada como ameaçada em 2017.

Para assegurar o futuro da subespécie, a cidade de Marco Island vai pagar 250$ (cerca de 230€) aos residentes que se disponibilizem a “hospedar” estas corujas nos seus quintais, num buraco cavado especialmente para elas. Todos os anos, a Câmara Municipal reservará 5000$ para este fim.

Os buracos não serão criados pelos proprietários, mas por uma equipa especializada da organização de conservação Audubon of the Western Everglades, que conhece bem as preferências dos animais: o buraco não deve ser cavado muito perto de uma árvore ou de uma casa (embora as aves de Marco Island se tenham habituado aos seus vizinhos humanos).

No final, a equipa colocará um poleiro perto do buraco para marcar a entrada do mesmo e dar às corujas um lugar de onde possam observar o que as rodeia.

“Marco Island é a primeira [cidade] no estado da Florida a adotar um programa específico como este, concebido para expandir o habitat limitado de uma espécie classificada como ameaçada no estado, ao mesmo tempo que recompensa as pessoas que queiram participar voluntariamente”, contou Jared Grifoni, vice-presidente da Câmara Municipal, à CNN.

coruja-buraqueira à entrada do seu ninho
Coruja-buraqueira da Florida (Athene cunicularia floridana) | Foto: Jean Hall, Audubon of the Western Everglades/Facebook

Em Marco Island, existem atualmente cerca de 500 corujas-buraqueiras, mas as aves tornaram-se muito raras no resto do estado, devido sobretudo à perda de habitat, explicou Alli Smith, bióloga da Audubon of the Western Everglades.

Segundo a cientista, a agricultura e a urbanização empurraram as aves para zonas mais urbanas.

Aproximadamente 95% das corujas de Marco Island vivem em terrenos abandonados. Devido ao estatuto protegido das aves, os proprietários que queiram construir nos espaços ocupados por elas precisam de obter uma licença para o fazer, mas, assim que a tenham, podem remover os seus ninhos, desalojando-as.

“[Com este programa] estamos a tentar dar-lhes mais lugares para viverem”, disse Alli.

Desde o outono de 2017, a equipa já criou 92 buracos para as corujas, e as aves visitaram e habitaram num terço destes. Cerca de 14 foram ampliados por elas, o que significa que construíram neles uma série de tunéis para aí estabelecerem uma residência permanente. “Elas são muito ligadas aos seus ninhos”, afirmou a bióloga. “As corujas parecem ser boas arquitetas.”

Desde a aprovação do subsídio, têm chovido telefonemas de residentes que querem participar. “A maioria das pessoas com quem falei ao telefone não estava interessada no dinheiro”, contou. “As pessoas só querem ter as corujas nos seus quintais.”
1ª foto: AdA Durden/Flickr

abelha num dente-de-leão

Quando cortar a relva do seu quintal, evite remover os dentes-de-leão para ajudar as populações de abelhas.

Quem o aconselha é a professora Jane Memmott, da Universidade de Bristol, que assumiu recentemente o cargo de presidente da Sociedade Ecológica Britânica.

O dente-de-leão ou taráxaco (Taraxacum sp.) é um importante fornecedor de néctar e pólen para os insetos polinizadores, incluindo as abelhas solitárias, as do mel e as moscas-das-flores. Contudo, também é visto como uma erva daninha.

“Se os dentes-de-leão fossem raros, as pessoas lutariam por eles. Como são comuns, arrancam-nos ou pulverizam-nos com todo o estilo de coisas horríveis”, disse Jane Memmott. “Deviam deixá-los florir.”

Outra recomendação da professora é que se evite plantar demasiadas flores duplas ou “em forma de pompom”, como algumas dálias e rosas, já que as mesmas concentram muita da sua energia na produção de pétalas e têm pouco néctar e pólen.

“Regra geral, se se conseguirem ver as partes onde são produzidos o pólen e o néctar na flor sem ser preciso afastar as pétalas, então é uma boa planta para os polinizadores”, resumiu.

dentes-de-leão
Apesar de parecer uma só flor, o dente-de-leão é composto por um conjunto de pequenas flores reunidas num recetáculo comum.

A ecóloga também criticou o hábito de se deixarem os quintais demasiado “ordenados” e controlados, defendendo a necessidade de se reduzir o número de vezes que a relva é cortada.

“Se deixar o seu relvado crescer até os 8-10 cm, os dentes-de-leão, trevos, margaridas, [botões-de-ouro e ervas-férreas] poderão florir e o resultado será uma espécie de tapeçaria, na qual é muito mais agradável sentarmo-nos e observar os insetos.”

A organização de conservação Buglife também sugere que se ponha de parte uma secção do quintal, onde a vegetação só é cortada uma vez no outono e outra na primavera.

“[Talvez] não possa ajudar, pessoalmente, os tigres, as baleias e os elefantes, mas pode fazer algo pelos insetos, aves e plantas da sua região”, defendeu Jane.

“Se tiver um jardim, uma horta ou até uma varanda, pode dar uma ajuda aos polinizadores. Mesmo uma planta num vaso, à entrada da sua casa, fornecerá uma refeição a uma abelha, mosca-das-flores ou borboleta.”
1ª foto: Gilles San Martin/Flickr
Pintainhos

Depois da Suíça, a França vai acabar com a prática comum da trituração de pintainhos machos, realizada pela indústria dos ovos, poucas horas depois de nascerem por não serem economicamente viáveis.

O anúncio foi feito, no dia 28 de janeiro, pelo ministro da Agricultura francês, Didier Guillaume, “a partir do final de 2021, nada vai ser como dantes”.

Em 2015, um vídeo de um ativista israelita que desligou uma máquina de trituração de pintainhos vivos, tornou-se viral e chamou a atenção para o facto de todos os anos serem massacrados sete mil milhões de pintos em todo o mundo.

Em dezembro de 2018, começaram a ser vendidos na Alemanha ovos com o selo "respeggt", após a cadeia de supermercados alemã Rewe Group ter apresentado o teste Seleggt GmbH, que permite detetar o sexo do embrião dentro do ovo. Um laser perfura a casca e retira uma amostra, depois caso o embrião seja masculino, o ovo é destruído e será enviado para a produção de ração animal, acabando assim com o abate dos pintos machos.

O ministro francês anunciou também que, a partir de 2021, vai ser obrigatório anestesiarem-se os leitões antes de serem castrados.