Rótulo novo

O Lidl vai ser o primeiro retalhista na Suíça a rotular os seus produtos de carne com uma classificação de bem-estar animal da organização suíça STS.

A embalagem terá quatro níveis de classificação (letra A, a verde, para produtos que seguem os melhores procedimentos de bem-estar animal, no meio a letra B, com um verde mais claro, e a C, a amarelo e por fim a letra D, a laranja, para a pontuação mais baixa) e o retalhista espera que a adição de um rótulo de bem-estar animal nos produtos de carne guie os processos de tomada de decisão dos consumidores.

A avaliação inclui: as condições de vida dos animais, como e por que são usados medicamentos/antibióticos e como os animais são transportados e abatidos.

Estes novos rótulos estarão disponíveis a partir da primavera de 2021 em produtos de carne fresca e em todas as 150 filiais na Suíça.
iPhone

A DECO Proteste vai avançar, em fevereiro, com uma ação num tribunal cível contra a Apple por práticas comerciais desleais. Em causa está a estratégia de obsolescência programada da marca. A associação de defesa do consumidor considera que as atualizações do sistema operativo iOS (a versão 10.2.1, neste caso), em 2017, tornaram mais lentos os iPhones que já não eram recentes, os modelos 6, 6 Plus, 6s e 6s Plus. A alegação é que, com esta perda propositada de desempenho, a Apple induziu os consumidores a substituírem os modelos antigos por novas versões ou, pelo menos, a pagarem a troca da bateria.

A iniciativa da DECO Proteste faz parte de um conjunto de ações levadas a cabo pela Euroconsumers e que já contribuiu para processos semelhantes em Itália através da Altroconsumo, em Espanha através da OCU e na Bélgica através da Test-Achats.

O pedido de indemnização pode rondar os 10 milhões de euros, sendo que a média do valor pedido por cada utilizador deve rondar os 60 euros (há cerca de 180 mil utilizadores em Portugal). A ação interposta em Itália pede uma indemnização no valor de 60 milhões de euros.

“A necessidade de uma economia sustentável e de uma transição verde justa são mais urgentes do que nunca, pelo que temos uma mensagem clara para a Apple e para os fabricantes que queiram enveredar pelo mesmo caminho: não toleramos mais a obsolescência programada”, escreve a DECO Proteste. “Um equipamento da Apple não é propriamente barato, e não é aceitável que, ao fim de pouco tempo de utilização, os consumidores sofram pressão para substituí-lo.”

No caso de vir a ser atribuída uma indemnização, o valor será distribuído pelos lesados identificados e por entidades como a Direção-Geral do Consumidor, que terá depois de o investir em ações de formação.


A Qatar Airways Cargo anunciou que através do seu programa de sustentabilidade “WeQare: Rewild the Planet” vai transportar animais selvagens de volta para os seus habitats naturais, gratuitamente.

Esta iniciativa pretende combater o tráfico de vida selvagem e o comércio ilegal de animais selvagens.

“Estamos preocupados com o legado que deixamos para as gerações futuras”, comenta Guillaume Halleux, Gerente da divisão de cargas da Qatar Airways.
“Todos nós sabemos que os animais têm um papel importante a desempenhar na preservação do equilíbrio ecológico que, por sua vez, garante a existência e estabilidade do ambiente. Através do Capítulo 2 – Rewild the Planet, queremos incentivar esta preservação e é por isso que estamos a oferecer o transporte gratuito para levar animais selvagens de volta para onde eles pertencem.”

A companhia aérea lançou vários anúncios e um vídeo especial para comemorar a importância do Capítulo 2 deste programa. Através deles, a Qatar Airways Cargo procura aumentar a consciencialização sobre estas questões entre os seus clientes.
Todos os capítulos do WeQare são baseados nos pilares da sustentabilidade: ambiente, sociedade, economia e cultura.
A companhia acredita que estas ações positivas inspirarão as pessoas a colocar a sustentabilidade no topo das suas agendas.

