A França vai proibir, a partir de 2023, a destruição dos produtos que não forem vendidos.

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A França vai proibir, a partir de 2023, a destruição dos produtos que não forem vendidos, anunciou o primeiro-ministro francês, Édouard Philippe. Isto significa que a roupa, eletrodomésticos ou brinquedos não vendidos passarão a ser reciclados ou doados.

A medida, que já é aplicada no país relativamente aos alimentos, visa agora acabar com o "desperdício escandaloso" que faz com que milhares de produtos como roupa, assessórios de moda, produtos higiénicos, cosméticos, eletrodomésticos, brinquedos e outros sejam destruídos porque não se venderam, explicou o primeiro-ministro.

A nova proibição deverá ser apresentada em conselho de ministros em julho.

As empresas terão de doar os produtos não vendidos a associações, reutilizá-los ou reciclá-los, sob pena de serem submetidos a sanções.

A destruição de bens novos é uma prática comum por parte dos grandes distribuidores e por parte das marcas de luxo.
A indústria de bens de luxo receia que com esta norma surja um mercado paralelo de bens a preços inferiores aos das lojas oficiais.

De acordo com o primeiro-ministro, medidas como esta, contribuem para "favorecer a economia circular" e para criar um modelo de crescimento que evite a sobreprodução e o desperdício.

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