Produtos ecológicos

No fim-de-semana em que se celebra o Dia Mundial da Terra, de 21 a 22 de abril, o Alegro Alfragide vai organizar um “Mercadinho Sustentável”, no qual participarão projetos sustentáveis como o Movimento Lixo Zero Portugal, Mind the Trash, Refood, Saponina, Planetiers, Fair Bazar e DOME EthicalStore, todos juntos para partilharem dicas e conselhos para uma vida mais sustentável.

O UniPlanet falou com Sónia Pepe, diretora do centro comercial Alegro Alfragide, que nos apresentou esta iniciativa.


UniPlanet (UP): Como surgiu a ideia para o Mercadinho Sustentável e o que irá decorrer de 21 a 22 de abril?

A ideia de organizarmos o Mercadinho Sustentável surge no momento em que decidimos assinalar o Dia Mundial da Terra (22 de abril), impulsionados por aquela que já é uma prática empresarial nossa.
Apesar de hoje em dia já existir uma maior consciência do impacto que o consumo indiscriminado de plásticos e outros materiais descartáveis têm no nosso planeta, acreditamos que há ainda um grande trabalho a fazer, não só no sentido de sensibilizar as pessoas para esta questão, mas também no sentido de dar a conhecer as alternativas reutilizáveis que existem no mercado e que permitem de uma forma simples e prática reduzir a nossa pegada ecológica.

Sendo o Alegro Alfragide um centro comercial com certificação ambiental e estando o tema da sustentabilidade tão presente naquela que é a Visão 2030 da Immochan (empresa proprietária de todos os centros comercias Alegro), assumimos como nossa missão fazer parte deste movimento e contribuir para a sensibilização dos nossos clientes e da comunidade em que estamos inseridos para a necessidade de cultivar um estilo de vida mais ecológico, que resulte num planeta mais saudável para todos.

Cultivar este estilo de vida começa por pequenas grandes mudanças que cada um pode adotar no seu quotidiano, para os quais nem sempre estamos devidamente informados, esclarecidos e sensibilizados.
O Mercadinho Sustentável pretende, precisamente, dar a conhecer alternativas de consumo saudáveis e ambientalmente responsáveis, bem como soluções reutilizáveis para substituir os tais produtos descartáveis. E é muito importante constatar e sublinhar que a maioria dos projetos e marcas que vão estar no Mercadinho Sustentável são pensados globalmente, mas têm na origem ideias e trabalho 100% nacional.

Para além disso, ao longo destes dois dias vamos ter um conjunto de palestras de especialistas nesta matéria, que de alguma forma se têm destacado como ativistas sociais e ambientais em Portugal, com o objetivo de fomentar a partilha de conhecimento, com muitas dicas e conselhos para sensibilizar e incentivar à mudança.


Cartaz

UP: Que projetos e marcas vamos poder encontrar no Mercadinho Sustentável?

No Mercadinho Sustentável vai ser possível encontrar desde produtos alimentares biológicos, como a granola NutsNola; higiene pessoal e cosmética orgânica da Organii e Saponina; puericultura consciente, OvO about motherhood, Fluffy and Organic, Dome Ethical Store e Tuberosa; produtos naturais, feitos à mão e/ou que contribuam para o chamado fair trade, de marcas como a Cramet, Esteira, Círculo Ceramics, The Fair Bazaar. Contaremos ainda com a presença da Refood, para sensibilizar a população para a sua missão e disseminar boas práticas no combate ao desperdício alimentar.

Paralelamente ao mercadinho, vamos ter uma série de palestras com dicas para aqueles que pretendem diminuir a sua pegada ambiental.
Destacamos a palestra da Mind The Trash, que para além de ter os seus produtos expostos permanentemente ao longo dos dois dias, disponibilizou-se para dar uma palestra com dicas “como reduzir o consumo de plástico no dia-a-dia” e a presença da Ana Milhazes Martins, embaixadora do movimento Lixo Zero Portugal e fundadora do blogue Ana, GoSlowly, para falar cobre “Como viver mais devagar e de forma mais sustentável”.

