Já lhe aconteceu? O que fez?

Mulher com telemóvel

Existem várias formas de assédio online: ser-se alvo de insultos ou ser-se envergonhado deliberadamente por alguém online, receberem-se ameaças físicas, ser-se assediado sexualmente ou ser-se perseguido. As mulheres são as principais vítimas de assédio sexual e de perseguição online.

As redes sociais são os locais com maior número de incidentes reportados, seguindo-se as caixas de comentários, os jogos online, as contas pessoais de e-mail, os fóruns, os sites e aplicações de encontros, de acordo com o Pew Research Center.




Muitos dos atacantes fazem tudo de forma escondida, pois pensam que ninguém irá descobrir as suas práticas, sendo comum, por exemplo, pedirem às vítimas que não contem nada a ninguém.

Lembre-se de que o consentimento e o respeito pelo espaço do outro são a chave: é inadmissível que alguém aborde outra pessoa virtualmente insistentemente com assuntos sexualmente explícitos ou com mensagens frequentes, mesmo depois de ter recebido um “não” ou de não receber qualquer resposta.

O que pode fazer caso seja vítima de assédio online:

  • Bloquear ou deixar de ser amigo dessa pessoa nas redes sociais;
  • Reportar essa pessoa na rede social;
  • Fazer queixa ao responsável do site ou blog;
  • Denunciar a conta de e-mail ao fornecedor de serviços de e-mail;
  • Expor o sucedido a um adulto (pais, professores, etc.);
  • Alterar as definições de privacidade na rede social;
  • Comunicar às autoridades policiais;
  • Se aplicável, poderá confrontar o atacante ou ignorá-lo.


Denunciar e levantar a voz contra o assédio sexual online é um direito seu.
Lembre-se de que o assédio sexual é crime.

Já lhe aconteceu? O que fez?

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2 comentários. Diz-nos o que pensas

  1. Comunicar às autoridades policiais não dá em nada. Aconteceu comigo há relativamente pouco tempo e disseram-me para eu desistir da queixa.

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  2. Lamento, Mel.
    Infelizmente, as autoridades ainda não estão muito sensibilizadas para este tipo de problema, embora esteja na lei...

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