A Cruz Vermelha Britânica descreve a solidão e o isolamento como uma “epidemia oculta”, que afeta pessoas de todas as idades.

Pessoa só

Theresa May, primeira-ministra britânica, nomeou, em janeiro deste ano, uma ministra da Solidão, Tracey Crouch, que tem como missão principal garantir a maior coordenação possível de todos os ministérios na luta contra o problema.

Estima-se que no Reino Unido haja mais de nove milhões de pessoas sós, que vivem permanentemente ou frequentemente sozinhas, pessoas que não têm ninguém para conversar ou partilhar os seus pensamentos e experiências, uma triste realidade da vida moderna.

Tracey Crouch tem de estabelecer uma estratégia para combater a solidão no país, que está associada a doenças como a demência, a tensão alta e a mortalidade prematura.

A solidão custa à economia britânica cerca de 2,8 mil milhões de euros todos os anos, de acordo com um relatório da comissão para a Solidão (criada pela deputada trabalhista Jo Cox).
O documento afirma que a solidão pode ser mais perigosa do que a obesidade ou do que fumar 15 cigarros por dia.

A Cruz Vermelha Britânica descreve a solidão e o isolamento como uma “epidemia oculta”, que afeta pessoas de todas as idades.


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