A Quercus de Castelo Branco plantou 200 sobreiros no Parque Natural do Tejo Internacional para compensar as emissões de dióxido de carbono para a atmosfera durante a última edição do Salva a Terra.

Sobreiro

A Quercus de Castelo Branco plantou 200 sobreiros no Parque Natural do Tejo Internacional para compensar as emissões de dióxido de carbono para a atmosfera durante a última edição do Salva a Terra.
O festival decorreu em junho do ano passado em Salvaterra do Extremo, no concelho de Idanha-a-Nova, que voltará a receber o evento em 2019.

O objetivo deste festival é financiar o Centro de Recuperação de Animais Selvagens (CERAS), que funciona em Castelo Branco há quase 20 anos.
Segundo a Quercus, este evento permitiu a angariação de mais de 12 mil euros que vão permitir recuperar várias centenas de animais feridos ou debilitados.

Pelo CERAS já passaram cerca de 3100 animais selvagens, dos quais cerca de 60% foram devolvidos à natureza.


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