Não passe fome! Entre em contacto com quem pode ajudar.

Talheres

O estado de emergência deixou pessoas sem empregos e sem rendimentos, criando situações de fome.

Para responder a esta situação, o Banco Alimentar, em parceria com a Entrajuda, criou uma plataforma online, a Rede de Emergência Alimentar, para quem precisar de fazer um pedido de ajuda alimentar.

O objetivo foi congregar as respostas sociais que estão no terreno (Instituições de Solidariedade Social, Juntas de Freguesia e outras entidades que prestam apoio) e as que surgiram, partilhar recursos e necessidades.

Em duas semanas (até ao dia 2 de abril) chegaram à Rede de Emergência Alimentar 3126 pedidos de todo o país, cerca de 223 por dia. Lisboa, Setúbal, Porto e Braga são os distritos onde se registam mais pedidos. Para Isabel Jonet, presidente da Federação dos Bancos Alimentares Contra a Fome, são cidades onde as famílias acabam por gastar grande parte do rendimento mensal só na renda da casa.

O facto de as pessoas terem de ficar em casa sem contacto umas com as outras fez com que cabeleireiras, empregadas domésticas e outros trabalhadores que tinham uma relação laboral instável, ou até informal, ficassem, de repente, sem rendimentos. São outros exemplos os pais cujos filhos beneficiavam de refeições escolares e que eles próprios, por vezes, comiam no trabalho e que agora ficaram com várias bocas para alimentar ou as pessoas que estavam a fazer formações com o Instituto de Formação Profissional e que não recebiam subsídio de desemprego e que, com as formações interrompidas, deixaram de receber o apoio e não têm direito ao subsídio de desemprego.

Estes novos casos juntam-se às 400 mil pessoas que são apoiadas regularmente pelo Banco Alimentar.
Com o isolamento social, muitas instituições de solidariedade social encerraram as portas e as pessoas mais carenciadas ficaram assim sem apoio.

Preciso de ajuda, o que faço?

Se precisa de apoio alimentar, pode registar-se no formulário da Rede de Emergência Alimentar (link) ou na Instituição de Solidariedade Social/Junta de Freguesia da sua zona de residência.
Após o seu registo, será informado por e-mail do nome da instituição que avaliará o seu pedido.
Quem se puder deslocar irá depois buscar os alimentos à instituição mais próxima da sua casa; para quem não o puder fazer, existe uma rede de voluntários, articulada com outras iniciativas como o Vizinho Amigo, que levará às suas casas refeições já preparadas.

Veja mais na Rede de Emergência Alimentar ou envie um e-mail para rede.emergencia.alimentar@bancoalimentar.pt

Não passe fome! Entre em contacto com quem pode ajudar.


……………………………………….

Subscrever a Newsletter

8 comentários. Diz-nos o que pensas

  1. E os que já estavam no desemprego e não recebem qualquer subsídio??? Também se esqueceram desses não foi? Vão viver de quê???

    ResponderEliminar
  2. Estou desempregada, mãe solteira sem qualquer rendimento, alguém pode ajudar

    ResponderEliminar
  3. Está tudo ligado, é tudo farinha do mesmo saco...e mais ñ posso dizer...igreja, governo, ONG's e etc etc...

    ResponderEliminar
  4. Vive onde, se nao é indiscrição minha??

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. As mães solteiras desempregadas como eu...Não vejo falar em apoio nenhum!Ainda por cima o meu filho é uma criança que tem DHDA,toma medicação e é uma criança com necessidades educativas especiais.
      APOIOS...0

      Eliminar
  5. Valdete siqueira sou mãe solteira brasileira estou sem trabalho e precisava de ajuda por ex alimentos e Ajuda para pagar. luz água e gás obrigado.




    ResponderEliminar

Obrigado pelo comentário! Respeite os outros leitores. Comentários ofensivos ou com linguagem imprópria serão eliminados.