Como membro fundador da United for Wildlife Transport Taskforce, a Qatar Airways tem uma política de tolerância zero em relação ao comércio ilegal de animais selvagens ameaçados.

Esparregado

Com estas dez receitas, aprenda a fazer um delicioso esparregado vegetariano e vegan.
Experimente!

Esparregado de espinafres



Esparregado de espinafres


Nota: para tornar a receita vegan substitua a manteiga por margarina vegetal e o leite por um "leite" vegetal

Esparregado de couve galega



Esparregado de nabiças



Esparregado de espinafres e nabiças ou grelos



Foto: Just Natural Please
Veja a receita aqui.

Esparregado de espinafres



Foto: Centro Vegetariano
Veja a receita aqui.

Esparregado de espinafres e coco



Foto: Ever Vegan
Veja a receita aqui.

Esparregado de espinafres e banana



Foto: Healthy Bites
Veja a receita aqui.

Esparregado de nabiças e caju



Foto: Aldi
Veja a receita aqui.

Esparregado de acelgas



Foto: Patricia is Cooking
Veja a receita aqui.
Caixa de cartão

A Deco Proteste comprou 25 produtos (Pens USB e frigideiras) em 18 lojas online, nacionais e internacionais, e analisou as embalagens usadas no transporte.

"Mistura de diferentes materiais (cartão, papel e plásticos), alguns sem possibilidade de reciclar, e em demasiada quantidade, bem como caixas muito volumosas foram os principais problemas detetados", diz a Deco Proteste.

"O envio das frigideiras revelou maior quantidade de maus exemplos, e nenhuma embalagem se aproximou do ideal. Em geral, não estavam adaptadas às medidas e ao formato do produto e incluíam muitos materiais complementares desnecessários. As melhores soluções foram apenas aceitáveis e metade foi considerada má", afirma.

No caso da frigideira das 12 lojas analisadas (AliExpress, Amazon.es, Bestprice, El Corte Inglês, Jom, Pollux, Digital Place, Ebay.es, Ikea, MBIT, Rádio Popular e Euronics) apenas seis tiveram três estrelas das cinco possíveis na avaliação, sendo que a Euronics foi a que apresentou o pior desempenho.

"É necessário melhorar as embalagens usadas no comércio online. A maioria apresentava dimensões demasiado elevadas para o produto que envolvia; foram usados materiais de enchimento que apenas serviam para preencher espaços vazios; foram coladas bolsas de plástico para documentos que poderiam vir dentro da embalagem; e recorreu-se a materiais que eram difíceis de separar ou nem sequer se podiam reciclar", afirma a Deco Proteste.

Alguns destes resíduos acabarão em aterros.

"E existe o impacto acrescido para o ambiente resultante de não-otimização das embalagens, o que significa que são utilizados mais materiais do que os indispensáveis, passa a existir a necessidade de encher as caixas de cartão com plásticos ou outros materiais para acondicionar melhor o produto, são necessários mais circuitos de entregas, aumenta a frequência de circulação e, consequentemente, a pegada ambiental", explica.

Agruparem as compras feitas pelo mesmo cliente, de forma a fazerem apenas um envio e optarem por embalagens recicláveis são algumas das recomendações feitas pela Deco Proteste às lojas online.

É "indispensável que o Ministério do Ambiente intervenha e regule as questões associadas ao excesso de embalagem, abrangendo igualmente o comércio online".

Redes fantasma

O projeto europeu Adrinet quer acabar com as redes de pesca perdidas no fundo do mar e dar formação em gestão de riscos ambientais. A Itália coordena este projeto com a participação da Albânia e do Montenegro.

As redes "fantasma" são redes de pesca abandonadas no mar que constituem uma armadilha para os peixes e para a flora marinha.

“Recuperei essas velhas redes de pesca porque são um material de plástico sintético que provoca a poluição do fundo do mar. E também é mau para nós, pescadores e para toda a gente, porque comemos peixes contaminados que comeram o plástico dessas redes”, explicou o pescador italiano Antonio Schifano à Euronews.

