A Universidade da Carolina do Norte anunciou que vai deixar de usar animais vivos no treino em emergência médica.



Em janeiro de 2017, a Universidade da Carolina do Norte anunciou que irá deixar de utilizar animais vivos durante a formação em emergência médica.
A decisão surge depois do Comité para a Medicina Responsável ter lançado uma campanha, no ano passado, na qual instava a instituição de ensino a abandonar a prática.

“Os formandos irão utilizar exclusivamente modelos de simulação para a formação em emergência médica”, declarou Karen McCall, diretora de comunicação e marketing da Universidade da Carolina do Norte.

As tecnologias de simulação reproduzem a anatomia humana e movem-se e reagem ao toque – algo que os animais anestesiados não fazem. Ao contrário do que acontece com os porcos e outros animais, que são eutanasiados no final de cada sessão de treino, estes modelos permitem que se pratique continuamente neles.

Em setembro, a Universidade da Carolina do Sul também tinha anunciado a sua intenção de cessar o treino médico em animais vivos. Com o compromisso destas instituições, 90% (ou 143 em 158) dos programas de formação em emergência médica nos Estados Unidos – incluindo o da prestigiada Faculdade de Medicina da Universidade de Johns Hopkins – decidiram abandonar esta prática.

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