Artigos de "Rússia"
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Cão vadio

A Rússia proibiu as lutas de animais, o envenenamento ou abate a tiro de cães e gatos vadios e outras formas de crueldade contra os animais.

A nova lei proíbe a abertura dos chamados “zoos de contacto” em centros comerciais – algo que é comum no país – e determina que os animais de companhia devem ser mantidos em condições adequadas pelos seus donos.

A legislação foi promulgada pelo presidente Vladimir Putin no final de dezembro de 2018, oito anos depois de ter sido inicialmente apresentada. Segundo o Kremlin, a lei guia-se pelos “princípios da humanidade”.

Os bares e restaurantes com animais também deixam de ser permitidos, conta o canal de televisão russo RT. Em abril, dois ursos fugiram de um café na região de Yaroslavl. Um deles acabou por ser abatido.

Os animais selvagens mantidos em violação da lei e sem as devidas licenças serão apreendidos pelo estado. Da mesma forma, passa a ser proibida a sua acomodação em apartamentos e casas privadas.

Os circos semilegais também terão a sua vida complicada. Em outubro, uma leoa atacou e feriu uma criança de quatro anos durante o espetáculo de um circo itinerante na região de Krasnodar.

A nova lei também determina que os animais vadios devem ser capturados, esterilizados, vacinados e libertados com um microchip especial, e que o abandono não é uma opção, devendo os animais “ser encaminhados para uma nova casa ou abrigo”. Recentemente, encontraram-se camelos, avestruzes e outros animais exóticos em liberdade no país, depois de os mesmos terem sido abandonados pelos seus donos.

Quem tem cães passa apenas a poder passeá-los em zonas especialmente designadas para esse fim e poderá ser multado se não apanhar as fezes do animal. Para as raças “potencialmente perigosas”, o uso de açaime e trela torna-se obrigatório – uma medida criticada pelos ativistas defensores dos direitos dos animais.
Natureza

Mais de 70% das últimas zonas naturais intactas do planeta estão localizadas em apenas cinco países – Austrália, Brasil, Canadá, Estados Unidos e Rússia –, revelou um novo estudo da Universidade de Queensland e da organização Widlife Conservation Society.

Os cientistas destas instituições defendem que é necessário adotarem-se medidas urgentes a nível internacional para se assegurar a preservação destes últimos ecossistemas intactos.

Há um século, apenas 15% da superfície da Terra era usada pelos seres humanos para o cultivo de plantações e a criação de gado”, disse James Watson, professor da Universidade de Queensland e principal autor do estudo.

“Hoje, mais de 77% da superfície terrestre – excluindo a Antártida – e 87% do oceano foram modificados pelos efeitos diretos das atividades humanas", contou. “Pode ser difícil de acreditar, mas, entre 1993 e 2009, perdeu-se uma área terrestre de natureza selvagem maior do que a superfície da Índia – uns desconcertantes 3,3 milhões de quilómetros quadrados – devido à urbanização, agricultura, exploração mineira e outras pressões.”

Mapa
Mapa das últimas zonas de natureza selvagem do mundo. A azul escuro estão as zonas selvagens terrestres e a azul claro as marítimas. O estudo excluiu a Antártida e as zonas intactas em alto mar que não estão dentro de fronteiras nacionais. | Fonte: Nature

Os ecossistemas intactos identificados no estudo são um refúgio vital para milhares de espécies ameaçadas. “São [também] importantes reservatórios de informação genética e constituem zonas de referência para os esforços de regeneração da vida selvagem nas paisagens terrestres e marítimas degradadas”, explicam os autores do trabalho, que foi publicado na revista Nature.

Os investigadores afirmam que estes espaços só podem ser protegidos se “forem reconhecidos nas estruturas de política internacional” e pedem uma meta global que proteja 100% das restantes zonas de natureza selvagem. “É possível ter uma meta de 100%”, afirmou James Watson. “Tudo o que os países precisam de fazer é impedir as indústrias de entrarem nesses lugares.”

“Uma intervenção óbvia a que estes países podem dar prioridade é a criação de áreas protegidas”, disse o professor. “Já perdemos tanto, por isso temos de agarrar esta oportunidade para salvaguardar os últimos redutos naturais, antes que desapareçam para sempre.”
Tigre colapsou em circos

Zena, um tigre fêmea de seis anos, colapsou durante uma atuação no circo de Magnitogorsk, na Rússia.
O animal tinha saltado vários anéis de fogo antes de colapsar.

Depois de o tigre cair com convulsões, o tratador tentou retirá-lo do palco arrastando-o pela cauda e uma outra pessoa deitou-lhe água para o reanimar.
Nenhum animal deveria ser obrigado a saltar anéis de fogo.

ATENÇÃO: As imagens deste vídeo podem chocar os leitores mais sensíveis.