Mas há muitos mais projetos interessantes para conhecer, como o Salve a Lã Portuguesa que no âmbito das palestras vai também fazer uma demonstração de como se fia lã usando roda de fiar e fuso. A lista completa das marcas e projetos presentes, bem como de palestras pode ser consultada no nosso website.



UP: Que conselhos tem para quem quiser seguir um estilo de vida mais sustentável e deixar o planeta melhor do que o encontrou?

Um estilo de vida mais sustentável pode começar por pequenos passos. Trazer sempre um saco reutilizável quando vamos às compras, não só no hipermercado, mas em todas as lojas; recusar a segunda via do talão de multibanco sempre que for possível; privilegiar produtos de origem nacional e produtos vendidos sem embalagem ou em embalagens reutilizáveis, e evitar o consumo de loiça de plástico descartável quando fazemos refeições fora de casa, são apenas alguns exemplos.


Saco de papel com maçãs


UP: De que forma podem os centros comerciais tornar-se mais sustentáveis?

No Alegro fazemos um trabalho muito minucioso ao nível da gestão de resíduos, separando diversos tipo de plástico, cartão, madeira, eletrodomésticos e lixo orgânico, resíduos que são depois enviados para valorização. Esta é uma prática empresarial responsável que pode contribuir para um centro comercial mais sustentável, mas há mais.

Nos últimos anos reduzimos muito o consumo energético ao substituirmos as lâmpadas convencionais por lâmpadas LED e implementando um sistema de gestão rigoroso. Esta gestão rigorosa estende-se aos sistemas de climatização do centro e aos meios mecânicos, como as escadas rolantes que reduzem a velocidade quando não estão a ser utilizadas ou à utilização de um sistema de rega noturno, que recupera ainda as águas das chuvas, reduzindo o uso de água potável para regar.

Existe ainda muito trabalho a fazer, mas queremos apostar cada vez mais na realização de um trabalho conjunto com os nossos lojistas para irmos mais longe, bem como na sensibilização dos nossos clientes e na oferta de produtos mais sustentáveis. O Mercadinho Sustentável é um passo nesta direção.


Centro comercial


UP: Quais são as três razões porque não devemos faltar ao Mercadinho Sustentável?
  • A possibilidade de ficarem a conhecer várias marcas nacionais que estão a desenvolver projetos na área da sustentabilidade;
  • As palestras que vão trazer muitas dicas e soluções práticas e fáceis de implementar no dia-a-dia;
  • A variedade de produtos ecológicos que vão poder encontrar, e que vão desde produtos de higiene e cosmética, roupa, acessórios, produtos para limpeza e decoração da casa, entre outros.

Cartaz


Com o crescimento da população mundial, o consumo de medicamentos tornou-se uma ameaça emergente para os ecossistemas de água doce do mundo, já que estes compostos são “amplamente ignorados” pelas estações de tratamento de águas residuais (ETAR).

Uma equipa de investigadores avisou, recentemente, que se não forem tomadas medidas para minimizar este fluxo, a quantidade de resíduos farmacêuticos a entrar nos cursos de água poderá sofrer um aumento de 65% até 2050, comprometendo a saúde dos peixes e outros organismos aquáticos.

Uma grande parte dos ecossistemas de água doce poderá estar ameaçada pela elevada concentração de fármacos”, disse Francesco Bregoli, investigador do Instituto UNESCO-IHE de Educação relativa à Água, em Delft, na Holanda.

Um grande número dos fármacos encontrados no ambiente – analgésicos, antibióticos, antiplaquetários, hormonas, medicamentos psiquiátricos, anti-histamínicos – foram detetados na natureza em níveis perigosos para a vida selvagem.



Os desreguladores endócrinos, por exemplo, já induziram mudanças de sexo em peixes e anfíbios.