Uma das componentes do projeto é o apoio a nível tecnológico. As redes de pesca podem ser geolocalizadas graças à integração de microchips.
“A rastreabilidade permite responsabilizar os pescadores em relação aos seus equipamentos e ajuda as autoridades a encontrar os responsáveis por eventuais redes abandonadas no mar", explicou Elisabetta Bonerba, responsável do projeto Adrinet.

Está também em curso a criação de um mapa de redes abandonadas na Itália. Num ano, já foram recuperadas seis toneladas de redes fantasmas. “Fizemos um cálculo, as seis toneladas representam cerca de 200 mil garrafas de plástico no fundo do mar. Muitas vezes, são os próprios pescadores que nos fornecem as coordenadas das redes que se encontram no fundo do mar”, explicou Pietro Vicedomini, comandante da Guarda Costeira de Talian.

"O problema das redes perdidas tem de ser abordado rapidamente, no momento em que a rede se perde e o microchip pode ajudar. A rede de pesca deve ser recuperada imediatamente porque se a rede ficar no mar durante anos, o ecossistema marinho da área pode desenvolver-se em torno dessa rede. E nesse caso, se retiramos as redes de pesca, pode ser problemático, porque obviamente há um novo equilíbrio, que seria destruído novamente. O que tem de ser feito, tal como no caso das contaminações, é agir ao nível da prevenção, da formação das pessoas, dos operadores e dos pescadores, porque as redes de pesca são plásticos dispersos tal como os sacos de plástico e as garrafas, mas ao contrário de objetos, devem ser removidos do fundo do mar rapidamente, logo que se perdem", explicou Elisabetta Bonerba, coordenadora do projeto europeu Adrinet.




Vinha

Em janeiro de 2020, o ministro da Agricultura, Viticultura e Desenvolvimento Rural (MAVDR), Romain Schneider, anunciou que a partir de 1 de janeiro de 2021, passaria a ser proibida a utilização de produtos fitofarmacêuticos à base de glifosato no Luxemburgo.

O Governo afirmou ao Contacto que a libertação da utilização de glifosato era "um importante passo em frente no compromisso do governo de reduzir significativamente a utilização de produtos fitofarmacêuticos em geral".

Os viticultores luxemburgueses foram os primeiros na União Europeia a deixar de usar voluntariamente glifosato, tendo começando no ano agrícola de 2019-2020.

“O facto de 100% dos viticultores e mais de 60% dos agricultores terem renunciado voluntariamente ao glifosato antes do abandono definitivo da utilização do glifosato no Luxemburgo mostra que os nossos produtores estão preparados e prontos para aceitar este desafio", disse o Ministro Romain Schneider.

Os agricultores que renunciaram voluntariamente à utilização de produtos fitofarmacêuticos à base de glifosato no ano agrícola de 2019/20 vão ser compensados ao abrigo do prémio de conservação da paisagem e da natureza. Estes agricultores vão receber uma compensação adicional de 30 euros por hectare para terras aráveis, 50 euros para terras vinícolas e 100 euros para árvores de fruto.

Os viticultores que se comprometerem a renunciar voluntariamente a qualquer utilização de outros herbicidas nas suas vinhas serão compensados entre 500 e 550 euros por hectare, dependendo da inclinação do terreno.
Prato vegan

ONA (Origine Non-Animale) acabou de se tornar no primeiro restaurante vegan a receber uma estrela Michelin em França. O Guia Michelin foi publicado na segunda-feira.

Claire Vallée abriu o ONA em 2016, em Arès, perto de Bordéus, através de uma campanha de crowdfunding e de um empréstimo de um banco de financiamento ético, o Le Nef.

A chef disse que este restaurante nasceu "da recusa da exploração animal de todas formas". "Mais do que um restaurante gastronómico, ONA quer ser um lugar de vida, onde o respeito pelo humano, a natureza e os animais estão no centro das nossas preocupações."


