As cidades modernas são vistas como promotoras da obesidade, ao serem criadas para os carros e não para as pessoas, mantendo a atividade física fora das nossas vidas. Estradas sem passeios, falta de opções de transportes alternativos aos carros, etc.
As novas cidades devem ser seguras e terem espaços para se socializar e passear. Cidades da América, da Austrália e da Europa estão a começar a estudar modelos de urbanismo da América Latina.
Em 1990, Medellín, na Colômbia, era uma das cidades mais perigosas do mundo; no entanto, hoje em dia, Medellín é vista como um modelo de design urbano criativo. Não tinha os recursos das cidades mais ricas do mundo, mas com o investimento em infraestruturas, como escadas rolantes, teleféricos e em espaços de lazer, Medellín tornou-se num sítio melhor para viver.
Segundo o arquiteto Carlos Escobar, “o novo sistema de transportes de Medellín, (…) não é apenas um meio de transporte. É, também, um instrumento social que envolve a comunidade; que integra a comunidade em toda a cidade.” Medellín está agora mais conectada do que nunca, o que torna a deslocação dos trabalhadores para o emprego mais fácil, traz mais ação para a economia local, fortalece a comunidade, e encoraja as pessoas a serem fisicamente ativas.
Esta reportagem da CBC News mostra que a mobilidade pode melhorar realmente o nível de vida das comunidades.

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