Lar


8 hábitos que devemos manter depois da crise do coronavírus:



  • Apoiar o comércio local.
  • Fazer com que a preocupação com os mais vulneráveis seja uma prioridade urgente.
  • Abrandar o nosso ritmo.
  • Contactar amigos e familiares para saber se estão bem.
  • Cantar nas nossas varandas, todos juntos.
  • Preocuparmo-nos com o que é realmente importante.
  • Descansar.
  • Perceber que estamos nisto todos juntos.


Fonte: Eco with Em


These Conscious Talks é um podcast que procura dar a conhecer pessoas que estão a contribuir para uma mudança mais consciente no mundo.

O UniPlanet falou com Ricardo Palma que nos deu a conhecer o seu projeto.


UniPlanet (UP): Como nasceu o projeto “These Conscious Talks”?

O projeto nasceu de uma transformação pessoal que deu início já há alguns anos. Aliando-se a uma oportunidade de fazer algo que não existia, um podcast que falasse de vários temas pertinentes de sustentabilidade em Portugal.


UP: Que temas costumas abordar?

Os temas abordam desde moda sustentável, veganismo, parentalidade consciente, desperdício de comida, a lixo zero, economia circular, reflorestação e meio ambiente.





UP: Que convidados já passaram pelo programa?

Já entrevistei convidados como a Eunice Maia (Maria Granel), Sandra Cóias, Salomé Areias (Fashion Revolution Portugal), Maria de Oliveira Dias (The Love Food), Ana Milhazes (Anagowslowly), Ana Pêgo (Plasticus Maritimus), Bordalo II, Joana Seixas, Francisco Guerreiro (PAN) e também alguns estrangeiros como a Orsola de Castro Co-fundadora da Fashion Revolution e Benjamin Von Wong um fotógrafo ativista de renome internacional, entre outros.


UP: Quem é aquela pessoa que gostarias um dia de poder entrevistar?

Gostaria de entrevistar uma personalidade que é considerado um guia espiritual e autor de milhões de livros mundialmente: Eckhart Tolle.


UP: Onde podemos ouvir este podcast e os episódios anteriores?

Podem escutar fazendo uma pesquisa por These Conscious Talks nas plataformas mais populares de como Apple Podcasts, Spotify, Castbox e Google Podcasts e também dirigindo-se a: theseconscioustalks.com.


Capa

O que é preciso para fazer os seus próprios produtos cosméticos? Que matérias-primas escolher? Que instrumentos usar? Quais os procedimentos?

Neste livro, Fernanda Botelho e Dulce Mourato trazem-lhe as respostas de que necessita para poder iniciar-se nesta aventura.

Cosmética Natural é um livro repleto de receitas e fórmulas úteis: desde cremes faciais e de corpo, passando por champôs sólidos e máscaras capilares, até desodorizantes, pós dentífricos, geles anticelulíticos e loções antipiolhos.

Com instruções claras e simples, acompanhadas de fotografias de todos os passos, estas são receitas fáceis de seguir e de concretizar.

Além de receitas e fórmulas, e através de um guia ilustrado, vai poder aprofundar o seu conhecimento sobre as principais plantas usadas na cosmética (origens, características e utilizações).

Irá também aprender sobre os vários tipos de pele, os produtos que melhor se adequam a cada um e os utensílios e matérias-primas de que vai necessitar.

Cosmética Natural: Um guia para criar os seus produtos em casa
Fernanda Botelho e Dulce Mourato
Editora: Manuscrito Editora


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Já temos o nosso! 😊 Cosmética Natural Um guia para criar os seus produtos em casa de Fernanda Botelho e Dulce Mourato É um livro repleto de receitas e fórmulas úteis: desde cremes faciais e de corpo, passando por champôs sólidos e máscaras capilares, até desodorizantes e pós dentífricos. Com instruções claras e simples, acompanhadas de fotografias de todos os passos, estas são receitas fáceis de seguir e de concretizar. Além de receitas e fórmulas, e através de um guia ilustrado, vai poder aprofundar o seu conhecimento sobre as principais plantas usadas na cosmética (origens, características e utilizações). Irá também aprender sobre os vários tipos de pele, os produtos que melhor se adequam a cada um e os utensílios e matérias-primas de que vai necessitar. #livros #cosmeticanatural #cosmetica #guia #sustentabilidade

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Árvore podada

Em Portugal, a profissão de arborista não está credenciada ao contrário do que acontece noutros países, por esta razão foi lançada uma petição online que propõe que o parlamento regulamente a atividade.

O seguinte texto foi retirado da petição.

