A Agência Portuguesa do Ambiente condenou 5 explorações suinícolas por realizarem descargas de resíduos em rios e ribeiras sem licença.



A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) condenou, em janeiro, cinco explorações suinícolas da Agropecuária Valinho ao pagamento de uma multa de 800 mil euros por realizarem descargas de resíduos para rios e ribeiras sem terem licença.

A APA decidiu ainda aplicar a duas destas explorações (uma em São Gregório, Caldas da Rainha, e a outra em Abrigada, Alenquer) a sanção acessória de encerramento por três anos.

O não-tratamento dos esgotos das suiniculturas não é um problema novo e desde há anos que a população local se tem vindo a queixar das descargas poluentes da Agropecuária Valinho na ribeira da Ota, que desagua no Tejo. Os habitantes desta zona chegaram a queixar-se de que havia restos de carcaças de suínos na ribeira, provenientes de uma das explorações da Agropecuária Valinho, situada a montante da ribeira da Ota.

A descarga de águas residuais industriais para rios ou ribeiras sem licença constitui uma contra-ordenação ambiental muito grave punida com uma coima mínima de 38.500€.

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