O Centro Médico de Maine anunciou que deixou de utilizar animais vivos no treino em emergência médica.

Médicos

O Centro Médico de Maine, nos Estados Unidos, deixou de utilizar animais vivos no treino em emergência médica.

Em comunicado, o hospital explicou que vai substituir a prática por tecnologias de simulação.

A decisão foi saudada pelo Comité para a Medicina Responsável, que decidiu assim não dar seguimento à denúncia que se preparava para apresentar ao Serviço de Inspecção Zoossanitária e Fitossanitária.

“É para nós um motivo de satisfação que, com a informação que lhe fornecemos, (…) [o hospital] tenha decidido que dispunha de alternativas para acabar com o uso de animais vivos”, disse John Pippin, médico do Comité para a Medicina Responsável.

O Centro Médico de Maine utilizou 13 porcos no seu programa de treino médico em 2018, de acordo com um relatório anual apresentado ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. No final dos procedimentos praticados, os animais eram eutanasiados.

Segundo o Comité para a Medicina Responsável, já são menos de uma dúzia os programas de formação em emergência médica nos EUA e no Canadá que ainda utilizam animais vivos.

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