A WikiLeaks declarou na sua conta do Twitter que o escândalo dos Papéis do Panamá, que revelou a ligação entre vários líderes mundiais e os esquemas de offshore, foi patrocinado pelos EUA, pela USAID (Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional) assim como o ataque que tem ocorrido à imagem do Presidente Putin.


“O ataque dos #PanamaPapers contra Putin foi organizada pela OCCRP, que é dirigida à Rússia e à ex-União Soviética e foi patrocinado pela USAID & Soros”.


“O Governo dos EUA financiou a história do ataque dos #PanamaPapers a Putin através da USAID. Alguns bons jornalistas, mas não um modelo de integridade”.

Fontes: Sputnik, Wikileaks e RT
Foto: © flickr.com/ Wikileaks Mobile Informat


Por baixo da cidade Yekaterinburg, na Rússia, existe uma mina de sal abandonada com incríveis padrões nas paredes dos seus túneis causados pela presença da carnalite (cloreto hidratado de magnésio e potássio), um mineral de tom vermelho-amarelado, mas que pode também ser azul, roxo ou mesmo incolor.

Apenas uma pequena parte desta mina é usada hoje em dia, deixando abandonados túneis hipnóticos que só são acedidos com permissão do governo. O fotógrafo Mikhail Mishainik visitou a mina durante 20 horas e tirou estas fantásticas fotos.

"É difícil de descrever como nos sentimos a esta profundidade, perdemos a noção do tempo e o ar é muito seco, sentimo-nos sempre com sede.”










A Academia Russa de Ciência está a treinar macacos Rhesus para viajarem e aterrarem em Marte. O treino realizado no Instituto de Problemas Biomédicos inclui usar um joystick e resolver puzzles.
O programa foi criado nos anos 80 e os animais são escolhidos para participar nestes projetos de acordo com a sua inteligência. Os 4 macacos escolhidos foram selecionados pelas suas capacidades cognitivas e pela rapidez de aprendizagem.

Durante os treinos diários, dirigidos por Inessa Kozlovskaya, os macacos passam 3 horas a aprender a controlar o joystick para atingir um alvo identificado por um cursor. Quando completam a tarefa são recompensados com um golo de sumo.
Assim que dominam esta função, começam a ser treinados para resolver problemas matemáticos simples e puzzles. No final do treino, em 2017, os animais deverão ser capazes de realizar, sozinhos, um horário diário de tarefas.

"Aquilo que estamos a tentar fazer é torná-los o mais inteligentes possível, para os podermos usar para explorar o espaço para além da nossa órbita", explica Inessa.
Os investigadores têm esperança de que os macacos consigam depois treinar outros e integrá-los na equipa.
A longevidade média destes macacos é de 25 anos e a viagem para Marte, provavelmente em 2017, durará cerca de 6 meses.

O primeiro macaco a ser enviado para o espaço foi Albert I, em junho de 1948, num míssil militar norte-americano: sufocou e morreu durante o voo. Em 1949, foi enviado Albert II até aos 125 km de altitude e morreu quando o míssil se despenhou no regresso. Em Dezembro de 1949, Albert IV foi enviado para o espaço ligado a máquinas que monitorizavam a sua saúde, morreu com o impacto do regresso. Dois anos depois Yorick viajou com 11 ratos e conseguiu regressar são e salvo, depois de subir a cerca de 80 km de altitude. Ham foi lançado para o espaço em janeiro de 1961. Os seus sinais vitais foram seguidos durante os 16 minutos e 39 segundos do voo, até se ter despenhado no Oceano Atlântico. Assim como a Rússia, os EUA, a França, a Argentina e o Irão já enviaram macacos para o espaço. Em 1957, a famosa cadela Laika foi enviada pela Rússia. Morreu entre 5 a 7 horas depois do lançamento. A causa de sua morte foi, provavelmente, uma combinação de stress sofrido e o superaquecimento, ocasionado por uma falha no sistema de controlo térmico da nave.



Fontes: Sábado, Daily Mail, Gazeta Russa e Wikipédia

Assine a petição “Save Four Endangered Monkeys From Being Forced To Die on Mars” aqui


No dia 5 de janeiro de 2016, os habitantes de São Petersburgo na Rússia acordaram com uma vista de outro mundo – três sois no céu!
Este evento atmosférico é uma ilusão ótica conhecida como Parélio, no qual aparecem dois pontos brilhantes (também chamados de sóis fantasma) no céu em ambos os lados do sol, formados pela refração da luz solar através dos cristais de gelo no alto da atmosfera da Terra.




☀️ x 🌈x 🌖 #гало #halo

Uma foto publicada por Sofya Batsova🇷🇺🇬🇧 (@sonyabatsova) a


Fonte: RT
Primeira Foto: © Марк / YouTube