As vantagens da vegetação arbórea em contexto urbano são amplamente reconhecidas.
Além de contribuir para qualificar as cidades, vilas e aldeias, a vegetação é um valioso dispositivo para modular o microclima urbano, suavizando extremos climáticos, promovendo o bem-estar e reduzindo os riscos para saúde pública decorrentes das ondas de calor.

Um coberto arbóreo superior a 40% pode reduzir a temperatura do ar até pelo menos 3.5 graus. O ensombramento sobre edifícios e pavimentos já demonstrou que permite reduções de temperatura locais que vão de 11 a 25 graus.

As árvores proporcionam locais de abrigo, de nidificação e alimentação (pólen, frutos, sementes e invertebrados) para inúmeras espécies animais, incluindo aves e insetos polinizadores. Além disso, a folhada restitui matéria orgânica e nutrientes ao solo, contribuindo para um solo vivo, e os troncos e ramos albergam comunidades de briófitas (musgos) e líquenes.

Ameaças ao arvoredo urbano

Os serviços prestados pelo sistema da vegetação arbóreo, nomeadamente a redução de temperaturas no período estival, só são eficientemente atingidos quando o copado se encontra bem desenvolvido, pressupondo-se, entre outros fatores, que os exemplares sejam conduzidos de forma a aproximar-se da sua forma e dimensão potencial no estado adulto.

O papel filtrador de partículas poluentes, ou de habitat para a biodiversidade, sofre igualmente uma redução quando são infligidos danos ao nível da copa.

Em certos casos, pela proximidade com as habitações e/ou viaturas que debaixo das árvores estacionam, surgem conflitos sociais. É o caso do ensombramento indesejado de algumas árvores sobre habitações, ou da queda de fragmentos de arvoredo sobre viaturas. Estes conflitos são geradores de pressão sobre os gestores do espaço público resultando, frequentemente, em abates de exemplares adultos e/ou podas excessivas que poderiam ser evitadas se tivesse havido um correto projeto dos espaços verdes. Este, compreende não só um bom desenho do espaço verde assim como uma escolha correta das espécies arbóreas a plantar e o conhecimento profundo da estrutura de uma árvore.

Tal como acontece com a generalidade das infraestruturas públicas - eletricidade, gás, telecomunicações e outras - a intervenção na estrutura verde das cidades e no arvoredo em particular tem de ser regulada sob pena dos danos infligidos resultaram num aumento de risco para pessoas e bens para além de reduzir a capacidade de prestação de serviços de ecossistema que o arvoredo proporciona devido ao enfraquecimento quando não a morte antecipada do exemplar (que significa entre duas a três décadas perdidas para instalação de um novo exemplar).

Apesar de haver amplo consenso técnico-científico sobre as boas práticas de gestão do arvoredo urbano, resultantes de décadas de publicações internacionais e nacionais, pela mão de ilustres silvicultores, arquitetos paisagistas, botânicos, esse conhecimento é frequentemente ignorado por quem tem o poder de decisão sobre este assunto. Da mesma forma, a opinião pública tem frequentemente uma conceção enviesada do que são as boas práticas, defendendo e replicando atuações que foram passadas de geração em geração mas que são discrepantes face à realidade comprovada por especialistas na matéria.

Atualmente, desde que o exemplar não seja, por motivos patrimoniais ou de relevância botânica, protegido através do regime de proteção aos fitomonumentos (árvores classificadas de interesse público ou espécies protegidas), assiste-se um pouco por todo o país a ações danosas sobre a generalidade do património arbóreo com prejuízos públicos que advêm da redução da sua funcionalidade, conforme acima se descreve. A realidade é que, em Portugal, é permitido que qualquer indivíduo com uma ferramenta destrua em poucas horas o que demorou décadas a construir.

Não é defensável que uma atividade com efeitos tão importantes na saúde pública e no ambiente, como a gestão do arvoredo em meio urbano, se mantenha à margem de qualquer sistema normativo.

Não é aceitável que só as árvores com características botânicas relevantes - porte notável e singularidade - sejam sujeitas a normas que condicionem a sua gestão, deixando a esmagadora maioria dos exemplares desprotegidos e sem regulamentação.

À semelhança do que acontece para a generalidade das infraestruturas urbanas, é necessário que o legislador intervenha e defina regras claras sobre quem pode gerir o sistema da vegetação, quem fiscaliza esta atividade, quem credencia, quais as regras a adotar e quais as penalizações para os incumpridores.

A inexistência de regras nesta matéria é, aliás, uma anomalia. A nível internacional, o “European Arboricultural Council” (https://www.eac-arboriculture.com/eac-intro.aspx) e a “International Society of Arboriculture” (https://www.isa-arbor.com/) são entidades que gerem a certificação do trabalho dos operadores técnicos e gestores de arboricultura urbana.

