O museu do Louvre encerrou as suas portas dia 3 de junho para garantir a proteção das obras-primas armazenadas devido às cheias.

Obras de arte a serem removidas por causa das cheias

O museu do Louvre, o museu mais visitado do mundo, onde se encontra a Mona Lisa de Leonardo Da Vinci e obras egípcias e gregas de valor incalculável, encerrou as suas portas dia 3 de junho para garantir a proteção das obras-primas armazenadas nas zonas vulneráveis às cheias, devido à subida do nível do rio Sena. Segundo um comunicado do museu este vai ficar encerrado até ao dia 7 de junho.

As visitas não são permitidas uma vez que os trabalhadores do museu estão a mudar cerca de 250 mil peças para os pisos superiores. Em 2002, o Louvre colocou em prática um plano de prevenção contra inundações que inclui a observação diária do nível do Sena, a criação de um registo com as obras que devem ser transferidas para pisos superiores, a instalação de bombas para retirar a água e a transferência das peças de reserva para a cidade de Liévin, no norte de França.

Obras de arte a serem removidas por causa das cheias
Foto: Musée du Louvre

Na outra margem do Sena, o Museu d'Orsay também se encontra fechado, desde o dia 2 de junho. As obras dos pisos mais baixos estão a ser transportadas para pisos mais elevados. Este museu possui no seu interior quadros de Renoir, Manet, Van Gogh, Degas e Gauguin.
Muitas das obras do d’Orsay estão já armazenadas num edifício à parte e o Louvre planeia também transferir muitas das suas obras para um novo edifício junto a um museu satélite em Lens, no norte da França, processo este que deverá começar em 2019.
No dia 3 de junho, registou-se uma subida das águas do rio Sena, entre os 6,30 e 6,50 metros.


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