O Parlamento vai discutir, no dia 21 de dezembro, um projeto-lei do PAN que prevê a proibição da utilização de animais em circos.

Elefante no circo

O Parlamento vai discutir, no dia 21 de dezembro, um projeto-lei do PAN que prevê a proibição da utilização de animais em circos.
A “aquisição e reprodução” de certos animais já é proibida e a portaria 1226/2009, de 12 de outubro, proíbe a utilização de primatas, ursos, morsas, focas ou pinguins; no entanto, ainda são usados nos circos animais como tigres, leões, hipopótamos, camelos, tubarões, zebras, serpentes, cães, cavalos, póneis, burros e raposas, algo que o PAN quer mudar.

Os animais selvagens em circos vivem vidas de confinamento extremo, é-lhes impossibilitada a expressão dos seus comportamentos naturais, são separados precocemente das suas progenitoras, são obrigados a ter contactos forçados com o público, para além de terem treinos rigorosos e de estarem frequentemente em viagem.

O projeto-lei prevê que os animais sejam depois encaminhados para reservas e que os tratadores tenham apoio na reconversão profissional.

“Os animais explorados nos circos são meras sombras daqueles que se encontram na natureza. Os animais que se encontram nos circos devem ser resgatados e colocados em reservas onde possam recuperar e preservar a sua integridade. As pessoas devem ser sensibilizadas e incentivadas a escolher apenas circos onde não haja animais”, defende André Silva, deputado do PAN.

Os Coliseus do Porto e de Lisboa abdicaram dos espetáculos que utilizam animais.
Vários países têm já legislação que proíbe a utilização de animais nos circos como, por exemplo, o Chipre, Malta, Grécia, Holanda, Bélgica, Áustria, Itália entre outros na Europa e no Mundo.

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