A nível nacional, há um conjunto de países que desenvolveram normativas detalhadas que regulam a atividade de arboricultura urbana. Por exemplo, o Reino Unido aprovou um conjunto de boas práticas para gestão de arvoredo urbano (British Standards BS 3998:2010 - Tree Works. Recommendations) e identificaram várias entidades que promovem e reconhecem qualificações no âmbito da arboricultura urbana.

De acordo com o exposto, a petição pretende:

  1. Criação de um quadro normativo para a gestão do arvoredo urbano, abrangendo as operações de poda, transplantes e critérios para abate, auscultando normativos em vigor na Europa;
  2. Reconhecimento da profissão de Arborista devidamente credenciado para execução de operações de manutenção de arvoredo e criar as bases para o desenvolvimento dessa profissão;
  3. Adoção de um documento de referência de “Boas Práticas de Gestão do Sistema Arbóreo Urbano” a nível nacional que sirva de referência ao território nacional abrangendo todas as entidades com responsabilidade na gestão do arvoredo;
  4. A assunção do princípio de que a gestão do arvoredo em espaço público deverá ser executada por técnicos devidamente preparados e credenciados para o efeito;
  5. A assunção do princípio geral de que a fiscalização das ações de gestão do arvoredo deverá caber a uma entidade independente da entidade que a executa.
  6. A assunção do princípio da democraticidade e transparência no acesso e consulta de informação relacionada com os planos de gestão do arvoredo;
  7. Que o processo legislativo em causa considere a consulta a instituições técnico-científicas, associações socioprofissionais do sector, entidades representantes de municípios, ONGAs e outros representantes relevantes da sociedade civil.

Assinem a petição aqui
Curva

Para além da curva da estrada
Talvez haja um poço, e talvez um castelo,
E talvez apenas a continuação da estrada.
Não sei nem pergunto.
Enquanto vou na estrada antes da curva
Só olho para a estrada antes da curva,
Porque não posso ver senão a estrada antes da curva.
De nada me serviria estar olhando para outro lado
E para aquilo que não vejo.
Importemo-nos apenas com o lugar onde estamos.
Há beleza bastante em estar aqui e não noutra parte qualquer.
Se há alguém para além da curva da estrada,
Esses que se preocupem com o que há para além da curva da estrada.
Essa é que é a estrada para eles.
Se nós tivermos que chegar lá, quando lá chegarmos saberemos.
Por ora só sabemos que lá não estamos.
Aqui há só a estrada antes da curva, e antes da curva
Há a estrada sem curva nenhuma.

-Alberto Caeiro (heterónimo de Fernando Pessoa)
Mapa

Um mapa desenvolvido por um estudo da Universidade Politécnica de Valencia mostra, através de dados de satélite, a diminuição da poluição do ar na Península Ibérica em 10 dias, depois da adoção das medidas de confinamento.

De acordo com uma reportagem do ABC, os movimentos de acesso às grandes cidades diminuíram em 64% e as viagens de longo curso diminuíram cerca de 62%, o que provocou uma diminuição de poluição de cerca de 83%.

“Tal como se comprovou no caso de Wuhan, na China, ou no norte de Itália, o nosso estudo constata como as medidas de confinamento e redução da atividade económica se traduziram numa clara diminuição da contaminação atmosférica”, explicou Elena Sánchez-García, investigadora do Centro de Tecnologias Físicas da Universidade Politécnica de Valencia.

Brasil

No dia 25 de março, os governadores brasileiros reuniram-se em videoconferência e aprovaram uma carta com uma série de reivindicações ao governo federal para fazer frente à crise do coronavírus. Entre as reivindicações, encontra-se a aplicação da lei que institui uma renda básica de cidadania para todos os brasileiros.

A Lei 10.835/2004 que institui a renda básica da cidadania foi sancionada em 2005 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e prevê o "direito de todos os brasileiros residentes no País e estrangeiros residentes há pelo menos 5 (cinco) anos no Brasil, não importando sua condição socioeconômica, receberem, anualmente, um benefício monetário".

A lei diz que cabe ao Poder Executivo estipular o valor do benefício e prevê o pagamento de parcelas mensais, com o mesmo valor, para todos os cidadãos, a fim de atender "às despesas mínimas de cada pessoa com alimentação, educação e saúde, considerando para isso o grau de desenvolvimento do País e as possibilidades orçamentárias".
Autómato

“Eduardo Salzane é fazedor, construtor, mecânico de pássaros e de mar. Trabalha a materialidade da poesia e suas particularidades sutis através da madeira, suporte flexível de suas concepções visuais e das combinações mecânicas aplicadas em esculturas com movimento.”

