A recomendação feita pelo PAN foi aprovada e o circo no “queimódromo” do Porto deixa de ter animais.

Tigre branco

A recomendação feita pelo PAN em dezembro de 2017 foi aprovada e o circo no “queimódromo” do Porto deixa de ter animais este ano. A medida visa valorizar o potencial humano no circo e restringir o uso de animais nestes eventos.

O contrato já assinado entre a empresa municipal Porto Lazer, que gere o espaço, e o circo Cardinali define que passa a ser proibido “realizar números artísticos ou espetáculos que envolvam animais de qualquer espécie, ficando expressamente proibida a entrada e presença no “queimódromo” de qualquer animal”.

"No Porto, dá-se mais um passo ético na relação com os animais. Pela primeira vez, o circo de Natal da nossa cidade não incluirá espetáculos com o uso de animais", disse Bebiana Cunha, Deputada Municipal do PAN no Porto. Esta decisão vai, “por um lado, ao encontro do sentimento já presente na sociedade portuguesa relativamente ao modo como os animais detidos para uso circense são tratados, ao mesmo tempo que valoriza assim o potencial humano nas artes circenses.”

A Assembleia da República aprovou, em outubro, o fim do uso de animais selvagens no circo, que ocorrerá nos próximos seis anos.

Desde 2015, os espetáculo de Natal não podem ter animais no Coliseu do Porto.


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