O grupo Jerónimo Martins vai financiar um projeto de reflorestação com espécies autóctones de 2500 hectares de baldios em Arganil, fustigados pelos incêndios de outubro de 2017.

Bolota

O grupo Jerónimo Martins vai financiar um projeto de reflorestação com espécies autóctones de 2500 hectares de baldios em Arganil, fustigados pelos incêndios de outubro de 2017.

A Escola Superior Agrária de Coimbra (ESAC) vai garantir o apoio técnico e científico ao projeto “Floresta Serra do Açor”.

Vão ser plantadas espécies autóctones que desapareceram do concelho, como o castanheiro, carvalho, medronheiro ou sobreiro. A área a intervir, abrange zonas como Cepos, Teixeira, Nogueira ou Vinhó, e pretende-se com este projeto criar uma espécie de barreira aos fogos.

A longo prazo, há também a intenção de explorar a produção de castanha e medronho. Para Luís Paulo Costa, presidente da Câmara de Arganil, este projeto permitirá servir de exemplo, mostrando uma floresta resiliente aos incêndios, sustentável e que consiga conciliar a produção com a conservação.

Arganil viu 88% da sua mancha florestal arder em 2017.

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