Bregoli e a sua equipa desenvolveram um modelo para identificar os pontos críticos da poluição por medicamentos, analisando o consumo global de diclofenac – um anti-inflamatório comum usado por milhões de pessoas no mundo – e a sua presença nos ecossistemas de água doce.

Tanto a União Europeia como a Agência de Proteção Ambiental dos EUA identificaram o diclofenac como uma ameaça ambiental. O seu uso veterinário, por exemplo, foi responsável pelo dramático declínio dos abutres do subcontinente indiano, que quase os levou à extinção.

Os cientistas descobriram que há mais de 10 mil quilómetros de rios em todo o mundo com concentrações deste medicamento acima do limite estabelecido pela UE (100 nanogramas por litro).

“As emissões de diclofenac são semelhantes às de milhares de fármacos e produtos de cuidado pessoal”, disse Francesco Bregoli.


Francesco Bregoli et al.

O consumo de diclofenac atinge as 2400 toneladas por ano. Várias centenas de toneladas permanecem nos dejetos humanos e apenas uma pequena percentagem – cerca de 7% – é removida pelas ETAR. Outros 20% são absorvidos pelos ecossistemas naturais e o restante encaminha-se para os oceanos.

Os investigadores acreditam que os níveis de poluição deverão ser mais elevados na América Latina, em África e na Ásia, onde (em média) menos de um quarto das águas residuais são tratadas e, mesmo quando o são, são utilizadas tecnologias incapazes de remover a maioria dos fármacos.


Francesco Bregoli et al.

Segundo um estudo do Programa das Nações Unidas para o Ambiente, os resíduos de antibióticos e químicos também estão a impulsionar a evolução de bactérias resistentes aos medicamentos. A agência da ONU avisou ainda que entre 70 e 80% de todos os antibióticos consumidos pelos seres humanos e animais de criação regressam ao ambiente através das suas fezes.

Bregoli explicou que a solução para este problema não pode depender apenas dos avanços nos processos de tratamento das águas residuais.

Precisamos de uma redução substancial no consumo”, disse. “Descobrimos que apenas avanços tecnológicos não chegarão sequer a ser suficientes para se recuperar dos atuais níveis de concentração. Se não se efetuar uma redução substancial do consumo, uma grande parte dos ecossistemas fluviais do mundo não ficará suficientemente protegida.”
Cartaz

No fim-de-semana em que se celebra o Dia Mundial da Terra, de 21 a 22 de abril, o Alegro Alfragide vai organizar um “Mercadinho Sustentável”, no qual participarão projetos sustentáveis como o Movimento Lixo Zero Portugal, Mind the Trash, Refood, Saponina, Planetiers, Fair Bazar e DOME EthicalStore, todos juntos para partilharem dicas e conselhos para uma vida mais sustentável.

Quer adotar práticas mais sustentáveis, mas não sabe por onde começar? Este mercadinho será uma oportunidade para ficar a conhecer entidades e organizações que se têm destacado pelo seu ativismo social e ambiental e marcas de produtos ecológicos, cosmética orgânica, puericultura consciente, produtos handmade e fair trade. Poderá também assistir a palestras e workshops para aumentar os seus conhecimentos nestas áreas e para saber como adotar pequenas ou grandes medidas, para reduzir o desperdício e o consumo de plástico, para melhorar a sua vida e a saúde do planeta.

Programa, Talks e Workshops do Mercadinho Sustentável:

Dia 21/04 - Sábado
11h | OvOaboutmotherhood - Babywearing - por onde começar?
14h | HunterHalder – Refood, Resgatar para alimentar
15h | Saponina - Rotina de Higiene Zero Waste
16h | Ana, GoSlowly - Como viver mais devagar e de forma mais sustentável
17h | Mind the Trash - Como reduzir o consumo de plástico no dia a dia
18h | Wholly Joana - Limpezas lá de Casa

Dia 22/04 - Domingo
11h | Canela Cheia (Suzete Sequeira) - Zero lixo, a minha viagem
14h | Wholly Joana - Higiene lá de Casa
15h | Salva a Lã Portuguesa - Como fiar a lã com roda de fiar e fuso
16h | Planetiers - Tudo o que podes fazer pelo planeta num só sítio
17h | YogurtNest - Fazer iogurtes caseiros de forma sustentável

O Mercadinho Sustentável decorre na Praça Principal (Piso 0) do Alegro Alfragide, das 10h às 19h, e a entrada é gratuita.