O UniPlanet falou com Eduardo Salzane que nos deu a conhecer o seu trabalho.


UniPlanet (UP): Quando começou a criar autómatos? Onde aprendeu?

No final de 2015 eu percebi o quanto era fácil encontrar madeiras jogadas pela rua e então decidi construir pequenos utensílios como luminárias e até aí eu nunca tinha trabalhado com madeiras. Foi em janeiro de 2016, em uma pesquisa de movimentos pantográficos que eu descobri essa palavra, autômato (automata). Foi aí – respondendo onde aprendi – que resolvi juntar o que tinha aprendido na adolescência em um curso de mecânica aplicada, com o prazer da construção e comecei a criar as primeiras esculturas. Desde a primeira peça, decidi que sempre criaria uma nova e assim o meu processo criativo fluiu até chegar aqui e acredito que continua em um processo de transformação.


Autómato


UP: De todos os autómatos que já fez, qual é o seu preferido e porquê?

Essa pergunta é difícil responder, mas eu tenho trabalhos preferidos sim. Nos meus trabalhos estão as coisas que mexem comigo de alguma forma, são estímulos que a vida nos proporciona o tempo todo e é só uma questão de observação. Eles podem vir de um cheiro, um toque, um sonho, um pássaro solitário, enfim, sempre observo... e o autômato Nº56 é um dos meus preferidos que tenho como acervo pessoal. Acho que responder o porquê já não consigo, teve aquele momento com os estímulos daquele tempo e já passou.


Autómato


UP: Não acredita muito na especialização, porquê?

Não acredito na especialização pra mim. Acho que meu jeito de ser no mundo é tentar entender um pouquinho de cada coisa, isso me deixa mais perto do compartilhar e me faz bem. Eu admiro muito todos que seguem caminhos específicos, mas eu escolhi as bifurcações.


Autómato


UP: O que o move?

O amor.


Autómato


UP: Onde podemos encontrar mais informação sobre o seu trabalho?

Meu trabalho sempre foi mais escondido e tímido, ele chega para quem tem que chegar em algum momento, mas ele circula mais nas redes sociais (Instagram, YouTube e Facebook).


Cuvetes de plástico

Eu sou uma aluna na Universidade da Beira Interior (UBI), estou no 2° ano da FAL e vim falar sobre um ponto que me chamou a atenção.

Numa altura em que se fala tanto na poluição de plástico nos oceanos e que para corrigir isso devemos diminuir o consumo diário do mesmo, fiquei chocada quando cheguei à Universidade da Beira Interior no início deste ano letivo (2019/2020) e me deparei com a nova forma de servir as refeições individuais que, ao invés de ser em pratos, como foi no ano passado, decidiram servi-las em embalagens de plástico, tanto a sopa, como o prato principal e a sobremesa.

Neste ponto de mudança é de salientar que as refeições já se encontram nas referidas embalagens desde logo de manhã e que estão permanentemente em aquecimento até à hora de almoço.

Venho desta forma mostrar o meu desagrado e o dos meus colegas e pedir que façam alguma coisa para evitar "afundar" ainda mais o nosso planeta pois estas pequenas coisas fazem a diferença.

Apesar do ponto negativo referido anteriormente, é de destacar a substituição de palhinhas de plástico por palhinhas de papel, e ainda as colheres de café e respetivas embalagens, cujo material, de madeira e papel, é menos agressivo para o meio ambiente.

*Artigo escrito por uma das alunas da Universidade da Beira Interior (UBI)

Cuvetes de plástico
Cartaz

#FestivalFicoemCasaBR

Depois do Festival Eu Fico em Casa em Portugal, cantores, intérpretes, compositores, artistas e bandas do Brasil juntaram-se e vão dar concertos de 24 a 27 de março. Ao todo serão mais de 60 apresentações únicas durante 40 horas.

Veja mais em @festivalficoemcasabr (Instagram) e assista aos concertos no perfil de cada artista.
A ideia é estarmos juntos através da música.

Cartaz

#tamojunto

Para ajudar a passar melhor a quarentena, o GLOBO lançou o festival online #tamojunto, com mais de 20 artistas. Começou no dia 20 de março e acaba no dia 22 de março.

Veja mais no Instagram da Globo e assista aos concertos na conta de cada artista no Instagram, no Facebook ou no YouTube da Globo. O festival acaba com o concerto da Mallu Magalhães (@malluoficial) no sábado, 22 de março, às 21h30 no Brasil (00:30 em Portugal).

Cartaz