Os Estados-membros da União Europeia aprovaram uma proposta que proíbe o uso ao ar livre de inseticidas perigosos para as abelhas.

Abelha

Os Estados-membros da União Europeia aprovaram hoje, dia 27 de abril, uma proposta que proíbe o uso ao ar livre de inseticidas perigosos para as abelhas.
A utilização de três pesticidas neonicotinóides, imidacloprid, clotianidina e tiametoxam, passa a ser proibida a não ser em estufas, onde não entrem abelhas.

Os neonicotinóides – inseticidas derivados da nicotina que atacam o sistema nervoso dos insetos – podem afetar a memória das abelhas, fazendo com que fiquem desorientadas, para além de causarem a morte prematura da abelha-rainha e das obreiras.

As abelhas e outros polinizadores são vitais para três quartos das culturas agrícolas do mundo, mas, nas últimas décadas, as suas populações têm sofrido um declínio acentuado. Por trás do seu desaparecimento estão problemas como a destruição de habitats, doenças, ácaros, fungos e o uso generalizado dos neonicotinóides.

A proposta vai ser aprovada formalmente por Bruxelas nas próximas semanas e entrará em vigor no fim deste ano.

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