O parlamento do Chile aprovou, no dia 24 de janeiro, uma lei que estabelece a gratuitidade do ensino superior no país.

Presidente Michelle Bachelet

O parlamento do Chile aprovou, no dia 24 de janeiro, uma lei que estabelece a gratuitidade do ensino superior no país, com 102 votos a favor e duas abstenções. A reforma do ensino superior acabou com as universidades privadas e adotou um modelo de ensino superior gratuito e universal.

A presidente Michelle Bachelet classificou esta decisão como "histórica" e escreveu no seu Twitter: "Ao avançar com a gratuitidade na educação superior, queremos construir um país mais igualitário, com igualdade de oportunidades. Com a aprovação no Congresso, consagramos como lei um direito social que nunca deveria estar nas mãos do mercado". "Cumprimos a nossa promessa!", afirmou a presidente.


A porta-voz do governo, Paula Narváez, disse que é "uma boa notícia para as famílias chilenas, para milhares de jovens que agora, no Chile, têm garantida e reconhecida a educação como um direito" e acrescentou que "o governo da presidente Bachelet passará para a história por muitas razões, mas principalmente por esta conquista no ensino superior".
Esta lei "dá tranquilidade aos jovens para que os seus talentos, as suas capacidades, a sua inteligência possam desenvolver-se num Estado que lhes dá oportunidades", defendeu Paula Narváez.

É ainda necessário que a lei seja aprovada pela Câmara dos Deputados.
A educação universitária no Chile era gratuita até 1981.

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