Duas empresas planeiam construir uma central solar em 2500 hectares de terra na “zona de exclusão” a sul de Chernobyl.

Painéis solares

Duas empresas chinesas planeiam construir uma central solar de um gigawatt em 2500 hectares de terra na “zona de exclusão” de Chernobyl – uma área de 30 km que rodeia a central nuclear onde decorreu o pior desastre nuclear da história. Segundo as autoridades ucranianas, as empresas contam gastar até 940 milhões de euros no projeto, nos próximos dois anos.

Os painéis fotovoltaicos serão fornecidos e instalados por uma filial da Golden Concord Holdings (GCL), uma das maiores empresas de energias renováveis da China, e a central será construída e gerida por uma filial da China National Machinery Corporation, avança o The Guardian.
“É terra barata e a abundância da luz do sol constitui uma base sólida para o projeto”, disse o ministro ucraniano do ambiente e dos recursos naturais, Ostap Semerak.

Num comunicado à imprensa, a GCL declarou que o trabalho na central de energia solar deverá começar este ano. “Haverá benefícios sociais e económicos notáveis, já que vamos tentar renovar essa área afetada com energia verde e renovável”, disse Shu Hua, presidente da filial da GCL. “É com agrado que unimos esforços com a Ucrânia para reconstruir a comunidade para a população local.”

Até agora, a zona de exclusão – que inclui a cidade de Pripyat – tem sido uma área de acesso estritamente restrito para a maioria das pessoas. Muitos dos antigos habitantes da zona só podem visitar as suas velhas casas ou os túmulos dos seus familiares uma ou duas vezes por ano.
Ainda não se sabe quais serão as medidas de segurança a ser adotadas durante a construção da central solar.

Nos últimos anos, a zona de alienação ao redor da central de Chernobyl tem sido reivindicada pela vida selvagem, o que levou Jim Smith, cientista da Universidade de Portsmouth, a observar: “Quando os seres humanos são removidos, a natureza prospera, mesmo na sequência do pior desastre nuclear do mundo”. No entanto, outros investigadores afirmam que ainda há sinais de contaminação, nomeadamente a pouca abundância de insetos no local e o aparecimento de doenças em muitas espécies de mamíferos pequenos.

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