Um grupo de indígenas da Amazónia propôs a criação da maior reserva do mundo, com 200 milhões de hectares.

Ave da Amazónia

Um grupo de indígenas da Amazónia propôs a criação da maior reserva do mundo, com 200 milhões de hectares, que iria das montanhas dos Andes ao oceano Atlântico e que seria um santuário para as pessoas e para a vida selvagem. O plano foi apresentado hoje, 21 de novembro, no Egito na Conferência sobre Biodiversidade da ONU.

Este “corredor sagrado de vida e cultura”, se se concretizar, terá o tamanho do México.
A ideia surgiu de uma aliança de indígenas que representa 500 culturas de nove países com território na Amazónia.

“Viemos da floresta e preocupamo-nos com o que está a acontecer”, disse Tuntiak Katan, vice-presidente do Coica (Coordenador da Organização Indígena da Bacia do Rio Amazonas). “Este espaço é o último grande santuário do mundo para a biodiversidade. Está lá porque estamos lá. Os outros lugares foram destruídos.”

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