Esta é uma “solução totalmente nova” e uma alternativa aos filamentos sintéticos com ingredientes plásticos.

Impressões a 3D

POR JORGE SÁ | 11 de fevereiro de 2019, 22:00

Tatiana Antunes, aluna do mestrado em Engenharia de Materiais na Universidade de Aveiro (UA), desenvolveu, a partir de resíduos de cortiça resultantes do fabrico de rolhas, um novo material que quer ser não só "uma alternativa ecológica para qualquer impressora 3D, como também dar aos objetos impressos o toque, o odor e a cor que só a cortiça pode dar".

Esta é uma “solução totalmente nova” e uma alternativa aos filamentos sintéticos com ingredientes plásticos que “não são amigos do ambiente”, informa um comunicado da UA.

Trata-se de “um filamento compósito que foi desenvolvido recorrendo a uma matriz plástica biodegradável e que incorpora partículas de cortiça que são parte de um resíduo resultante do processo de fabrico de rolhas. Temos, assim, um filamento para impressão 3D, com personalidade e amigo do ambiente, que pode ser usado para as mais diversas impressões, pois permite a impressão de objetos com uma excelente estética e qualidade, com uma cor característica associada”, detalha a nota de imprensa.

O projeto foi desenvolvido na Escola Superior Aveiro-Norte (ESAN) e no Departamento de Engenharia de Materiais e Cerâmica da UA, com a orientação de Martinho Oliveira e Elisabete Costa. O trabalho contou, ainda, com o acompanhamento da investigadora Sara Silva, da ESAN, e da Amorim Cork Composites.

Impressões a 3D

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