A Universidade de Johns Hopkins anunciou que vai deixar de utilizar animais vivos, como parte da formação dos seus estudantes de medicina.

Procedimento cirúrgico

A Faculdade de Medicina da Universidade de Johns Hopkins anunciou que vai deixar de utilizar animais vivos, durante a formação de estudantes de medicina. Estes procedimentos cirúrgicos serão substituídos por simulações em computadores. Esta mudança entrará em vigor neste trimestre.

“Dado que quase todas as escolas de medicina deixaram de utilizar animais vivos na formação dos estudantes de medicina e que essa experiência não é essencial, a faculdade de medicina decidiu que a utilização de animais vivos na cirurgia experimental deveria acabar”, declarou a universidade num comunicado.

No ano passado, um grupo de peritos examinou a prática de se usarem porcos vivos no processo educativo, animais estes que eram eutanasiados depois da cirurgia. Embora alguns estudantes achassem, no início, que esta prática poderia beneficiar os seus estudos, as autoridades chegaram à conclusão de que a vivissecção era demasiado controversa e de que não era essencial para o desenvolvimento profissional de um estudante de medicina.

Esta decisão da universidade tem sido elogiada pelo Comité para a Medicina Responsável, que luta contra esta prática há uma década. Pensa-se que a Universidade de Tennessee, em Chattanooga, seja a última escola de medicina a continuar esta prática, nos EUA e no Canadá. Desde que o comité foi formado, 29 escolas deixaram de usar animais vivos nos treinos cirúrgicos.

Fonte: World Animal News
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