Cartaz


A cadeia britânica de supermercados Iceland comprometeu-se a eliminar as embalagens de plástico e o óleo de palma dos produtos da sua marca. Estas medidas são a resposta da empresa à poluição por plásticos que ameaça os oceanos e à destruição das florestas tropicais no sudeste asiático.

“O mundo apercebeu-se do flagelo dos plásticos. Despejamos nos nossos oceanos o equivalente a um camião de lixo [cheio de plástico] a cada minuto, causando danos incalculáveis ao meio marinho e, em última análise, à humanidade – uma vez que todos dependemos dos oceanos para sobreviver”, disse Richard Walker, diretor-geral da Iceland.

“O óleo de palma de fontes sustentáveis certificadas não limita atualmente a desflorestação nem a expansão das plantações de palmeiras”, explicou. “Até a Iceland conseguir garantir que o óleo de palma não está a causar a destruição das florestas tropicais, vamos simplesmente dizer não a este produto.”

A cadeia de supermercados – que se especializa em comida congelada – vai reformular os produtos da sua marca de forma a remover este ingrediente controverso até ao fim de 2018, reduzindo assim a sua procura em mais de 500 toneladas por ano. As embalagens de plástico serão removidas num prazo de cinco anos.


Foto: Caroline Power

Richard Walker, que visitou a ilha de Bornéu, no ano passado, para ver o impacto da desflorestação, disse que a remoção do óleo de palma aumentaria os custos, mas que isto não se refletiria no preço para o consumidor. “Haverá um custo extra, mas achamos que é a coisa certa a fazer.”

A Iceland está consistentemente a traçar o caminho que todos os supermercados deveriam estar a seguir”, disse Samantha Harding, da Campanha para Proteger a Inglaterra Rural. “Paralelamente ao seu apoio a uma tara recuperável, o compromisso da Iceland para se livrar de plásticos até 2023 mostra que os retalhistas podem tomar medidas decisivas para oferecer o que os seus clientes querem, sem que o ambiente tenha de pagar por isso”.

Sabe qual é o problema do óleo de palma?

Este ingrediente barato e versátil é usado em cerca de metade dos produtos nos nossos supermercados. Podemos encontrá-lo em bolachas, batatas fritas, cereais de pequeno-almoço, chocolate, sabonete, detergente, champô e até nos biocombustíveis.



Na Indonésia e na Malásia, a expansão das plantações de óleo de palma é uma das principais causas de desflorestação. Só na Indonésia, estima-se que se perca uma superfície de floresta tropical equivalente a 146 campos de futebol por hora.

Isto está a colocar em risco espécies ameaçadas, como os orangotangos. A ilha do Bornéu perdeu cerca de metade da sua população de orangotangos entre 1999 e 2015.

Para além do problema da destruição das florestas nativas, várias investigações têm trazido à luz as condições nas plantações de palmeiras indonésias, onde as violações dos direitos dos trabalhadores – que incluem trabalho infantil e forçado, assim como o tráfico de trabalhadores migrantes – são frequentes.

1ª foto: Rept0n1x
Cartaz

O Núcleo Regional de Aveiro da Quercus lançou a iniciativa Guarda-rios, apelando aos cidadãos da região a visitarem regularmente os seus rios e ribeiras para verificarem o estado de saúde dos ecossistemas, nomeadamente a existência de pesca ilegal; despejo de lixos, entulhos e outros resíduos; alteração ilegal do uso do solo com construções, aterros e abertura ou alargamento de caminhos; despejo de efluentes não tratados e a existência de espécies invasoras como a acácia e a mimosa.

