A partir do dia 1 de setembro a utilização de cinco inseticidas neonicotinóides passou a ser proibida em França, adiantando-se à data limite imposta pela UE.

Abelhas na alfazema

Em abril, a União Europeia aprovou uma proposta que proíbe o uso de três inseticidas neonicotinóides (imidacloprida, clotianidina e tiametoxam), por serem perigosos para as abelhas.

A partir do dia 1 de setembro, a utilização de cinco inseticidas neonicotinóides passou a ser proibida em França, que se adiantou assim à data limite imposta pela UE (19 de dezembro de 2018) e incluiu mais duas substâncias que não constavam na proibição europeia.

Em França, passou agora a ser proibido utilizar, mesmo em estufas, produtos que contenham tiaclopride, acetamiprida, imidacloprida, clotianidina e tiametoxame.
O objetivo é combater o declínio de abelhas a que se tem assistido.

“É preciso lutar contra as doenças e os predadores (...), contra a degradação dos habitats e o empobrecimento da flora. Numa colmeia em França, encontram-se muitos outros resíduos de pesticidas além dos neonicotinóides ", informou Axel Decourtye, diretor científico do Instituto da Abelha.

A partir de 19 de dezembro, também vai ser proibida a utilização de sementes que tenham sido tratadas com estes inseticidas.

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