Existem países em que as mulheres podem ser punidas por serem violadas ou podem ser presas por abortos espontâneos.



No Iémen, uma mulher, em tribunal, é apenas considerada meia-testemunha. Segundo o Washington Post, o testemunho de uma mulher não é tido em consideração a não ser que seja corroborado por um homem. As mulheres não podem testemunhar em casos de adultério, difamação, roubo ou sodomia.



No Iémen e no Afeganistão, as mulheres não podem sair de casa sem a permissão dos seus maridos. No Iémen, a exceção ocorre no caso da mulher ter de ajudar os seus pais se precisarem de assistência.



O Vaticano é o único país onde as mulheres não podem votar, visto que só os cardeais podem votar no Papa enquanto chefe de Estado da Cidade do Vaticano.
Na Arábia Saudita, este direito foi conferido às mulheres apenas em 2015.



Uma vítima de violação pode ser punida na Arábia Saudita. As mulheres podem ser punidas por deixarem a sua casa sem acompanhante masculino, por estarem sozinhas com um homem com quem não tenham laços familiares ou por ficarem grávidas devido a uma destas razões.



Na Argélia, em Marrocos e na Tunísia a violação dentro do casamento não é uma ofensa criminal. Na Argélia e na Tunísia, um homem pode casar com a mulher que violou para evitar a acusação. Em Malta, um homem pode raptar, violar uma rapariga menor de idade desde que case com a sua vítima de seguida.



No Equador, o aborto é ilegal, mas pode ser realizado caso haja perigo para a vida ou saúde da mãe, ou se a gravidez resultar de uma violação. Contudo, perante a lei, neste país, quem realize um aborto é considerado "deficiente mental".



Uma mulher que sofra um aborto ou cujo bebé morra à nascença pode ser criminalmente punida em El Salvador. Em 2015, grupos de direitos humanos citados pelo jornal britânico The Guardian afirmavam que cerca de 17 mulheres tinham sido presas, por serem suspeitas de abortos induzidos.



No Lesoto, as mulheres não podem ser donas de terras, a não ser que partilhem a propriedade com um homem (marido ou pai). As viúvas podem perder as casas caso os maridos morram, de acordo com o Channel One.



Na Jordânia, as mulheres muçulmanas não podem casar com não-muçulmanos; enquanto os homens muçulmanos podem casar com não-muçulmanas. Se uma mulher muçulmana casar com um homem não-muçulmano, o casamento não será reconhecido.

Fonte: Sábado
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