As pessoas devem enviar fotografias e vídeos das situações detetadas para a Quercus Aveiro, localizando os focos de poluição para a recolha de amostras e denúncia pública.

“É inaceitável que se verifiquem situações de incumprimento sistemático de diversas entidades e empresas da região. A fiscalização continua a ser insuficiente e a aplicação de sanções e suspensão ou cancelamento de licenças de descarga, sempre que se verificam situações de incumprimento sistemático, continua a ficar aquém do esperado”, escreveu o Núcleo Regional de Aveiro da Quercus no Facebook. “Vamos proteger a nossa água! Junte-se a nós! Seja um Guarda-rios!”

Nova Zelândia

A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, anunciou, no dia 12 de abril, que o país vai deixar de conceder novas licenças para a exploração offshore de petróleo e gás.

“Temos sido líderes mundiais em questões críticas (…) ao sermos um país livre de armas nucleares e os primeiros a apoiar o sufrágio feminino”, disse a primeira-ministra. “Agora poderíamos ser líderes a nível mundial em matéria de emissões neutras de carbono. Devemo-lo às gerações futuras.”

Existem atualmente 31 licenças para a exploração de petróleo e gás no país, 22 das quais localizadas no mar. A indústria de petróleo e gás gera cerca de 2,5 mil milhões de dólares neozelandeses (cerca de 1,5 mil milhões de euros) por ano e emprega cerca de 11 mil pessoas.

O Governo neozelandês afirmou que a nova proibição não afetará as autorizações de exploração e prospeção já concedidas, que continuarão até 2046, o que significa que os empregos também serão mantidos.

A medida foi saudada com entusiasmo pelos ambientalistas. “Este é um enorme passo em frente para a Nova Zelândia e um momento marcante na transição para uma economia de energia limpa”, disse Livia Esterhazy, da WWF.

A oposição, contudo, criticou a decisão do Governo, acusando Jacinda Ardern de “vandalismo económico” que poderia colocar em risco milhares de empregos. A isto, a primeira-ministra respondeu que tinha sido concedido tempo suficiente à indústria para se ajustar às mudanças no sector.

“As transições têm de começar em algum lado e, a não ser que tomemos decisões agora que, essencialmente, só terão efeito daqui a 30 anos, corremos o risco de causar choques abruptos”, disse.

A Nova Zelândia junta-se assim ao Belize, que suspendeu por tempo indeterminado a exploração petrolífera nas suas águas para proteger o seu famoso recife de coral.

Esta não é a única medida adotada recentemente pelo país para o tornar mais verde e sustentável. O Governo neozelandês anunciou, no final do ano passado, que também pretende plantar 100 milhões de árvores por ano, assegurar que a rede elétrica funcione inteiramente a partir de energia renovável e investir mais em ciclovias e no transporte ferroviário.
Vinagre de sidra

Sabia que é possível fazer-se vinagre em casa? Com estas nove receitas, aprenda a fazer vinagre de diversas frutas e de arroz.
Experimente!

Vinagre de maçã ou de sidra


Para fazer vinagre de pera pode optar pela mesma técnica.

Vinagre de framboesa





Pode usar outras frutas como, por exemplo, amoras, morangos, cerejas, etc.

Vinagre de arroz [vídeo em inglês]



Vinagre de ameixa [vídeo em inglês]



Vinagre de coco [vídeo em espanhol]



Vinagre de banana [vídeo em inglês]



Vinagre de cascas de ananás [vídeo em inglês]



Vinagre de tomate [vídeo em inglês]

Cornetto vegan

Gelados Cornettos vegan e sem glúten da Olá (4 x 60g = 240g)


Gelado de soja aromatizado de baunilha, cone de bolacha sem glúten

Ingredientes: água, açúcar, xarope de glicose, gordura de coco, xarope de glicose e frutose, amido de milho, farinha de milho, pedaços de avelã (1,5%), óleo de girassol, cacau magro em pó, extrato de soja (1%), emulsionantes (mono e diglicéridos de ácidos gordos, lecitina de girassol, fosfatídeos de amónio), espessantes (goma de guar, farinha de semente de alfarroba, carragenina), aromas, sal.


