A Direção Geral do Comércio Externo da Índia proibiu a importação de peles de répteis, martas, raposas e chinchilas.



A Direção Geral do Comércio Externo da Índia proibiu a importação de peles de répteis, martas, raposas e chinchilas. A decisão foi aplaudida pelas organizações HSI, PETA e People for Animals.

“Saudamos a Direção Geral do Comércio Externo e o Ministério do Ambiente pelo seu firme compromisso de abolir a importação de peles. A indústria de peles exóticas, pelo e couro mata, espanca e esfola milhões de animais todos os anos em nome da frívola moda. Estilistas e marcas de todo o mundo estão a mudar para alternativas livres de crueldade e ficamos satisfeitos com o facto da Índia estar gradualmente a emular políticas semelhantes para reduzir e eliminar a dor e o sofrimento desnecessários dos animais, declarou Gauri Maulekhi, administradora da People for Animals.

Dezenas de milhares de animais, como crocodilos, jacarés, raposas, martas, chinchilas, entre outros, estão confinados em quintas de criação para a obtenção das suas peles. Répteis, como os crocodilos, são amontoados em poços de cimento durante meses, ou mesmo anos, antes de serem mortos de forma dolorosa – alguns esfolados vivos, como revelou uma investigação da PETA – para que as suas peles sejam usadas em produtos, como carteiras, cintos, sapatos e braceletes de relógios.
As martas e as raposas são mantidas em jaulas pequenas e sujas até serem mortas por gaseamento ou eletrocussão.

Recentemente, a Croácia proibiu as quintas de produção de peles no país. Em 2016, a última quinta de criação de martas para a obtenção das suas peles, no Japão, fechou portas.

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