A Universidade da Carolina do Sul anunciou que vai deixar de utilizar porcos vivos durante a formação em emergência médica.

Porco

A Universidade da Carolina do Sul anunciou que vai deixar de utilizar porcos vivos durante a formação em emergência médica. No final dos procedimentos praticados pelos formandos, os animais eram eutanasiados. “Não planeamos renovar o programa de formação com animais vivos, nesta altura”, lê-se numa declaração da Universidade.

A instituição de ensino segue assim o exemplo de outras Universidades de Medicina, como a de Johns Hopkins, substituindo estas práticas por tecnologias de simulação. “Ao fazê-lo afirmamos a nossa convicção de que preparar profissionais de saúde para a preservação da vida humana é a nossa maior responsabilidade e estamos confiantes de que esta mudança não afetará negativamente a qualidade do nosso programa de formação”, informa a Universidade da Carolina do Sul.

Embora ainda existam 18 outros programas de formação em emergência médica que continuam a treinar eventuais médicos com animais vivos, nos EUA, em julho de 2016, a Faculdade de Medicina da Universidade de Tennessee tornou-se a última escola de medicina nos Estados Unidos e no Canadá a optar por excluir o treino obrigatório de cirurgia em animais vivos, depois de anos de pressão por parte do Comité para a Medicina Responsável.
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