O melhor:
É delicioso;
"Nata" e cone muito parecidos com os do gelado clássico;
Boa consistência;
Sem glúten (apto para celíacos e para pessoas intolerantes ao glúten ou ao trigo);
Sem lactose;
100% vegetal (apto para vegetarianos e vegans).

O pior:
Serem apenas 4 gelados (normalmente as caixas são de 6).


Preço (caixa de 4): 3,99€ (Jumbo)

Aprenda a fazer gelados e sorvetes vegans aqui.

Cornetto vegan


Taiwan anunciou que planeia proibir o comércio doméstico de marfim até 2020, no mesmo dia em que o governo britânico declarou que vai introduzir uma das proibições “mais rigorosas do mundo” sobre as vendas de marfim para proteger os elefantes africanos.

O Conselho Taiwanês de Agricultura propôs, no dia 3 de abril, algumas alterações à lei de Conservação da Vida Selvagem, que veriam o encerramento progressivo do restante mercado doméstico de marfim do país e a aplicação de penas pesadas a quem não cumprisse a lei.

Cerca de 20 mil elefantes africanos morrem às mãos dos caçadores furtivos todos os anos, para satisfazer a procura global de marfim.

“Este anúncio representa mais um passo em frente para a conservação dos elefantes africanos”, disse Joyce Wu, da organização conservacionista TRAFFIC.

Taiwan juntar-se-á, desta forma, a Hong Kong, que vai encerrar o seu comércio doméstico de marfim até 2021, e à China, cuja proibição, anunciada em dezembro de 2016, entrou em vigor em janeiro.

Toda a atenção deveria estar agora centrada no Japão, que continua a ter um comércio de marfim insuficientemente regulamentado, para que este comércio destrutivo passe a ser história”, disse Peter Knights, diretor executivo da organização WildAid. Outros países asiáticos que preocupam os conservacionistas pela sua inação são o Vietname, o Camboja, Laos, e Myanmar.
Maçãs desperdiçadas

O Governo aprovou, no dia 5 de abril, a Estratégia Nacional de Combate ao Desperdício Alimentar (ENCDA), que pretende reduzir o desperdício alimentar para metade até 2030. Atualmente, o desperdício alimentar ronda o milhão de toneladas por ano.

A ENCDA estrutura-se em três pilares – prevenção, redução e monitorização –, tendo associado um Plano de Ação que prevê a implementação de 14 medidas que estimulam o aproveitamento de alimentos.

Uma dessas medidas é a criação de pontos de venda específicos para produtos em fim de prazo de validade dentro das grandes superfícies, pontos que sejam facilmente identificáveis pelos consumidores e onde sejam garantidas todas as condições de segurança alimentar. O Governo quer este sistema regulado até julho.

Até outubro deverá surgir um projeto-piloto de uma plataforma de doação de alimentos, que irá facilitar o contacto entre doares e beneficiários, para que o circuito de alimentos se possa estabelecer com eficácia, retirando do desperdício toneladas de alimentos, que deverão ser identificados por categorias.

"Este é um combate que se impõe a toda a sociedade e a cada um de nós", explicou Luís Capoulas Santos, Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural.

Outra das medidas é a criação de um selo distintivo para as empresas ou operadores que levem a cabo iniciativas pioneiras no combate ao desperdício alimentar.

O índice de desperdício alimentar vai igualmente integrar as estatísticas oficiais do país, a par dos índices de produção e consumo. Dentro de dois anos, deverá estar recolhida a informação necessária à criação de uma área com indicadores dedicados ao desperdício alimentar no portal do Instituto Nacional de Estatística.

Foto: Pauline E