Pessoa a carregar saco de compras

A crise económica está a levar mais pessoas a pedir ajuda a instituições sociais que distribuem alimentos. O impacto está a fazer-se sentir na classe média, com pessoas a enfrentar pela primeira vez uma situação de vulnerabilidade financeira. Em Espanha, emerge já uma "nova pobreza".

"Nunca me vi assim na minha vida. De outra forma, como é que ia ter três filhos? Eu estava a ir bem. A minha vida deu uma reviravolta para pior. Passei a pedir comida. No início, sente-se vergonha, honestamente", conta à Euronews uma das pessoas entrevistadas.

Estima-se que, com a covid-19, possa haver mais um milhão e cem mil pessoas, em Espanha, a viver na pobreza.

A crise gerada pelo coronavírus também está a afetar a Áustria, o sexto país mais rico da União Europeia, onde pessoas que antes tinham alguns meios estão de repente nas ruas.

A "nova pobreza" gerada pela covid está a afetar grupos mais vulneráveis da população, como famílias monoparentais, trabalhadores independentes, pequenos empresários e trabalhadores sazonais.




Plantas

A Universidade de Évora está a desenvolver um projeto para criar jardins sustentáveis. A ideia é usar plantas autóctones, mais resistentes ao calor e a períodos de seca.

Carla Pinto Cruz, Professora do Departamento de Biologia e investigadora no MED da Universidade de Évora (UÉ) lidera este projeto de conservação e gestão do património natural, que tem como finalidade impulsionar o uso de plantas autóctones nos espaços verdes de localidades do Alentejo Central, mas que pode ser replicado em todo o território nacional.

O Sargaço (Cistus monspeliensis), a Roselha-grande (Cistus albidus), o Rosmaninho (Lavandula pedunculata), o Pilriteiro (Crataegus monogyna) ou a Gilbardeira (Ruscus aculeatus) são apenas alguns exemplo de espécies nativas que a equipa de investigadores vai usar em espaços verdes no âmbito do projeto “Plantas Nativas na Cidade – Repensar os espaços verdes urbanos”, financiado no valor de 37 903,02€ pelo Fundo Ambiental e inserido no Programa de Conservação da Natureza e da Biodiversidade, do Ministério do Ambiente.

Desenvolvido em colaboração com a CIMAC (Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central), este projeto inclui uma equipa multidisciplinar com competências nas mais variadas áreas técnico-científicas, e conta com a cooperação da empresa Sigmetum, produtora de espécies nativas, e dos vários Municípios envolvidos. “É para nós claro que a utilização de recursos vegetais próprios apresenta diversas vantagens e permite aumentar a resiliência e sustentabilidade dos nossos espaços verdes, o que é especialmente pertinente na realidade atual de intensificação das alterações climáticas” sublinha a investigadora Carla Pinto Cruz.

O objetivo é melhorar o conhecimento e o estado de conservação do património natural e da biodiversidade da região e poder aplicar um modelo de desenvolvimento, gestão e valorização de territórios com um elevado capital natural, como as matas, os jardins ou outras estruturas ecológicas com funções paisagísticas urbanas indispensáveis ao bem-estar e qualidade de vida das pessoas que habitam a cidade e respetivas zonas periurbanas.

Com atuação já iniciada em Évora, estas ações envolvem os municípios de Montemor-o-Novo, Estremoz, Mourão e Redondo, com foco na requalificação de diversos espaços verdes, atualmente dominados por espécies exóticas, e desta forma promover ações de sensibilização junto dos cidadãos e dos técnicos com o propósito de alertar para a necessidade de formar as Organizações Não Governamentais de Ambiente, as Comunidades Intermunicipais e as Associações de Municípios, que de outro modo, não teriam capacidade nem suporte financeiro para executar este tipo de atividades impulsionadoras do debate em torno desta problemática.

