Em 2020, vão ser criadas duas zonas de proteção para os cavalos-marinhos da Ria Formosa.

Cavalo-marinho

Em 2001, a Ria Formosa era a zona de maior densidade de cavalos-marinhos do mundo, contudo um censo de 2018 apontou para um decréscimo de 90% desta comunidade.

Em 2020, vão ser criadas duas zonas de proteção para os cavalos-marinhos da Ria Formosa, este controlo poderá ser feito por videovigilância. Os locais para os dois primeiros refúgios de cavalos-marinhos, onde será interditada a navegabilidade e qualquer atividade humana, "já estão georreferenciados": um a norte da Geada (próximo do aeroporto de Faro) e outro junto ao lado nascente da ilha da Culatra.

O tráfico para a Ásia quase dizimou a população desta espécie marinha. O objetivo é agora permitir a recuperação das populações das duas espécies de cavalos-marinhos registadas em Portugal: o cavalo-marinho de focinho comprido ('hippocampus guttulatus') e o cavalo-marinho comum ('hippocampus hippocampus').

Falta agora definir como vão ser sinalizados os limites dos santuários e depois disso a Autoridade Marítima terá de publicar os respetivos editais.

Foto: prilfish | Flickr

Subscrever a Newsletter

0 comentários. Diz-nos o que pensas

Obrigado pelo comentário! Respeite os outros leitores. Comentários ofensivos ou com linguagem imprópria serão eliminados.