Para Teresa Batista, (CIMAC, e docente da UÉ), este projeto “tem um enorme potencial de replicação não só nos 14 municípios do Alentejo Central, mas em todo o continente”, e responde ao delineado no Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas no Alentejo Central (PIAAC-AC) elaborado em 2018, que aponta medidas para a racionalização do uso dos recursos hídricos e a manutenção da biodiversidade, “em especial no Alentejo mas em todas as áreas do Mediterrâneo” onde se prevê até ao final do século “o agravamento das condições de seca e o aumento de fenómenos extremos como chuvas torrenciais e ondas de calor” recorda Teresa Batista, considerando ainda que o uso das espécies autóctones nas zonas verdes urbanas “afigura-se como a solução adequada, uma vez que se tratam de espécies adaptadas e mais resilientes a condições extremas e com menores necessidades de irrigação”.

Por sua vez a Anabela Belo, Professora do Departamento de Biologia e investigadora no Instituto Mediterrâneo para Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento (MED), esclarece que a inclusão de zonas verdes em espaços urbanos, sobretudo se as plantas forem nativas, “é uma maneira de promover ligações entre as manchas maiores de paisagem que rodeiam as cidades” e deixa-nos o cenário: “Imagine-se que a cidade é um lago, as construções a água e, a ligar uma margem do lago à outra, existem pequenas pedras fora de água. Os jardins são essas pedras. Ao utilizar espécies de plantas nativas no desenho desses jardins, tornamo-los particularmente importantes para a conservação das nossas plantas, sobretudo para as que estão ameaçadas, mas também para todos os seres vivos que vivem com elas desde sempre”.

No que respeita ao Departamento de Paisagem, Ambiente e Ordenamento da UÉ, Paula Simões e Rute Sousa Matos frisam que “projetar com espécies nativas em espaço urbano é educar as comunidades e os políticos, para uma forma de arte que põe em evidência a sazonalidade e que contribui para a consolidação da Estrutura Ecológica” sublinham, salientando ainda o facto que, desta forma “estamos a promover a biodiversidade e a sustentabilidade”.

Numa vertente mais ligada à área da biologia a investigadora do MED da UÉ, Catarina Meireles acresce que “os problemas ambientais decorrentes da utilização de espécies vegetais exóticas tanto em meios urbanos, como em meios rurais, são vários. A maioria das espécies utilizadas é muito exigente em água e o seu cultivo implica a utilização de grandes quantidades de fertilizantes, herbicidas e inseticidas”, destaca a investigadora referindo que “o elevado consumo de água associado à manutenção destas espécies, tem um grande impacto, sobretudo na região mediterrânica, onde a escassez de água é um problema cada vez mais grave”.

Outro aspeto realçado por Catarina Meireles é o facto de algumas destas espécies competirem com a flora autóctone, “muitas delas tornam-se invasoras e conseguem proliferar quase sem controlo passando a representar uma ameaça para as espécies nativas, para a diversidade e equilíbrio dos ecossistemas”. O facto de estas espécies serem importadas de outros países podem ainda “potenciar a introdução de novas pragas e doenças” alerta a investigadora.

As principais intervenções do projeto têm em vista a seleção e promoção da produção de plantas nativas, tal como indicado, espécies com interesse de conservação, e a requalificação de espaços verdes urbanos através de plantas com valor estético, ecológico e interesse paisagístico. Para tal serão realizados workshops para capacitação dos profissionais dos Municípios do Alentejo Central e serão produzidos materiais técnicos e didáticos que contribuam para a divulgação, sustentabilidade e replicação deste tipo de iniciativas.

Esta iniciativa possibilitará a conservação de espécies e habitats protegidos, através de um aumento da biodiversidade nativa, que permitirá não só reduzir o consumo de água e utilização de fitofármacos como potenciará a sustentabilidade e resiliência destes espaços face às alterações climáticas iminentes. Prevê-se também uma melhoria na gestão económica em consonância com as políticas ambientais nacionais estabelecidas com a União Europeia, em particular com a Estratégia Nacional de Conservação da Natureza e Biodiversidade 2030 (ENCNB 2030), criada com o intuito de estancar a perda da biodiversidade nacional, aprofundando a sua conservação e utilização sustentável e promovendo a respetiva valorização, apropriação e reconhecimento pelos diversos agentes responsáveis e pela sociedade.